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terça-feira, 1 de junho de 2010

PASSATEMPO

Há momentos que precisamos relaxar, sair do cotidiano das tarefas e atribuições. É nesta hora que devemos ter um passatempo, algo que nos faça fugir da rotina, esquecer dos compromissos e aliviar as tensões existentes.
Qual o tipo de entretenimento ideal é difícil  dizer. Mas toda aquela forma de desvio de rotina já é algo que venha aliviar as tensões. Tem pessoas que vendo determinado programa de televisão ou um filme consegue relaxar, outros preferem ler algum livro ou revista. Se entreter em alguma obra literária ou no que estão falando os artistas realmente pode ser uma forma de fugir do habitual.
Para muitas pessoas o passatempo ideal é a realização de alguma atividade desportiva ou a prática de algum exercício físico. E tem muito haver isto, pois tende a mexer com a adrenalina das pessoas o movimentar-se de forma mais constante.
Já, entre outras atividades, há aqueles que preferem manter contatos com amigos. Na sua própria cidade ou mesmo realizando viagem encontram algum passatempo ao conversarem com amigos e familiares. Igualmente é uma  bom prazer.
Seja de forma individual ou coletiva, a realização de algum tipo de distração é bom para nosso bem estar. Acima de relaxar a pessoa, tende a deixa-la mais tranqüila. Muitas coisas que temos por fazer fluem melhor depois que dedicamos algum tempo focado nalgum tipo de diversão.
Cada um deve escolher o que melhor lhe aprovier. Mas que todos tenham algum passatempo. Qualidade de vida significa também ter algum passatempo. 

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tomar decisões sozinho nem sempre é uma tarefa fácil. Por vezes precisamos ouvir algumas pessoas para saber de suas opiniões, juntar as informações e depois disto decidir pelo que acharmos conveniente.
Mesmo ouvindo muita gente nem sempre conseguimos captar uma ideia que realmente nos convença. Talvez queiramos ouvir algo que realmente nos preencha, ou então, que venha a ser para a tomada da melhor decisão.
Opiniões e fofocas existem bastante. Quase todo mundo consegue expressar algo a respeito de tudo. Mas, difícil mesmo é ouvir um bom conselho, ou seja, a fala de uma pessoa que atue perante nós como conselheiro, que nos proteja de más intenções.
Podemos exemplificar como bom conselheiro a figura de Jesus Cristo. Ele, em sua peregrinação, pregou o amor entre as pessoas, desejou sempre a paz e perdoou seus desafetos. Como conselheiro ele também foi fantástico porque trazia em seu interior a presença do Deus Pai.
Talvez, hoje, muitos bons conselheiros se apegam ao que o próprio Jesus Cristo ensinou. Quando alguém lhe pede algo ele busca nas sagradas escrituras os bons ensinamentos para repassar. Este conselheiro não propaga a violência e a dor, mas sim, o amor e o perdão.
Ter um bom conselheiro, alguém que possa nos ouvir e dizer qual a melhor atitude a tomar, é algo que só nos fará bem. E, melhor de tudo, nos mostrará que o viver feliz passa necessariamente por seguir bons conselhos.

 O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

INHO

Por uma forma carinhosa de falar pronunciamos o sufixo inho como complemento de nomes, bens ou coisas. Certamente a afirmação é feita com amabilidade, ou seja, quando nos referimos a pessoas ou aquilo que gostamos, refere-se a forma afetuosa como queremos trata-la.
Mas o sufixo inho vem a ser algo diminutivo. Todas as palavras que completamos com inho é porque estamos diminuindo o seu tamanho. Inho é algo pequeno, tal como pequenininho. podemos entender o que significa: portãozinho, casinha, carrinho, lojinha, cafezinho etc; são até parecidos com portão, casa, carro, loja, café etc, mas, certamente quando levamos a mente as duas expressões uma imagem será de algo maior e a outra, menor.
Mesmo que os inhos sejam pronunciados por uma forma meiga talvez nem todos que sejam chamados assim entendam. Pode ser que alguns achem que estão sendo depreciados, diminuídos, e com isso ficarão chateados.
Se existe um nome para isto e para aquilo melhor é respeitar o real. Talvez em alguns momentos próprios, individuais, pode-se utilizar o sufixo inho. Todavia, também ai deve-se ter o cuidado para não magoar esta pessoa; já imaginou chamar ela de charmosinha, enfim, dizer algo diminutivo?  Por mais que sua paciência seja grande, ela prefere que você a chame de amorzão, que possui um grande coração. Até mesmo a expressão magrinha soa mal para quem ouve, pois parece que está com o seu peso bem abaixo do que deveria estar.
Inho ou inha, não importa, são sufixos que, mesmo fazendo parte do nosso cotidiano, devemos cuidar para quem pronunciar. Vai que o ouvinte tenha apenas uma paciência pequena.


