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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

TRADIÇÃO

Sabemos que as coisas acontecem muito rapidamente, que o mundo vive em constante evolução. O que é lançado hoje, amanhã já terá algo mais moderno e mais completo. A informática é um bom exemplo deste giro rápido.
Entretanto, há algo que não muda de maneira tão brusca e chega até a persistir por gerações. É a tradição. Não apenas aquela regionalista, de defesa de sua região, mas, também, aquelas que nós adotamos até como estilo de vida.
Tradição tem a ver com costumes, modos, tipos de vida. Há pessoas que seguem o seu ritmo já tradicional e não alteram nada em suas atitudes. Vão sempre trabalhar do mesmo jeito, no seu ofício cumprem diariamente a mesma rotina, enfim, fazem o meramente aprenderam, aquilo que a tradição lhes ensinou. Até o seu relacionamento amoroso deixa virar tradição, nada de novo fazem para melhorar e reavivar a sua união.
A tradição pode ser interessante, mas no sentido cultural, de preservação de raízes.  Ademais, a roda precisa girar, nós precisamos nos modernizar, seja em casa, na sociedade, no trabalho, na escola etc. Podemos valorizar nossas tradições, mas não deixar que as tradições dominem nosso desempenho. 
Se a rotina é igual todos os dias, se nada de novo acontece em tua vida, é hora de você mesmo promover  mudanças. Fazer algo diferente é interessante e ajuda a movimentar esta complexa roda que é o nosso viver.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

DÚVIDAS

Muitas dúvidas podem vir a pairar num processo de tomada de decisão. Saber o momento certo de definir, escolher adequadamente o caminho e a quem seguir, são deliberações que exigem um pouco mais de perspicácia e nem sempre são tomadas de forma adequada. Pois o resultado desta decisão haverá de afetar o nosso futuro.
Por que temos tantas dúvidas e dificuldades de tomar decisões? Talvez isto seja parte do próprio contexto da existência, da natureza. Se a dúvida não existisse, não teríamos medo, por conseqüência, poderíamos cometer as maiores aberrações possíveis, o nosso planeta seria inabitável em termos de relacionamentos.
Provavelmente neste processo de dúvidas deixamos passar boas oportunidades. Mas como questionar  nossos erros ou acertos, se sequer temos certeza de que as atitudes anteriormente tomadas são realmente as corretas? Pode ser que o que fizemos deu certo por detalhes e não por nossa decisão.
Assim, não podemos ficar reclamando das oportunidades perdidas. Se elas passaram e não soubemos aproveitá-las, é coisa de passado, e passado é algo que já não nos pertence mais. Mas, a experiência que obtemos será valiosa, até para tomarmos as novas decisões que teremos de tomar. Por isso, ter dúvidas é natural, é da vida. E somente conseguiremos amenizá-las depois que tudo estiver andando, quando o que decidimos apresentar os efetivos resultados, não importando onde estejamos.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

SINGULAR

Por mais que elas sejam necessárias para o bom planejamento de empresas e das próprias pessoas as metas nem sempre é um assunto tratado de maneira agradável. Para muitos, quando ouvem falar de metas passam a viver momentos de incertezas, dúvidas e até medos, por considerarem que aquilo colocado será um martírio estabelecido.
Mas, as metas são realmente importantes em todos os contextos. Patrões precisam delas para gerir mais adequadamente os seus negócios; trabalhadores têm a necessidade de ter um objetivo a cumprir; e pessoalmente, alcançaremos nossos sonhos se estabelecermos metas para eles.
Sendo tão necessárias, porque elas podem ser tortuosas? Talvez pela forma como são apresentadas, sem que haja uma adequada exposição de quais serão os resultados a serem obtidos e os frutos deste empenho. 
Por muitas vezes as metas são impostas de cima para baixo, ou seja, os envolvidos precisam engolir aquilo que os proponentes desejam. E isto se torna difícil, complicado. Poderia ser diferente, onde as metas sejam absorvidas por todos, tratadas de maneira singular, ou seja, ser compartilhadas, recompensando o esforço de forma diferenciada e não apenas por um compromisso.
Adequando a exposição e o jeito de apresentá-las certamente as metas passarão a ser cumpridas sem tortura. Pois, metas precisamos ter, para haver um horizonte onde queremos chegar.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

MARCAS

Existem coisas que acabam marcando para sempre nossas vidas. São fatos importantes, seja do lado positivo ou negativo, que haverão de nos acompanhar ao longo de nossa jornada, fazendo parte de nossa própria história. E será através destes marcas que haveremos de ser conhecidos.
Se entramos numa cidade e vemos um marca de determinada entidade que somos filiados sabemos que lá haveremos de encontrar pessoas que pensam como nós. Se estivermos longe de casa e no mercado houver algo produzido em nossas cidades de origens, esta marca nos identificará ainda mais com ela. 
As marcas em nossas vidas podem ser as mais diversas possíveis. Inicialmente o nome que temos é algo muito forte, que realmente nos identifica ao longo de toda nossa vida, por isso, preservá-lo sempre será importante. Atitudes tomadas podem refletir por muito tempo, destarte, é preciso cautela antes de definir-se por algo. E assim poderia citar muitos exemplos, de atos que geram marcas em nós.
Mas, as marcas são importantes, afinal, elas ajudam a definir nossas personalidades. Pelas marcas é que poderemos definir amigos, casamentos e até profissões, enfim, o nosso futuro. Analisando nossas próprias marcas, quais as que se destacam mais? Pelas quais somos conhecidos? 
A reflexão sobre nossas marcas se torna útil, pois, há tempo para mudar conceitos. Por mais que uma marca negativa esteja nos incomodando, se persistirmos em atitudes e ações positivas poderemos alterar opiniões sobre nós. E melhor ser conhecido pelo lado do bem, como pessoas úteis e que fazem a diferença.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

