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quarta-feira, 25 de maio de 2011

CONVERGÊNCIA


Em algum lugar acontecerá a convergência de pontos diferentes. Mesmo que uma linha seja traçada de uma parte a outra do planeta, outra linha, lançada em ponto bem diferente, poderá encontrá-la em algum ponto, se houver a convergência das mesmas.
Convergência é tudo que se dirige para o mesmo assunto e por haver uma tendência vão se identificar. Mesmo distantes hoje, amanhã poderão se aproximar, se identificar e se unir. E tudo o que se achega pode se tornar muito forte e conciso.
Esta é uma tendência, não uma adivinhação. Pessoas com pensamento próprio, mesmo distantes, um dia poderão se cruzar e formar um elo conciso. Convergem para o mesmo ponto, caminham na mesma direção, ponderam igual, portanto, poderão um dia se cruzar e se ligar.
O nosso planeta é redondo, é uma convergência natural que nos coloca constantemente  na rota da tendência do que esteja sendo movimentado. E o que estiver parado poderá ser atropelado, engolido pelo movimento da convergência.
Quem quiser fazer a coisa acontecer precisa movimentar-se, entrar na roda, criar sua própria convergência. É pelo movimento que encontraremos o ritmo adequado, a forma apropriada de chegar onde queremos e no objetivo que almejamos.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 24 de maio de 2011

VIAGEM


Para chegarmos a qualquer lugar precisamos seguir pelo trajeto que seguirá até o destino que almejamos. Estradas existem muitas, caminhos encontramos em todos os sentidos, mas para aportarmos no lugar que queremos é preciso seguir a rota certa.
E como é bom quando pegamos a estrada apropriada, se conseguimos chegar ao nosso destino com facilidade e tranquilidade. Ruim é quando ao longo da estrada encontramos barreiras intransponíveis, incidentes que venham a travar nossa trajetória, que até podem nos obrigar a voltar o que já andamos. É perda de tempo e muitas outras coisas, gera incômodos e estresse. 

Estradas se apresentam como o caminho a seguir para alcançarmos nossos objetivos. Mas, nós, como pessoas, também devemos nos constituir em passagens para os nossos semelhantes, nossos irmãos.

É tão bom quando nos sentimos útil, o poder fazer algo que venha a beneficiar o próximo. Ser o caminho de alguém é das graças maiores que podemos alcançar. É permitir a continuidade da vida andante que cada um de nós possui.
Um viajante fica feliz quando chega ao seu lugar de destino, encanta-se com a estrada que passou e que lhe permitiu uma boa viagem. Uma pessoa que encontra em outra o seu caminho haverá de ter por ela grande respeito, admiração e muita consideração. 
Por isso, seja o caminho de alguém. Não apresente barreiras que venha a interromper a caminhada de quem queira seguir adiante e que precisa passar por você. Melhor é vê-lo para onde vai e tentar acompanhá-lo do que saber que ele chegou ao seu objetivo utilizando de outro caminho.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

PILAR


Um prédio para oferecer a segurança estrutural precisa de vários pilares, que serão construídos em pontos estratégicos e que darão a confiabilidade necessária para a obra. Se os pilares não tiverem a resistência adequada, com o tempo o prédio poderá apresentar rachaduras, podendo até ficar comprometido.
Nas construções os pilares constituem-se de grande importância para a sustentabilidade de todo peso que deverá suportar. Mesmo sendo rígidos, sua força não tira a beleza da obra e sequer prejudica a sua ocupação ideal.
Pessoas também constituem-se em pilares para seus amigos, colegas e familiares. Tornam-se sua segurança, fortaleza e credibilidade. Mesmo que não estejam visivelmente, tem muitos que carregam nos ombros e no coração os seus protegidos. Não precisam aparecer, mas, constituem-se na fortaleza dos momentos necessários.
E que bom que existem estes pilares humanos, estas pessoas que se prestam a ouvir e fazer algo pelos seus. Podem ser pessoas aparentemente rudes ou duras, mas, certamente possuem um coração muito mais mole do que aqueles que em nada sustentam seu próximo. 
Para as pessoas não são necessários muitos pilares, normalmente um será o suficiente para escorar e dar o suporte que o outro precisa. Por isso, cada um de nós pode ser este pilar do próximo. Fazendo isso estaremos criando uma força de apoio maior do que todos os ferros do mundo possam oferecer, pois, juntos, um a um, suportaremos o peso da humanidade.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

POSIÇÃO


Ao sermos convocados para algum tipo de missão podemos nos comportar como um problema ou a solução dela. São estas duas situações que na maioria das vezes se apresentam para que aconteça o cumprimento de tarefas, pelo envolvimento de pessoas.

