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terça-feira, 25 de setembro de 2012

ESPONTÂNEO


O que acontece de forma natural, sem ser imposto ou mesmo sem ser plantado, pode se constituir numa surpresa agradável. É como o tipo de pássaro que aparece na janela diferente daqueles que normalmente ali estão ou mesmo o reencontrar de um amigo ou conhecido que há muitos anos não via, algo que se pode dizer tão espontâneo, acontecido de livre vontade, sem qualquer imposição, quase que ao acaso .
Como seria tão mais agradável o conviver com pessoas se tudo o que se faz acontecesse exatamente pelo modo espontâneo, sem precisar ser provocado e sequer semeado. Melhor seria que os relacionamentos fluíssem ao natural, sem imposições, sem desavenças, sem um querer ser maior do que o outro. Que os interesses próprios ficassem de lado em prol de algo mais coletivo, de um relacionamento natural.
Para muitos o que vale é o poder, mostrar que é maior, que possui mais qualidades e virtudes que o outro. É como ter pássaros presos nas gaiolas ou manter amigos pelo que se paga. Esquecem estes que o poder mais consistente está na condição de ser humilde, de saber respeitar o próximo, do ser espontâneo. Esta condição diferente é que coloca os verdadeiros líderes nos ápices mais considerados e sólidos.
Pela imposição pode-se chegar a algum posto, mas, pela conquista manter-se-á nos melhores lugares. De nada adianta impor e não ter uma base adequada, pois, se ruir a base o de cima leva o tombo maior. Todavia, aquele que constrói sua conduta em algo sólido, de maneira espontânea, estará amparado numa base firme que o sustentará no lugar onde estiver. O pássaro livre pode voltar a pousar na tua janela, mas, aquele que esteve preso vai dar um jeito de fugir para o mais longe possível. O amigo verdadeiro sempre terá vontade de te reencontrar, o comprado faz isto por obrigação.
                    
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

BEM

Estar a frente de pessoas ou de um grupo é uma tarefa desejada por muitos. É o glamour de poder comandar, de ter outros que farão aquilo que o líder deseja e ser considerado o maior entre todos. Em qualquer organização percebe-se o sistema piramidal, onde um está acima de todos e os demais servem e protegem quem está acima.
No mundo animal vemos efetivamente como se comportam os líderes. Nos animais vemos que o líder é aquele que protege a todos os seus, que luta por sua tribo e está sempre a frente da mesma. Entre os gansos percebemos que a liderança é algo momentâneo, que alguém assume a dianteira do bando até ficar cansado e depois passa a integrar o fim da fila para poder descansar e permitir que outro puxe o voo. Assim temos tantos exemplos, onde liderança é algo de benefício coletivo e não individual.
Entre os humanos parece que a liderança acontece de uma maneira tanto quanto diferente. O líder é alguém que quer tirar o maior proveito possível a seu favor, pouco pensa no coletivo, sequer proteção adequada oferece aos seus e dificilmente permite que outro exerça conjuntamente a direção integral. Na verdade, os líderes humanos deveriam se espelhar na conduta dos animais, que nos mostram a verdadeira forma de ser líder.
Quando se diz que as crianças possuem uma característica ímpar de relacionamento, é porque elas conseguem brincar, ocupar seus espaços e no dia seguinte começar tudo de novo e deixam de lado inclusive a desavença que por ventura houve no dia anterior. Esta é a humildade que os líderes precisam ter, de saber enfrentar o hoje e no dia seguinte começar tudo outra vez, juntando todos em seu bando, inclusive aqueles que não se comportaram direito. Pois, somente mantendo eles integrados é que estes outros terão a possibilidade de fazer o bem e ajudar aos próximos, sem ficar pensando em retaliações ou vinganças.
                    
