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sexta-feira, 14 de maio de 2010

FALSO

Com o domínio que a internet vem conseguindo, especialmente no que tange aos contatos sociais, surge uma nova figura no relacionamento: os fakers. Esta palavra, de origem inglesa, é o mesmo que falso, ou seja, é algo que não existe, é uma estória e nada mais.
Pessoas se passam por fakers no sentido de mostrar o que não são. Inventam alguma coisa que gostariam de ser, mas, na verdade, não possuem esta capacidade real. Postam fotos de outros, maquiam suas próprias fotos, copiam textos de terceiros, proliferam opiniões e criações feitos por outros. Nada do que colocam na internet é seu próprio, ao contrário, pertence a outro que normalmente sequer conhece.
Além de tudo, muitos se utilizam do meio internet para esconder suas deficiências e timidez. Igualmente são pessoas falsas, porque quando forem encarar a realidade de frente hão de sofrer. O que somos, em qualquer lugar que seja, temos que encarar de frente; feio ou bonito, não importa, há lugar para todos.
Mas o falso, este não persiste. Chegará um momento em que terá de sair de cena, pois, por ser falso, não conseguirá manter o seu joguinho. Mesmo que sua criatividade seja grande, ele é falso, ele não existe: e se não existe, não persiste.
Cuide com os teus amigos, principalmente aqueles que você ganhou via internet. Se a estória dele for confusa, duvide, questione. N´alguma resposta ele entrará em contradição, ai você descobrirá se ele é falso.
E, pior de tudo, é se envolver com alguém que seja falso. As conseqüências poderão ser terríveis. Se quer alguém, um amigo ou companheiro, busque quem seja real; e ele poderá estar ali, do teu lado, bem próximo de você.

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

quinta-feira, 13 de maio de 2010

LEALDADE

Uma das coisas que mais esperamos das outras pessoas é a lealdade para conosco. É poder ter confiança de que aquilo que estamos fazendo e até o que lhe falaremos ficará entre nós quando não queiramos que isto se propague.
O ser humano tem a necessidade de conversar, de expressar para outros os seus sentimentos, angústias, vitórias etc. E faz isto talvez não com o sentido de se auto-promover, mas sim, para colocar para fora de si coisas que estejam lhe angustiando, até para ouvir de seu semelhante uma opinião e um conselho.
É nesta hora, em que se precisa do outro, que a lealdade precisa ser valorizada. Ser leal com seu amigo ou amiga é muito mais importante do que enchê-lo(a) de presentes ou de elogios. É estar com ele(a) nos seus momentos mais necessários, inclusive quando da necessidade de desafogo por palavras, o que chamamos também de “desembuchar”.
 A lealdade deveria ser uma característica de cada um de nós, e não apenas uma expectativa. Podemos ajudar nosso próximo, ser fiel a ele, constituindo-se no suporte dos seus momentos, mesmo que sejam nos extremos. Assim, maior amigos nos tornaríamos, mais importantes seríamos para estas pessoas.
Mas, esta lealdade não pode ser de uma via apenas, porque, do nosso lado, também, devemos oferecê-la a este amigo que nos ajudou. E quanta ingratidão seria se rompêssemos esta boa relação de confiança e reciprocidade.

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

SELO

Para validar documentos e cartas,  certificar determinada origem de um produto ou serviço, usa-se selos específicos como referência. Ao vermos o selo e a assinatura que nele contém sabemos da procedência e da segurança oferece.
O selo vem sendo, ao longo de muitos anos, a identificação segura de originalidade. Se contém selo e ele mostra quem o emitiu podemos confiar, pela instituição que o certificou. E mais: esta instituição deve ter avaliado os procedimentos utilizados pela empresa para poder emiti-lo.
Como pessoas não temos como ter um selo atestado por uma instituição, um selo de colecionador. Mas, temos o selo que nos é emitido como reflexo de nossas ações: outras pessoas nos carimbam pelo que fazemos; somos rotulados pelos atos que cometemos.
E este selo que recebemos publicamente pode andar conosco por muito tempo. Se for por boas ações, melhor. Mas se for por atos errados, o selo pode nos dar um peso indesejável,  que haverá de nos seguir por mais tempo que desejamos.
Ter um selo de boa qualidade é interessante e abre portas. E quantas pessoas podem se utilizar deste selo por muito tempo, pois seguem as regras que aquele tipo de selo indica. Enquanto estiver cumprindo com as normas estabelecidas a utilização do selo bom lhes será permitido e ele poderá usufruir dos benefícios que este selo proporciona.