Há tipos que quando são convocadas para algo consideram que aquilo a ser feito será um problema, de difícil solução. Vêem de cara as dificuldades, posicionam-se por suas fragilidades, criam problemas ao longo de tudo o que estão fazendo.

Outros, entretanto, vêem numa convocação a oportunidade de trabalhar em grupo, de buscar as soluções necessárias no trabalho em coletividade. Não medem os pontos negativos, ao contrário, somente almejam trabalhar e construir algo de bom.
Entre estes tipos de pessoas estamos posicionados: entre os otimistas e pessimistas. Oxalá que nossas atitudes sejam de pessoas que acreditam no trabalho conjunto, que busquem a solução e não a causa dos problemas.
Porque o mundo precisa de quem faz acontecer o bem, daqueles que se apresentam para ajudar a encontrar as soluções necessárias. Estes são importantes, serão sempre chamados para construir a humanidade ideal.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

DISPUTA


A existência de disputas faz parte de qualquer princípio democrático existente, não apenas dentro de contextos políticos. Uma atividades esportiva, por exemplo, também apresenta a disputa e que vai resultar em um ou mais ganhadores.
Disputas são necessárias, fazem bem para o conjunto e para nós mesmos. Mas, é importante que estejamos preparados para enfrentar o embate, sabendo como ganhar e também como perder. Afinal, nele, sempre haverá a possibilidade de haver quem ocupe o primeiro lugar, os que estarão em segundo e assim sucessivamente.
E ser vencedor numa disputa é também saber perder. Isto significa que nas derrotas devemos aprender com nossos próprios erros, fazer a análise do que fizemos de bom, quais foram os pontos fracos apresentados e que nos levaram ao resultado negativo.
Ainda, acima de tudo, o bom da disputa é respeitar quem foi o vencedor, permitindo que ele usufrua de sua conquista e das glórias merecidas. Talvez, dependendo da situação, dar apoio a este vitorioso para que cumpra adequadamente com o que foi merecedor.
A disputa tem hora para começar e também para terminar. Não dá para levar a disputa para o lado de fora do campo, para o além do tempo normal de jogo, para o após a diplomação. Cumpridos os prazos de disputa, todos devem procurar fazer o melhor em favor das novas disputas que por ventura vierem a pleitear

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

MAESTRO



A qualidade de um coral ou de uma orquestra dependerá em muito da eficiência do seu maestro. Ele que treinará a equipe, juntará as vozes e instrumentos, fará com que todos toquem e cantem no mesmo ritmo, fazendo da música e da canção uma das maravilhas da natureza.

Quem não se encanta com a sinfonia da orquestra e com o maravilhoso canto de coral, bem preparados e treinados por maestros eficientes? São tantos sons e vozes apresentados em conjunto, nos mais diversos tipos, mas que, bem preparados e treinados, apresentam melodias maravilhosas de serem ouvidas. Neste contexto o maestro tem importância significativa, pois, será ele quem controlará todo o ritmo, as afinações e o que tocar. Certamente ele tem o controle sobre tudo e sobre todos, para fazer a sinfonia adequada.
Também nós podemos nos tornar maestros, mas, de nosso próprio viver. Tal qual uma orquestra, somos compostos por diversos e diferentes fatos e acontecimentos, instrumentos. Estamos no palco da vida, a todo momento enfrentando uma plateia enorme, que espera de nós mais do que um show; um espetáculo de boas ações, inteligência e resultados.
Cabe a nós, na condição de sermos nossos próprios maestros, acertar nossos tons, juntar os instrumentos, compor os ritmos adequados para cada peça. Muito mais do que um simples tocar, temos que buscar o melhor de nós, para que a sinfonia da vida seja coroada de esplendor e galhardia.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ACESSO


ACESSO
Confira este e mais textos do autor no blog www.joaoflivi.blogspot.com

Para chegarmos a qualquer lugar nem sempre encontramos facilidades de acesso, por vezes cruzamos por lugares diferentes, em muitas portas estreitas. Até mesmo para entrar em cidades precisamos tomar os acessos existentes, as vezes estradas íngremes, mas, que sabemos serão o caminho que nos permitirão chegar aonde queremos.
Também pessoas se tornam meios de acesso. Através de uns outros conseguem chegar aonde pretendem, utilizando-se adequadamente dos seus conhecimentos ou das suas relações. E que bom é quando alguém pode ser útil a outra pessoas, fazendo o bem, ajudando-o  a chegar onde precisa.
Quando um caminho se torna útil, quando alguém se torna benfeitor de outro, está sendo proveitoso e benevolente para com o próximo. E, certamente, esta é das maiores utilidades que podemos ter, o de fazer algo de bom.
Como é adequado quando alguém serve de apoio a outro, tornando-se o acesso para causas necessárias. Um ajudando o outro, sem meios irregulares e sem tirar proveito pessoal, tornando-se positivamente num elemento de acesso. Certamente melhores convivências serão estabelecidas neste conjunto.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 12 de maio de 2011

