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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

ENCARAR

O tempo devido

Os desafios que a vida apresenta nos são impostos na medida em que podemos recebê-los. Ao mesmo tempo em que se constituem adversidades são também partes de nossas conquistas, o resultado do empenho de superá-los. É degraus da vida, a necessidade que temos de subir, de sair no nosso plano básico de viver para conquistar um algo maior. Nada nos vem sem que tenhamos a capacidade de encará-los, suportá-los e buscar a devida vitória. Afinal, somos seres humanos, temos habilidade, inteligência e competência para encarar os desafios.

Tudo são etapas que precisamos enfrentar gradativamente. Quando crianças tínhamos as brincadeiras e os relacionamentos como desafios; crescemos, viramos adolescentes, as mudanças começam a surgir e o conflito com o mundo passou a ser nossa principal bandeira; depois veio a idade de ser jovem, de conquistar o mundo, de fazer as mudanças acontecerem; em seguida encararmos a fase adulta, o tempo da responsabilidade e das colheitas;  e assim chega o final de nossas vidas, a velhice, tempo de curtir o que se construiu. Cada etapa tem sua importância, nenhuma delas deve ser desprezada, é o conjunto que forma a nossa grande vida, não apenas uma fase delas.

Nenhum dos nossos desafios enfrentados é maior do que poderemos encará-los. Em qualquer fase, apenas ganhamos o que suportamos. Ou melhor, encaramos o que sabemos que podemos vencer. Ninguém vai a uma guerra contra um inimigo maior que si, neste caso, procura uma forma de se render ou de se aliar. Da mesma forma que para a guerra existe a provocação de alguém, igualmente a vida nos provoca no seu devido tempo a encará-la e vencê-la. E é isso que devemos fazer, sem medo de perder e de ser feliz.


   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

BADALADA

A hora chegou


Alguns relógios são construídos para informar de tempo em tempo horários pré-definidos. Normalmente de hora em hora apresenta algum sinal ou badalada, alertando os próximos para o horário que chegou. Servem de instrumento de orientação mesmo para aqueles que não estão de olho no relógio, até mesmo os cegos, podendo ser de dia ou de noite. Um alerta audível, assim é o relógio com algum tipo de barulho. Informa-nos de forma sonorizada a hora que chegou. Não precisamos ficar atentos ao marcador de tempo para saber da mudança que está acontecendo.

Além de relógio pouco temos de orientação para saber a hora certa do agir e do fazer acontecer.  Mais somos movidos pelas nossas culturas e conhecimentos, no achar o que é certo ou errado. Por vezes passamos anos de nossas vidas esperando uma badalada, para que possamos mudar rotas e caminhos, ou então, seguir no mesmo ritmo de sempre. Para as decisões da vida praticamente temos só a consciência que nos sirva de guia. Sequer contamos com a certeza de que aquilo que fazemos está certo ou errado.

Se a hora chegou, apenas o relógio pode dizer algo. De resto, tudo é intuição, vontade e ação. Realmente, pouco sabemos qual a hora certa do que vai acontecer. Entretanto, devemos estar sempre vigilantes, esperar de espreita, estar atentos ao que acontece ao nosso lado. Talvez, sem qualquer sinal algo venha a mudar bem ao nosso lado e se não estivermos atentos poderemos perder uma grande oportunidade.

   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ENCRUZILHADA

Escolhendo caminhos



A existência de encruzilhadas é parte de qualquer estrada e são tão necessárias para que haja oportunidade de novos caminhos e para um adequado movimento do trânsito. Se houvesse apenas uma via todos partiriam para a mesma direção, sempre com igual objetivo, provocando algum engarrafamento ou excesso de pessoas num único lugar. Existindo encruzilhadas podem-se optar por caminhos diferentes, por novos objetivos, escapar dos congestionamentos ou somente para se conhecer um novo lugar.

Idêntico aos mapas das estradas temos opções reais em nossas vidas, que são encruzilhadas, as quais se apresentam para podermos escolher caminhos que podemos seguir. Quem sabe estejamos numa via rápida, indo em direção de um futuro já corriqueiro, onde muitos se amontoarão, mas, a nossa frente aparece alguma encruzada nos dando a possibilidade de mudar o rumo e seguir por outro caminho. Haverá momento em que poderá ser interessante analisar a rota e escolher por onde ir: ou pelo velho e conhecido trânsito engarrafado ou por uma trilha diferente cheia de novidades e coisas novas para se conhecer.

É preciso analisar as encruzilhas e ver onde ela poderá chegar. Se nos der uma nova e adequada possibilidade, pode vir a ser uma boa opção. Mas, se não passar de um marasmo, de um desfiladeiro que não leva a lugar nenhum, melhor é seguir o caminho tradicional.


   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

INSETICIDA

O que mata pelo ar


O uso de preparos químicos para matar insetos é algo corrente, tanto nas áreas agrícolas quanto nas próprias cidades. Sempre que houver uma infestação de determinados insetos os que se sentem prejudicados fazem uso de algum inseticida, para jogar sobre suas plantas ou nas regiões atacadas. E o resultado é quase que eminente, logo se vê os insetos caídos no chão, mortos pela ação do preparo.