RETRATO

Podemos ser enganados pelos nossos próprios olhos. Mesmo tendo visão de qualidade, das mais perfeitas possíveis, ainda assim não temos a condição plena de ver exatamente tudo do seu jeito verdadeiro. Fotos de pessoas, por exemplo, podem apresentar uma imagem muito diferente em relação ao que ela verdadeiramente é.
Várias situações interferem em relação a uma imagem retratada. Recursos de photoshop permitem a alteração quase que total da figura, mas produtos de embelezamento também são usados para fazer a falsificação; além disso, a própria posição em que estiver a pessoa poderá dar uma visão distorcida em relação ao que realmente seja.
Isto nos mostra de que o que vemos nem sempre é verdadeiro. Podemos ser enganados muito facilmente e. As razões de isto vir acontecer são diversas, talvez porque a pessoa do retrato queira se mostrar diferente do que seja, ou quem sabe, por estar escondendo algo.
Ao ver um retrato há de se ter um pouco de desconfiança. Antes de crer plenamente em quem aceitamos apenas pelo retrato é prudente a conhecer pessoalmente, saber quem é, a fim de se ter uma melhor visão de quem ela seja. Pode ser que por detrás de um retrato esteja escondido algo.
Não que as conversas virtuais devam acabar, que os encontros entre desconhecidos sejam banidos, mas, antes de tomar decisões que podem afetar sua vida futura melhor é se prevenir procurando conhecer pessoalmente a pessoa. Se nem sempre conseguimos distinguir totalmente até mesmo aquele que vive ao nosso lado, imagine então quem esteja a quilômetros de distância e que nos foi apresentada pela internet ou outro meio apenas visual.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

INSPIRAÇÃO

Tem aqueles dias que a moleza toma conta de toda nossa vontade. Talvez por uma chuva que esteja caindo ou por um calor em excesso, até mesmo pelo cansaço ocasionado por muitas atividades desenvolvidas no dia anterior, existem motivos que nos instigam a ficar a toa, sem fazer nada, com vontade de não tirar o pijama.
Entretanto, o espetáculo da vida exige a nossa presença nos palcos diários. Com ou sem a nosso comparecimento, a roda gira, o mundo anda, as coisas acontecem. Podemos até gozar da possibilidade de não fazer nada, de realmente ficar dormindo, mas, a vida não para porque estamos sem inspiração. Afinal, nós talvez não a queremos praticar, mas outros estão ali, ao nosso lado, pedindo passagem e querendo ocupar o lugar.
Vontade é algo que encontramos dentro de nós. Inspiração é uma luz que surge, por vezes de um lugar que sequer imaginamos. Até mesmo para escrever um texto, fazer uma reflexão, o exercício precisa ser acionado, o ser ativo, de não deixar a preguiça tomar conta. E na maioria das vezes é preciso apenas uma pequena inspiração para que do nada algo aconteça. Esta pequena motivação está realmente dentro de nós, não pelo casuísmo ou pelo achado, mas sim, pelos nossos conhecimentos e habilidades em saber fazer. 
Descansar é bom, relaxar é preciso, mas deixar que isto vire uma rotina pode se tornar preguiça em demasia.  Então, se ela estiver querendo tomar conta devemos saber que ela é muito mais danosa do que se possa imaginar. Primeiro, porque nos coloca no ócio e a retomada do pique pode demorar a querer acontecer; segundo, porque alguém pode exatamente no nosso momento de distração querer ocupar o nosso lugar. 

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ESTIMA

Algo para ser bem feito precisa de uma boa sustentação, de uma base adequada, enfim, de uma boa preparação. Até mesmo uma árvore para dar bons frutos precisa estar numa área fértil, para receber todos os nutrientes que necessita ao seu crescimento e à produção dos frutos.
Nem sempre encontraremos áreas adequadas para realizarmos nossos projetos. Existem locais que exigem nosso empenho e dedicação, para que a área seja ajustada para as nossas necessidades. Preparar esta área é uma missão se quisermos tirar proveito dela.
Talvez que gostaríamos de encontrar tudo pronto, chegar no local e tomar posse, sem lutas. Mas tudo o que é feito sem sabor, não tem gosto, o valor torna-se pequeno. O que exige o nosso labor haverá de ser melhor valorizado e apreciado, pelo menos por nós mesmos. E o que vale é aquilo que estimamos, ao que damos um certo valor, sem menosprezo do que os outros pensam.
Assim, se algo queremos, precisamos preparar o terreno. Seja para receber uma simples visita ou para fazer um grande investimento, é preciso planejamento e a preparação adequada, para que tudo transcorra da maneira correta, sem atropelos. E, desta forma, poder saborear o gosto do bem feito, daquilo que se faz com estima.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