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DOPAMINA


Certamente que o viver nos dias atuais seja muito mais complexo que o de apenas alguns anos atrás. Hoje as pessoas estão envoltas de mais atividades por fazer, cercados de um mundo virtual que cria tantos conhecidos, com tempo escasso para poder cumprir com tudo o que tenha por fazer e ainda responder aos seus próprios anseios. Existem momentos em que o sistema nervoso, o gerenciador de nossas atividades, entra em parafuso pelo muito que tem por comandar e já não sabe o que fazer direito, principalmente o cuidar de si.
Quando arrumamos tempo para tudo, menos para nós, estamos deixando de fazer o fundamental: cuidar de nós, de nossa saúde, de nossa vida. Os outros, cada qual, irão cumprir com suas obrigatoriedades, provendo suas próprias e naturais dopaminas. Cabe a nós fazer o mesmo, mas, que seja por si, sem esperar que venha de forma gratuita.
Se nossos antepassados não tinham uma vida tão agitada e ainda assim viviam felizes, talvez seja porque no tempo deles o que havia por fazer era bem diferente do hoje. Eles faziam um pouco em cada dia, mas, viviam cercados de pessoas. Antes o mundo não estava tão próximo, as fronteiras não ficavam a vista dos próprios olhos. Hoje, em quase tudo encurtamos distâncias, somente na ligação afetiva entre as pessoas é que afastamos o modo de relacionar-se.
É preciso de dopamina para estimular os neurotransmissores a alcançar a felicidade. Mas, melhor é fazer ela própria brotar de dentro de nós, pela motivação e satisfação do que estamos fazendo. Certamente tem muito dela dentro de nós, todavia, infelizmente, deixamos esquecida no fundo de algum lugar de nossas mentes. A forma mais abundante de encontra-la é no bom relacionamento, nas amizades verdadeiras e no tempo que dedicamos para cuidar de nós mesmos.
                    
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

RETRATAÇÃO


Quando alguém fala algo de errado referente à outra pessoa, a fim de redimir-se ela faz uma retratação pública. Isto normalmente acontece através de uma conversa franca entre os envolvidos ou via imprensa escrita ou falada, para que haja a adequada proliferação dos fatos verdadeiros. Sem este ato o que foi plantado e que não é correto vai sendo disseminado e prejudicando quem seja inocente.
A retratação é um ato jurídico existente muito utilizado por quem queira se defender publicamente de ataques verbais recebidos. E acaba por contradizer exatamente aqueles que falaram o que não deviam, que espalharam mentiras e tentaram prejudicar quem não merecia. Tem a missão de salvaguardar os inocentes que foram alvejados pela ira de determinados agressores inescrupulosos.
Ao longo de nossa existência passamos por muitas situações parecidas, enfrentando agressões contra nós mesmos. Todavia, não são somente atos praticados por terceiros contra nós, mas, nós é que atingimos a nós mesmos. São os momentos em que sonhamos em ter algo, que ansiamos em conquistar determinada coisa, ou que pensamos em fazer algo que venha a nos satisfazer. Entretanto, com o passar dos dias acabamos abortando nossas inciativas, deixando de lado o que tanto queríamos, talvez por covardia ou por falta de iniciativa.
É nestes momentos que deveríamos fazer a retratação a favor de nossos ideais, corrigir a rota e voltar a permitir o caminhar em direção dos sonhos. Não podemos, jamais, parar de desejar, de almejar conquistas. Uma pessoa sem ideais é uma pessoa morta. Ousamos nos retratar, pedir perdão a nós mesmos pelo quando fracassamos dos nossos ideais. É preciso reencaminhar nossos pensamentos em direção dos nossos desejos. Tem tempo de nos redimir das agressões que provocamos, basta retratar-se com nós mesmos.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ESCARRAR


Numa corrida de carros o piloto sente que está fazendo uma boa prova, mas, de repente ele recebe ordem do seu grupo para deixar determinado piloto lhe passar. Talvez o que será feito é um trabalho de equipe, uma necessidade para privilegiar alguém que esteja numa melhor condição ou que seja o preferido dos que mandam, mesmo que isto se configura numa atitude antidesportiva.
Esta situação pode ser muito parecida com o que acontece realmente no mundo dos eventos, mais vista em práticas automobilísticas do que nas outras.  Todavia, também acontece em competições de ciclismo, corridas a pé e tantas outras, inclusive em atividades coletivas, onde os atletas são obrigados a fazer determinada coisa mesmo estando contrariado.
Entretanto, o fato de escarrar não é exclusivo do mundo desportivo. Quantas pessoas são obrigadas a fazer o que não querem, pagam por algo que não desejam. Para agradar aos que o circundam ou mesmo para evitar um conflito maior, muita gente acaba cedendo espaços para terceiros, deixando de fazer o que tanto gostariam. 
O simples fato de ter que falar o que não desejaria apenas para satisfazer alguém já se constitui num atitude contrária a pessoa. Mas, o fazem exatamente para manter a amizade e o bom relacionamento. É nestas horas que a pessoa se retrai, fecha-se no seu canto e evita um conflito maior. Por vezes, faz para manter as aparências e evitar um desgaste maior entre os envolvidos. Quem sabe isto será escondido por anos ou por toda vida, sem que todos saibam exatamente o que aconteceu. É um escarrar, e quem o faz vai pagar muito caro por algo que não deve.
                     