Tão exterminador quanto os inseticidas podem se tornar as palavras, no meio dos seres humanos. Alguém que espera uma palavra de apoio e consolo, mas, recebe um tremendo de um desalento, irá sofrer com a contrariedade do que esperava. Outro que tenha algum projeto em mente e está motivado para tal, todavia, os que estão ao seu redor lhe enchem de pessimismo e más notícias, irá desistir de seus ideais em função da negatividade plantada ao seu lado.

Se uma pessoa quer matar a outra, basta ser contrário aos seus sonhos, desmotivar nos seus projetos, falar com pessimismo de todas as possibilidades que esteja aventando, enfim, é só destruir os ideais de quem esteja planejando. É matar pelo ar, pelas palavras jogadas ao vento, muitas vezes sem qualquer fundamento. Ao contrário, o que quer o melhor do outro, motivará nas circunstâncias necessárias, logicamente, alertando para as eventuais dificuldades, mas, colocando-se a disposição para ajudar. O que dá vida é aquele que age como o fertilizante, o que fortalece a plantação, dando-lhe os nutrientes adequados para o bom crescimento.


   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este a
utor.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

ALTEZA

 
O rei verdadeiro


Alcançar a condição de alteza é um privilégio de poucos. Em qualquer grupo que possa existir, muitos poderão fazer parte, mas, apenas um conseguirá se tornar o maior. Normalmente o mais forte ou o mais inteligente, ou ainda, o que tiver preferência em alguma linhagem genética, é que ocupará o posto de destaque junto aos seus. Chegar ao topo ainda é até mais fácil do que permanecer nele.

O verdadeiro rei é aquele que conserva-se com o seu povo, não o abandonando por motivo qualquer, nem propostas que o beneficiem individualmente lhe tiram da responsabilidade e condução de sua gente. Suas causas são mantidas, mesmo que contrariedades possam acontecer. Ele não foge das dificuldades e responsabilidades, não obstante que propostas vantajosas lhe sejam apresentadas continua firme na sua conduta e no compromisso. O verdadeiro majestoso segue sempre ao lado dos seus, mesmo que esteja prestes a perder tudo o que tem.

É mantendo-se assim que este rei chegará a glória, ao cumprimento adequado de sua missão. Será sempre um ídolo junto aos seus súditos, por gerações haverá de ser lembrado pela atitude corajosa de não fugir do compromisso que lhe foi imputado, de um verdadeiro rei que sequer as dores lhe tiram do posto. Quem quiser ser o rei é assim que deve portar-se, como o primeiro de sua gente, não importa se para guiar sua gente ou para os defender por primazia.


   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SINCERIDADE

O justo juiz



Atitudes são tomadas a todo o momento, sejam elas para o bem ou para o mal. Tantas destas fazem no oculto, as escondidas, sem que ninguém aperceba do que está acontecendo. Há os que pensam que suas atitudes são adequadas e corretas, as camuflam porque não querem propagação de suas virtudes, do ser sincero. Outros, precisam mesmo encobrir o que estão fazendo, por se tratar de um dano, um ato inadequado, um dolo contra alguém ou quem.

Para o bem ou para o mal, atos e coisas podem ser feitas as escondidas, sem que ninguém as veja. Ninguém, relativamente, pois, apenas pensam que não se vê atitudes. Para o justo juiz nada passa despercebido, tudo o que se faz, não importa onde, está sendo visto e analisado. E no dia derradeiro isto virá a tona, quem sabe ainda em vida ou na passagem dela.  E onde está este justo juiz?

Se analisar que nós pensamos e analisamos, ele está conosco. Chegaremos ao tempo em que pensaremos e analisaremos nossos atos, buscando saber o quão verdadeiro fomos, qual o saldo que temos. Teremos a condição de nos salvar ou de nos condenar. Isto será visto pela qualidade de vida que levaremos ou pelas angústias que sofreremos no tempo final. Neste tempo, se nossas atitudes foram inadequadas, nossa própria consciência nos desaprovará, fazendo-nos pagar por nossos erros. De muitos se pode esconder, mas, de nós mesmos nada nos passará. Mas, ser sincero, nos permitirá receber a coroa da justiça.


Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COMPENSAÇÃO

Equilíbrio

Os correntistas de bancos podem utilizar de folha de cheque como forma de pagamento de suas dívidas. Ao adquirirem algo, emitem um cheque no valor da compra, o qual o vendedor apresentará ao respectivo banco para receber o seu direito. No banco este procedimento é chamado de compensação, assim, na proporção dos números escritos e, havendo saldo na conta, o numerário será transferido ao portador do cheque.

O exemplo é do cheque, mas, corriqueiramente pessoas passam dando e recebendo, valores que se alteram para mais ou para menos. E como fica o saldo quando do confronto das contas? Oferece-se tantas coisas, presenteia-se com isto ou aquilo, pede-se por aqui e acolá, um dá desmedidamente para o outro sem ter nada em troca. Na lei das compensações tudo isto haverá de ser medido. E quem não tem saldo para pagar suas dívidas responderá com o que tiver de mais precioso para compensar o que ficou no negativo, quem sabe, com a própria vida ou liberdade.