TRÉGUA

Ao chegar neste período do ano, ou seja, no final de um e começo de outro, o espírito de muitos já vai sendo preparado para o gozo das férias. Até mesmo o nível de estresse passa a subir, condicionando a pessoa para a necessidade de dar uma trégua na rotina do trabalho ou dos bancos escolares.
Tirar férias realmente é bom. Afinal, é um tempo em que poderemos dar mais atenção aos nossos familiares e amigos. É o tempo em que sairemos da rotina que durante o ano todo cumprimos e das obrigações profissionais. Mas, é mais importante de tudo por ser um tempo em que poderemos oferecer momentos para nós mesmos, para nos cuidar, relaxar e até curtir um pouco da vida.
Sabemos que férias vem a ser a interrupção de uma longa jornada de trabalho. Então, quando falamos delas, outros, que vivem ao nosso lado, igualmente devem ter o direito a elas, tais quais, os cônjuges, mães, pais e os próprios filhos. Afinal, não queremos estar relaxados após o gozo das férias enquanto os demais estarão estressados por não terem descansado. Férias é bom curtir em família, onde todos relaxam, todos descansam e ao mesmo tempo todos são responsáveis pelas atividades domésticas, pois assim sobrará tempo para todos.
A trégua é necessária e bem vinda. Mas devemos saber curti-la, apreciá-la, para que ao final do período de descanso não se torne uma tragédia ou então no qual voltamos mais cansados e mais estressados. O mais importante é o bem estar e a harmonia que manteremos com as pessoas com as quais convivemos nas férias e com quem estaremos junto no próximo ano.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

INCÔMODOS

Se no calçado que estivermos usando tiver uma pedrinha vai incomodar nosso caminhar. Em qualquer lugar que ela ficar, atrapalhará nossa movimentação, podendo, inclusive machucar a pele. É um desconforto que nos obriga a parar para tirá-la, se quisermos continuar a andar normalmente.
As pedrinhas não são os únicos incômodos que carregamos conosco. Há outros, até mais danosos, alojados dentro de nós, que vão detonando nossos pensamentos e até nossa boa vontade. Diferente de pedrinhas, estes males não entram a toa, como no caminhar, mas sim, por ações de terceiros.

São os incômodos dos ditos, das informações que recebemos, das fofocas, das análises que fazemos. Recebemos algum aviso, de forma direta ou indireta, e o absorvemos muitas vezes sem sequer checar o quando é verdadeiro. Em outras vezes temos intuições, achamos que algo esteja acontecendo, e isto passa a nos atrapalhar.

Manter a indisposição dentro de nós é carregar por mais tempo o sofrimento. Se algo aborrecer, melhor é tirar a limpo toda a estória. É preciso conversar com quem esteja envolvido, saber verdadeiramente o que está acontecendo, colocar as cartas na mesa. Melhor é receber o impacto de uma vez do que ficar desviando de todos os percalços, pois, em algum momento adiante o acidente será inevitável. E se não for nada, aí estávamos sofrendo a toa.
Tire os incômodos de você. Abra espaços para a felicidade, paz e harmonia. Pois depois de toda a tempestade sempre vem a bonança. O sol brilha para todos, basta abrir os olhos e curti-lo.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

INIMIZADES

Existir inimizade entre as pessoas é algo triste que enfraquece todos os envolvidos. As conseqüências não atingem somente aqueles considerados inimigos entre si, mas, acaba arrastando outros que talvez nada tenham a ver com a causa da rixa e dos motivos que levaram a tal atitude.
E o que leva uma pessoa a ficar inimiga da outra? São várias as questões que resultam no acontecimento, mas, muitas vezes terceiros acabam fazendo o meio de campo e criando toda a confusão. Fofocas, interesses pessoais, dívidas não pagas podem levar duas pessoas a se odiarem.  Até que ponto a existência de uma inimizada vai ser a solução dos problemas?
Quantas vezes passamos por determinadas pessoas e desviamos o olhar, por algo que dela falaram e que nos incomodaram? E até que ponto vamos verificar e confirmar verdadeiramente o que foi dito, para comprovar os fatos?
Em nossas vidas devemos ter pontos de vistas e saber respeitar as opiniões dos outros. Não podemos ser os donos da razão, ao contrário, sempre haveremos de dar chances de que as ponderações sejam ouvidas e avaliadas. 
E mesmo que alguém tenha errado, melhor é evitar que se parte para o lado da discórdia e da inimizade. Se algo de ruim entrou por um dos seus ouvidos, deixe sair pelo outro. Se alguém te magoou algum dia, esqueça isto, faz parte do passado, não existe mais; converse normalmente com ela, dê a chance de serem novamente amigos. Afinal, o errar é humano. Além disto, é muito melhor cultivar amizades do que plantar inimizades.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.