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.


terça-feira, 11 de maio de 2010

LEMBRANÇAS

Você se lembra o que estava fazendo na semana passada exatamente a esta mesma hora? É bem provável que depois de pensar um pouco haverá de se lembrar onde estava, mas será que de tudo o que estava fazendo?
 Algumas pessoas até possuem a facilidade de lembrar  da roupa que estavam vestindo, as cores que viram, as pessoas e os locais onde estiveram. E irão lembrar disto por mais alguns dias. Outros irão guardar para si acontecimentos que nada têm a ver consigo, tais quais os incidentes terríveis mostrados pelos meios de comunicação de massa.
Sim, lembramos de algumas coisas, mas nem sempre de tudo o que precisamos. Lembramos do passado, mas será que lembramos do que temos que fazer no presente? Estamos realmente vivendo o hoje ou estamos mais preocupados com o que se passou por nós?
Se lembramos do que passou, muito mais precisamos estar atentos ao que existe a nossa frente. Questões como preconceitos, ódios, rancor etc são fatores que precisamos ter sempre a frente de nossa mente exatamente para não infringirmos qualquer uma delas. Não adianta passar um tempo e vir o remorso por atitude tomada anteriormente; melhor é ter a consciência de que estes atos não podem ser praticados, em momento algum.
Se estamos conscientes, se lembramos de nossas responsabilidades e obrigações, certamente estaremos lembrando do mais importante de tudo, que é o viver agora, exatamente o momento mais importante de nossas vidas. O que passou pode ser uma base, mas o que está acontecendo agora é o que estamos vivendo.


           O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

VERDADEIRA

Você ama o teu amigo de verdade ou apenas curta a companhia e bons momentos com ele? Para responder a esta pergunta, outra precisa ser formulada: você está com o teu amigo em todos os momentos ou nos seus momentos de dificuldades você sequer fica sabendo do que ele esteja passando?
Pode parecer coisa das mais simples, mas quando se ama, e amizade também tem desta afeição, está-se com este amigo em todos os seus momentos. A amizade verdadeira é aquela em que o amigo acompanha o seu amigo na alegria e na tristeza, na dor e na comemoração.
Diante disto temos realmente como descobrir de quais pessoas nutrimos amizade verdadeira. É só buscar aquelas que damos atenção em todos os momentos, que sabemos efetivamente o que está acontecendo com ela; se alguém perguntar deste amigo, saberemos responder mesmo o que lhe está acontecendo. Afinal, ter amizade com alguém é estar ligado por afeição recíproca.
Não que devemos interferir na vida deste amigo, mas, estar a par do que lhe acontece é muito importante para a manutenção desta amizade. Muitas amizades se perdem porque nos momentos difíceis que o amigo esteja enfrentando os “amigos” somem de sua convivência. Talvez, queiram amar a amizade somente nos momentos bons, de festa e partilha, e fogem quando precisam fazer algo por este amigo.
Ter amigos é muito bom. Viver a amizade, melhor ainda. Que tenhamos amigos, os quais devemos amar. O resto, são apenas conhecidos.

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
Pós-graduando em Marketing e Vendas.
O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

ENGANO

Nem tudo que reluz é ouro. Nem tudo que é amarelo é valioso. Há muitas coisas parecidas entre si mas não possuem a mesma qualidade e valor. Podemos facilmente nos enganar com algo, pensando que é mas não é.
Como entender exatamente o que esteja acontecendo, se vemos algo, ligamos isto a determinada situação, mas talvez não seja exatamente aquilo que pensamos? Seria fruto de nossa consciência entender do jeito que queremos e não o jeito exato como deve ser?
Sim, podemos nos enganar, trocar valores e até achar que estamos certos quando na verdade estamos errados. Isto é fruto do valor que damos a isto ou aquilo, medidas que nem sempre combinam com as de terceiros. Nós pensamos, os outros também pensam, mas nem sempre nossos pensamentos são os mesmos.
Estar enganado podemos dizer até que é natural, afinal, somos seres pensantes. Agora, quando alguém quer nos mostrar que não estamos certos e insistimos com nossos pontos de vistas, aí, já não é mais tão natural assim. Devemos avaliar que se continuarmos, e estivermos errados, as conseqüências serão nossas.
Ser prudente talvez seja a maneira mais correta de ser. Não tomar atitudes impróprias no calor de uma discussão, ouvir o que as pessoas têm a nos dizer, procurar olhar o que acontece ao nosso redor, são procedimentos adequados para não ficar enganado.

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

quinta-feira, 6 de maio de 2010

ABRAÇOS



Incompreendidos por muitas pessoas o abraço é uma forma de carinho que carregamos desde quando fomos crianças. Podemos não nos lembrar mas muitas vezes fomos pegos no colo por dezenas de pessoas,  incontáveis abraços recebemos e oferecemos, e outros carinhos feitos em nossas bochechas. Mas, certamente, foram muitos.
Adultos e outras crianças trocam este tipo de carinho que é sem preconceito e sem malícia. Nem sabemos se as crianças efetivamente gostam disto, pode ser que alguns carinhos sejam chatos para elas, mas quando retribuem com um sorriso ou com outro abraço é porque querem também este afeto.
Quando em fase adulta muitos param de abraçar seus familiares, colegas, amigos etc. Acham que é desmedido, talvez assédio. Mas, há diferença em dar colo para uma menininha e abraçar uma pessoa que esteja a nossa frente? Talvez haja para quem tem mente suja e não sabe separar a afetuosidade da sexualidade.
O carinho entre as pessoas é coisa de criança mesmo. Vem de lá sim, quando éramos pequenos. Porque criança não olha para o lado do preconceito, não desvia finalidades.
Nesta nossa fase adulta não podemos esquecer do nosso jeito criança de viver. É preciso continuar a fazer certas coisas que já fazíamos. Passar carinho é uma delas. Mas carinho sem excitação, apenas de cordialidade e afeto. É mostrar aos que conosco convivem que podemos viver em harmonia, que pode-se abraçar e tocar, apenas como gestos de cordialidade, afeto e respeito.