É melhor educar desde cedo, para a conta não ficar no vermelho. Se um pai dá algo para o filho, deve pedir algo em troca, um simples gesto de ação e gratidão já poderá ser suficiente. Ou será que ninguém nunca ouviu falar de determinado filho que teve tudo na vida e se perdeu nos descaminhos? Será que isto aconteceu por um acaso ou por dívidas compensatórias?  É melhor ter saldo para pagar o cheque do que ter o mesmo carimbado e devolvido para o credor. A ira de quem tem a receber pode ser enorme, ao ponto de exigir do devedor o que ele tem de mais precioso.


   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

MORCEGAR

Tirar proveito


Algumas aves e animais considerados irracionais que habitam nossas regiões têm por hábito tomar alimento alheio para o seu sustento. Estes invadem plantações e até espaços preparados com afinco por alguém e consomem desmedidamente o que encontram pela frente, sem se preocupar com quem seja o responsável por este alimento. Tomam para si mesmo que nada fizeram, nenhum esforço dedicaram àquela plantação e seu devido cultivo.

Pares destes animais se encontram em todos os lugares, aos quais também chamamos de pessoas. São aqueles que tiram proveito do alheio, buscam sua satisfação por aquilo que outros lutaram. Pode-se citar que estão dentro das famílias, nos ambientes de trabalho, nas escolas, nas comunidades, nas sociedades etc; estão por todos os lugares de vida ativa. Estão a morcegar, esperando que alguém faça por ele, para a satisfação de suas próprias necessidades.

Se a vida plena exige a paridade entre as pessoas, então, um não pode tirar proveito do outro. Cada qual precisa buscar com seus esforços o seu próprio sustento, o pagamento de suas necessidades. É claro que um pode saciar-se mais que o outro, afinal, ele trabalha para isto. Pior não é o que tem muito, mas sim, o que nada faz para prover sua própria satisfação, seja em casa, na rua, no trabalho ou na sociedade. Enquanto um tiver que fazer mais pelo outro, haverá dívida e juros sendo gerados para o devedor.

   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

COMPORTAMENTO

Permanecer firme


Muitas são as circunstâncias que enfrentamos no dia-a-dia e que norteiam para lá ou para cá as nossas condutas. No passado talvez tivéssemos um pensamento, amanhã estaremos com outras ideias, mas, hoje estamos possivelmente a pensar de um jeito diferente destes dois tempos. Podemos ser movidos por momentos, por aquilo que estamos passando, pelo que a vida se apresenta no agora, na necessidade real. Entretanto, isto tudo se chama fragilidade.

O que atesta a vida de uma pessoa é sua conduta, o jeito como viveu seu passado, os passos presentes e suas intensões para com o amanhã. Quem permanecer na integridade alcançará os melhores lugares e a coroa da justiça, enfim, ganhará a vida. Pois, viver é ser livre, seja no ontem, no hoje e no que há porvir. Franco e firme nos seus procedimentos.
Nosso comportamento norteará o que seremos e onde poderemos chegar. Não importa o que faremos, se teremos dificuldades ou vida mansa, é pelo que ousamos enfrentar que seremos julgados. De nada valerá nossos bens terrenos se os conquistamos com o abuso de terceiros. Ter privilégios será insuficiente, se o que construímos foi sob a desgraça alheia. Para alcançar a coroa da justiça é preciso ter conduta, permanecer firmes nos seus ideais e projetos, seja nos bons ou nos momentos ruins, sem trapacear ou passar por cima de quem quer que seja.



Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

EMPUTECER

Deixar furioso
Há pessoas que possuem uma paciência acima da média, conseguem aguentar os resvalos com tranquilidade peculiar, suportam cargas pesadas por mais vezes, enfim, têm tranquilidade no trato com as coisas de tal forma que chegam a ser quase gelados. Tudo o que acontece em sua volta é tratado com calma, sem atropelos, numa bonança ímpar, sem ser afetado ou ficar enfurecido por aquilo que esteja passando. Pode chover torrencialmente que ele continua assim, sereno, tranquilo, calmo. Mas, nem todos são assim.

Para tudo existe uma medida, até mesmo os almudes possuem tamanho,  o que receber mais que sua capacidade comporta irá derramar. Assim acontecerá com quem estiver sendo testado, atingido ou afetado, mesmo com a condição serena de ser calmo ele possui seus limites e quando chegar na sua linha de restringimento,  transbordará. E neste ficar furioso tudo o que estiver na sua frente poderá vir a ser destruído ou retaliado.

Melhor é evitar levar o próximo ao seu limite. Coisas como desconfianças, xingamentos, ciúmes exagerados, provocações, imposições, derrotas, soberbia etc, só servem para ir enchendo o saco da paciência, até no mais calmo dos calmos. O que se dirá dos não pacienciosos? Antes de emputecer alguém devemos avaliar onde queremos chegar, se realmente vale a pena provocar tal ira. Afinal, há coisas pela frente, outros dias para viver. E melhor do que deixar qualquer conviva furioso e desconfiado é manter a política da boa vizinhança.

   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.