CULPADOS


Ao fazermos a aquisição de qualquer coisa o bom seria saber o que tudo tem por traz da fabricação ou produção do mesmo. Trabalho escravo, evasão de divisas, roubos, destruição da natureza etc, são alguns dos fatores que deveriam ser analisados sempre que adquirimos alguma coisa.
Mas, com a globalização pouco controle temos sobre a origem daquilo que consumimos. Podemos até saber de que país é proveniente, entretanto, não sabemos dos meios empregados para a sua produção e aquisição. 

Oxalá que nosso consumo não esteja motivando tristeza e terror para os trabalhadores e pessoas em geral. Pois, se isto estiver acontecendo, poderemos ser considerados culpados pelos acontecimentos, ou pelo menos, receptores dos produtos.

É sabido do difícil que é saber a forma de fabricação e dos meios empregados, e que os preços muitas vezes são os fatores determinantes para fazer as compras. Todavia, podemos analisar pelas informações que recebemos, pelo que a mídia divulga dos acontecimentos internos e externos de nosso país.
Para não sermos considerados culpados a compra precisa ser feita de forma responsável. Até para isto é preciso duvidar e só definir pela compra no momento em que estamos consciente de que não estamos efetivamente prejudicando ninguém.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

DESCONHECIDOS


Convivemos quase que diariamente e por vezes por muitos anos seguidos com pessoas que nem sempre conhecemos totalmente. Pode ser que algumas de suas ações estejam escondidas, que suas reações em outros ambientes podem estar acontecendo de modo diferente do que se apresenta quando se está num mesmo meio, tornando-se desconhecidos entre dois espaço.
Uma pessoa pode agir de um jeito aqui e de outro bem diferente ali. Talvez e possivelmente faça isto por interesse próprio, por desejos e ânsias pessoais. E isto criará problemas, porque, quem tem dupla personalidade está no rol daqueles que haverão de encontrar problemas de relacionamento no futuro.
Na questão de convívio quem mantém dupla personalidade chegará em algum momento em que enfrentará algum tipo de conflito. Pode ser até que no momento leve alguma vantagem, mas isto não será para sempre. As suas atitudes o colocarão numa arapuca própria.
Mas, por não conhecermos adequadamente o próximo corremos o risco de ser engolidos por ele. Ser colega ou conhecido não é o mesmo que ser amigo, tem muita diferença nesta forma de  conhecer. Entretanto, também não é preciso ficar duvidando de tudo e de todos, criando casos com os colegas, mas sim, deve-se sempre estar atento aos meios e cumprir corretamente suas próprias responsabilidades. 

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

TRIBUTOS


Não é raro alguém tecer algum tipo de reclamação quanto a carga tributária que os cidadãos precisam pagar para os respectivos governos. Mesmo que a escala varie de país para país os tributos são a forma como os governos suprem as suas necessidades e, bem como, provêem os investimentos necessários para o desenvolvimento.

Existe a necessidade de haver uma carga tributária para que haja o desenvolvimento e o crescimento de uma comunidade, região ou país. Uma comunidade não conseguirá crescer se depender exclusivamente de ações de iniciativas individuais e/ou particulares.

Podemos até concordar que a nossa carga tributária seja alta, mas, se não estamos exigindo nada em troca do que pagamos. E aqui também precisamos considerar que não sejam benefícios próprios, mas sim, em favor de toda a comunidade que vivemos, afinal, é para fins comunitários que pagamos os tributos. 
Os impostos são necessários, mas o abuso deles não são. E por abuso podemos considerar não apenas os altos índices cobrados, mas, igualmente, nossa ineficácia em cobrar melhores ações por nossas sociedades, ou mesmo, ao aceitarmos qualquer agrado vindo de algum poder e que é pago com dinheiro exatamente advindo de impostos. Pior ainda é propor algum tipo de ajuda financeira pela realização de algo, pois, todo o dinheiro público envolvido vem justamente dos impostos que todos pagam.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.