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.


quinta-feira, 27 de maio de 2010

MEDIADOR

Na ocorrência de algum conflito é melhor que a resolução dele não seja feita diretamente pelas partes envolvidas. E a existência de um mediador ou uma forma de mediar o encontro entre as partes haverá de facilitar a resolução do problema.
É difícil partes envolvidas cederem exatamente o que seja necessário, pois, normalmente, todos pensam que estão certos, ou então, estão no jogo e querem ganhar. Diante disto, a presença de um mediador vem facilitar as conversas e tentar impedir que o conflito se agrave ou parte para vias mais dificultosas.
Muitas coisas poderiam ser resolvidas se as partes tivessem mais bom senso e procurassem se entender. Mesmo que os conflitos existam, e existem aos montes, precisamos ter o cuidado para não transformar uma pequena discussão, um pequeno desentendimento, numa grande guerra. E quão terrível são as conseqüências destas brigas,que chegam a destruir nações, famílias, empregos, amizades etc.
Se você possui algum problema e quer resolve-lo busque a ajuda de um mediador, de uma pessoa que possa te dar sugestões e agir no momento certo. Sem envolvimento entre as partes ele deverá apenas ouvir e separar os eventuais agravos que venham a acontecer.
E depois, dar seu veredito sobre o caso, fazendo com que a harmonia e o entendimento persista entre as duas partes. É uma conciliação para preservar o justo e fazer com que todos fiquem bem.

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

VENDIDO

Você já parou para se avaliar o quanto que vale? Será que já passou em frente de um espelho, analisou-se e decidiu que compraria a si próprio?
Pequenas análises que fazemos de nós podem fazer muito diferença. A primeira pessoa que tem que nos comprar somos nós mesmos. Se achamos que não estamos bem, melhor é mudar, revestir de um novo jeito, enfim, ficar vendível. Se nos olharmos e percebermos que temos algum valor, ai sim outros também vão nos comprar.
No contexto de ser vendível não conta apenas a aparência externa da pessoa. Muito mais do que o rótulo apresenta, o conteúdo interno é por deveras importante, pois será a substância principal a ser absorvida. Compramos, sim, produtos pelo seu visual, mas, vamos saborear verdadeiramente somente aquilo que estiver dentro do pacote.
O nosso valor, em primeiro lugar, vem de nós mesmo. Somos os próprios responsáveis para nos definir o quanto valemos. Valemos quanto: nossa motivação nos for alta; nos empenhamos em fazer algo melhor; ajudamos pessoas a viver melhor. E perdemos valor quando somos egoístas, individualistas, traímos os nossos, etc.
Muitos produtos são tão bons que os mesmos clientes voltam sempre para compra-los. Isto é bom, é a fidelidade que ele tem por nós. Se, efetivamente, somos absorvidos pelas mesmas pessoas por muito e muito tempo, estes clientes não podemos perder.
Estamos dispostos numa prateleira, será que alguém vai nos comprar? E será que esta pessoa que nos vê de aparência bonita vai realmente se satisfazer com o produto interno que temos a lhe oferecer? Melhor é ser vendível sempre, sem que haja devolução.

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terça-feira, 25 de maio de 2010

DISCERNIMENTO

A vida é o dom mais maravilhoso que todos nós recebemos. É em função da vida que ganhamos que conseguimos fazer todas as coisas, seja pensar, agir ou até simplesmente para não fazer nada.
Nos momentos felizes que vivemos, a vida nos brinda com cores, alegrias, entendimento, sabedoria e bom senso. Mas nos momentos de angústia, a vida nos ensina a pensar nela, a buscar soluções para aquilo que esteja atrapalhando o nosso cotidiano.
Ganhamos a vida ao sermos concebidos por nossos pais; ganhamos o mundo quando saímos de nossas mães; depois disto serão somente fases que atravessaremos, seja a infância, juventude e adulta. Em todas elas enfrentamos situações diferentes, ou seja, cada fase tem sua própria qualidade, identidade, que devemos saber saboreá-la com a magnitude que nos oferece.
Talvez seja na fase adulta da vida que mais nos encontramos com os porquês. Mesmo que lá quando criança o por que estava em quase tudo o que queríamos saber, na fase adulta este por que começa a ter respostas mais significativas. E tudo isto vem em função do que aprendemos, do que estudamos e também por já termos o discernimento de contrariar certos conceitos que aprendemos ao longo de nosso viver.
O contraste entre a motivação e a depressão são dois aspectos que se formam ao longo deste nosso viver. Mas nenhum destes modos estaríamos enfrentando se não estivéssemos vivendo.  Por isso, a vida nos dá esta oportunidade de pensar, de corrigir nossos percalços e aproveitar o que ela nos proporciona.
Mesmo que nos ensinaram certos conceitos de que devemos viver assim e assado, na verdade, devemos viver a vida na intensidade que achamos correto. Não que devemos ser nosso próprio deus (porque Deus é o criador de tudo, e se fôssemos querer ser os donos da razão o mundo seria muito pior do que achamos que é) mas, precisamos procurar aproveitar nesta vida o que seja possível, e, do jeito que dá, ser feliz.