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

DISPERSAR


Entende-se que quando um jogo termina a torcida sai dos seus lugares e segue para a área da dispersão. Igualmente, quando uma escola de samba conclui sua apresentação na passarela os seus integrantes vão para a dispersão, de onde seguirão cada qual para o seu caminho seguinte. Isto se constitui no ato de dispersar, ou seja, separar as pessoas, que em grupos ou individualmente seguirão seus respectivos trajetos para cumprir com o mais que possuem.
Este espalhar é fato corriqueiro e necessário. Existirá instante em que o grupo precisará ser desmanchado, que cada qual deva seguir o seu próprio caminho. Afinal, não dá para viver dentro de um estádio ou mesmo eternamente numa passarela, os integrantes devem entender que possuem compromissos que estão afora destes lugares. Haverá o momento necessário onde cada qual deva buscar o seu próprio eu.
Por mais que esteja satisfatório permanecer no lugar onde esteja, na boa convivência com o grupo que pertença, é preciso deixá-lo de lado para seguir ao que mais se pertença. Pode ser que amanhã ou em outro dia haverá de estar novamente agrupados, mas, antes,  é preciso voltar valorizar o que seja seu.  
Podemos e devemos conviver em grupos, participar de atividades, fazer e desenvolver ações coletivas e sociais. Mas, também, precisamos cuidar do que seja nosso, o lado pessoal de cada qual, para não perder exatamente o que esteja dentro de nossas casas, embaixo do nosso nariz.  

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ÉS


Olhando no horizonte podemos ver coisas que nem sempre são exatamente como a imagem representa ser. Mas, ao olharmos de perto, vimos o que ela realmente seja. Isto, na verdade, é motivado por uma ilusão de ótica, pois, visto de longe não temos a qualidade de identificar 100 por cento o que é, enquanto que próximos temos condições de chegar mais próximo possível da realidade.
Assim, também, vem a ser o que são as pessoas. Aquelas que acompanhamos de longe, que não temos uma convivência mais próxima, podemos ter uma impressão, talvez acreditamos que ela seja de um jeito específico. Todavia, quando se convive mais proximamente coisas novas haverão de surgir, o sujeito que parecia ser de um jeito é na verdade bem diferente do que imaginávamos.
Para se ter uma avaliação adequada de quem quer que seja é preciso conviver com ela. Qualquer juízo que formos apresentar deve ser feito baseado no que seja verdadeiro, neste caso, no que realmente é, conjugando na segunda pessoa do presente do indicativo. Suposições ou pelo visto de longe não são qualificações adequadas para tecer qualquer julgamento. 
Num engarrafamento de veículos a tendência é de perdemos tempos por vezes preciosos por não poder andar adequadamente. Quando julgamos pessoas por uma ilusão de ótica estaremos colocando ela numa situação parecida, onde encontrará dificuldades de seguir adiante por algo que falamos desmedidamente. Efetivamente a pessoa precisa ser conceituada pelo seu és de verdade e não por suposição que terceiros anseiam em causar.

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

DESEMPENHO


Os atletas têm suas capacidades medidas pelo desempenho que alcançam nas provas que disputam. Em qualquer forma de competição é o resultado como um todo que servirá como base de consideração. Mas, para chegar é preciso que haja uma preparação adequada e necessária, por vezes árdua e bastante dolorosa, mesmo que o momento final seja preponderante. 
Preparar-nos para chegar, subir no podium, alcançar o lugar mais alto de nossos sonhos, certamente é algo que devemos almejar constantemente, fugindo da condição de apenas sermos figurantes das atividades ou meros espectadores. É preciso constituir-se em pessoas de alto desempenho, que alcançam o que almejam e completam as corridas que decidem participar.
Participar é importante, vencer é um dos resultados. No mundo são lembrados os que se destacam de uma ou de outra forma, enquanto que os coadjuvantes não passam de meros despercebidos que a história não marcará. Por isso é que o desempenho que alcançamos torna-se importante em nossas vidas.
Podemos não ser o melhor, nem estar entre aqueles que sobem o lugar mais alto. Mas, o que formos fazer tem que ser feito com muita dedicação e esforço, predicado que já nos dá a condição de estar ali, brigando entre os que vencem. Isto significa vencer a vida por suas qualidades e não querer receber tudo de mão beijada, como se fosse presente. É pelo nosso desempenho e esforço que alcançaremos a verdadeira bandeira da vitória.