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

DESBRAVADOR

A criação de qualquer coisa nova passa necessariamente pelo desejo e empenho de alguma pessoa, a qual tem a ideia e toma as iniciativas necessárias para desenvolvê-la. Pode ser que com o tempo esta pessoa já não esteja mais acompanhando o projeto, todavia, ela sempre será considerada como a desbravadora, porque foi quem teve a primazia da iniciativa.
Certamente a figura do desbravador é por demais importante. Nos estudos de história vimos quantos desbravadores famosos o mundo já teve e a importância que deles para que pudéssemos estar aqui, vivendo confortavelmente e com qualidade de vida.
Mas, não são apenas em momentos da história que existem os desbravadores. Ainda hoje, e no futuro assim será também, há a necessidade da presença do desbravador. Se isto não acontecer, nada de novo vai acontecer, tudo ficará parado, sem novas mudança.
Se no passado a figura do desbravador era ligado a busca de novos horizontes e novas terras, hoje, podemos considerar que eles estão presentes em qualquer coisa nova que se cria. Por isso, cada um de nós pode ser um desbravador. O que fazemos de diferente, a ideia que lançamos e que é abraçada pelos outros, nos colocam na espécie de desbravador.
Não podemos perder esta condição. O mundo gira e precisa de nossos esforços, de novas ideais. Devemos ter a ousadia e a persistência do desbravador para conquistar novos horizontes e permitir que aqueles que advirão encontrem um trilho já feito e um lugar pronto para habitarem.


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

terça-feira, 4 de maio de 2010

SEGURANÇA

Os momentos em que mais estamos tranqüilos também são propensos a acontecimentos. Talvez porque naquela hora não estamos preocupados com nossa segurança, pois achamos que nada de mal irá nos acontecer, deixamos de nos proteger adequadamente. Realmente, na maioria do tempo, dificilmente algo deverá se suceder, mas se acontecer, pode trazer graves conseqüências.
É tal qual aquela saída de carro despretensiosa, de um dia qualquer, talvez para uma volta na cidade ou para comemorar algo. Por pensarmos que nada irá acontecer deixamos de usar os cinto de segurança, esquecemos dos documentos e quem sabe até deixamos de colocar a vestimenta adequada para esta saída.
O inevitável é que num grande movimento acidentes podem acontecer. Mesmo que não estejamos preparados para isto, pode ser pior se não estivermos usando o cinto de segurança e portar com os devidos documentos etc.
O cinto de segurança não é um protetor que devemos usar apenas em rodovias. Nas cidades é tão ou mais importante, pois se alguém bater em teu carro ou mesmo se você ocasionar um acidente ele protegerá a ti e aos demais ocupantes do carro. E num incidente de pequenas proporções, que normalmente acontecem nas cidades, o cinto segurará os ocupantes de tal maneira que nenhum deles venha a sofrer maiores conseqüências.
Nas pequenas saídas ou nas viagens longas, usar o cinto de segurança é importante. Tenha por hábito ao entrar no carro assim que ligar o motor e antes de movimentar-se ver se seus caroneiros estejam com o cinto de segurança. Isto não incomoda e ainda por cima proporciona grande segurança.

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

GOSTAR

Amar ao próximo não significa apenas ter uma relação amorosa com outra pessoa. Há muito mais por trás desta palavra, que, segundo o dicionário, denota ter amor, afeição, ternura, dedicação, devoção, gostar etc. Amamos muito mais do que mantemos relacionamento sexual, pois devemos praticar  o amor de forma muito mais consistente, praticamente por todo os momentos que nos mantemos lúcidos.
E quanto gostamos de alguém, tudo fazemos por esta pessoa. Até extrapolamos nossos limites, na ânsia de fazer o bem a este que queremos bem. Superamos nossas fraquezas, vencemos desafios, para mostrar o quanto o amamos.
Este amar não pode ser colocado apenas de boca pra fora. Por reger o relacionamento entre as pessoas, o amar precisa estar acima de todas as outras coisas, inclusive, nossos interesses pessoais.
Se eu digo que amo meu próximo preciso demonstrar efetivamente isto. E a melhor forma de evidenciar é através dos gestos concretos, daquilo que fazemos no dia-a-dia. Não adianta dizer que perdoamos esta ou aquela pessoa, mas, ali adiante, a desprezamos. Isto não é perdoar e muito menos amar.
Amar e gostar andam no mesmo nível. Se eu amo, posso até discordar de ações realizadas pela pessoa amada,  mesmo assim, não deixarei de gostar dela. Se eu amo, sei entender seus momentos de dificuldades e fraquezas, não serei o crucificador de seus atos; por amar, sei perdoar e acolher de coração aberto a pessoa amada.

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
Pós-graduando em Marketing e Vendas..
O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.