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ACOPLAR


Diz-se que uma andorinha só não faz verão, da mesma forma podemos dizer que uma pessoa sozinha terá mais dificuldades para alcançar seus intentos. É preciso a junção de energias para vencer os obstáculos e fazer valer a força da cooperação. Dois ou mais se bem unidos terão mais competência do que alguém que esteja só.
É o acoplar que faz a transferência de energia de um para o outro. Juntas, pessoas poderão produzir o trabalho de maior vulto, alcançando até mesmo aquilo que muitos consideram ser difícil. É o trabalho de vários braços e mentes que leva a vencer os obstáculos que por ventura existam. O que sozinho se torna impossível, no muitos isto fica muito fácil de ser resolvido.
Nossos problemas existem, mas, não exigem que somente nós os solucionemos. Precisamos abrir eles e também apresenta-los a quem possa ser o acoplamento necessário em busca da solução. Por vezes um simples conversar com outra pessoa sobre o que está acontecendo já permite uma luz em busca da saída. Se, todavia, permanecermos com os problemas presos dentro de nós poderemos não ter o recurso imediato e sequer damos a chance de um terceiro nos ajudar.
Na nossa constituição de ser fomos dotado de sons, do falar e do comunicar. Se temos esta capacidade, a ela devemos recorrer nas nossas aflições. Falar sobre os nossos problemas não é choramingar a toa, mas, é sim, acoplar nossas necessidades a alguém que possa nos ouvir e entender. Este simples fato de ter alguém para ouvir e entender já é o descarrego da aflição, pois, se ao contrário, ela ficará isolada dentro de nós.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
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O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ATENTADO


Bombas colocadas em local de grande aglomeração de pessoas, aviões arremessados contra prédios onde milhares de pessoas trabalham, carros guiados contra pessoas e outras tantas formas de atentado contra a vida são praticados em todo o mundo. Por razões diversas, mais por questões nacionalistas ou até de caráter pessoal, pessoas ou grupos atentam contra outras, achando que com isto estarão solucionando os problemas do mundo. Estes são apenas alguns exemplos do que a tirania pode fazer, este despotismo e ingratidão que invade alguns que se acham os poderosos e os donos da verdade.
Mas, não apenas são estes os tipos de atentados que acontecem quase que diariamente no mundo todo. Existem outros, não tão amplamente divulgados pela mídia, que, todavia, promovem estragos de grandes proporções. Constituem-se nestes os que nós fazemos contra nós mesmos, quando atentamos contra nossa liberdade, nossos desejos e nossos sonhos. Se olharmos em nossas vidas, naquilo que deixamos de fazer por causa de algum terceiro, vamos entender que já atentamos contra nós mesmos. Há tantos que comentem atentados quase que diariamente em suas próprias casas, nos seus ambientes de trabalho ou na sua vida social.
Por vezes estes atentados são pequenos, poucas proporções representam, entretanto, há outros que mudaram o jeito de ser das pessoas. Quando deixamos de receber o que é o justo, quando nos privamos de fazer algo que gostaríamos, quando largamos o que é nosso simplesmente para não entrar em conflito com terceiros estamos atentando contra nós mesmos. Largamos o nosso direito, os sonhos e desejos estritamente para satisfazer os outros. Isto é o correto?
Valorizar o próximo é uma obrigação de cada um de nós, mas, subvalorizar a nós mesmos não é o adequado. Neste mundo de atentados precisamos respeitar primeiramente o que é nosso e a nós mesmos. Saindo do conflito próprio melhor nos relacionaremos com os próximos, viveremos sem atentados e muito mais seguros e conscientes do que estamos fazendo.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.