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

RENOVAR


RENOVAR
Por João F. Livi

A cada novo dia, a cada momento, precisamos nos renovar. Por mais que as estradas que seguimos sejam as mesmas, ainda que aquilo que fazemos seja idêntico ao dia anterior, a necessidade de renovar é fundamental para todos nós.
O trivial nos leva à fraqueza, nos destrói. Porque somos seres humanos, mutantes, que precisamos constantemente de coisas novas para manter acessa nossa motivação e vontade. O fogo precisa de lenha nova a todo instante, do contrário ele se apaga; se o deixarmos com pouca lenha assim que ela queimar, também vai se acabar.
E dá para renovar com o trivial que temos. Não é preciso mudar nossos pares para fazer a renovação. Com os que estamos, na família, trabalho, escola, sociedade etc, dá para fazer mudanças e melhorar nossos conceitos de vida. Aliás, melhor é que tenhamos capacidade de entender nossos relacionamentos, para qualifica-los ainda mais. Renovar em nós, em nossas particularidades, viver com quem estamos aquilo que pensamos viver em outro lugar.
Nunca perca a capacidade de fazer do seu espaço o melhor do mundo. Se você o constituiu, por anos vem persistindo nele, busque o forma de o tornar mais feliz e aconchegante. Depende muito do teu esforço e da tua própria vontade para que seus próprios dias sejam melhores.
Podemos renovar sim. E renovar em nós, não apenas querer renovar nos outros. Aceitar os dons que recebemos gratuitamente e utiliza-los para o bem daqueles que nos cercam e que precisam de nós.


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sexta-feira, 21 de maio de 2010

REPUTAÇÃO






Reputação é algo que vamos construindo ao longo de nossas vidas. Desde a infância, dos bancos escolares, dia-a-dia e de forma lenta, cada um de nós vai consolidando sua reputação. Pequenas e grandes ações serão moldes para consolidar nosso jeito de ser, servirão de base de como as pessoas nos enxergam e nos avaliam.
Reputação não se compra e sequer se inventa. Não vem do acaso e sequer surge de um dia para o outro, como se fosse algo a nascer agora. Podemos até ganhar confiança imediata por alguma coisa feita, mas a reputação mesmo demora para ser adquirida.
Todavia, para perder a reputação não é preciso muito. De um momento para outro podemos estragar tudo o que foi anteriormente feito, os muitos anos de seriedade e transparência. Realmente, para ganhar reputação é difícil, mas para perde-la bastam alguns deslizes que ela se vai.
Se levamos tanto tempo para conquista-la devemos estar ciente que para reconquista-la também vai demorar. E se ela é tão importante, melhor é mantê-la sem manchas e ser machucados. Então, as conquistas de hoje são frutos de trabalho e reputação de outrora; igualmente, o que conseguirmos amanhã será reflexo do que fizermos hoje.
Mantenha-se no caminho, faça crescer sempre mais sua reputação. Não a perca por coisas que momentaneamente irão te saciar; há muito mais para você colher amanhã, desde que se mantenha na vida correta.



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quarta-feira, 19 de maio de 2010

SOPA

Conhecemos por sopa um prato em que cozinha-se junto vários ingredientes diferentes, por vezes um mais do que o outro. Para tomar a sopa, que normalmente vem com bastante caldo, é preciso de uma colher, já que os garfos não darão condição de saboreá-la, ao contrário, o líquido vai escorrer por entre os dentes.
A mistura de ingredientes pode ser bom em algumas circunstância, mas esta regra costuma dar dor de barriga se for no contexto financeiro. Entre membros de família ou sócios nos negócios, a mistura pode travar o desenvolvimento dos mesmos.
Para que uma família seja estável financeiramente é necessário que os recursos sejam administrados individualmente, sem serem jogados no prato e misturados. Mesmo em investimentos que sejam necessários cada parte tem que ter a sua própria contribuição definida, pois se for colocado aleatoriamente em algum ponto futuro esta prática irá desgovernar o sistema financeiro da casa.
Também no mundo empresarial é preciso separar o lado financeiro das empresas com o lado pessoal de seus diretores. Os proprietários tem que ter seus rendimentos definidos, e viver com isto, sem utilizar-se do dinheiro que venha a ter em caixa. O soldo da empresa, futuramente, poderá ser revertido para seus donos, mas a sobra de hoje não pode ser mexida.
A mistura dos soldos faz com que famílias e empresas não tenham controle real do que estejam gastando. Podem até pensar que estão ganhando muito, mas o descontrole fará com que gastarão mais do que ganham. Daí é que começam a surgir os problemas de relacionamento, as dificuldades financeiras, situação esta que facilmente pode ser controlada desde que sejam definidas e respeitadas as obrigações de cada membro e o que se pode gastar.


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terça-feira, 18 de maio de 2010

ESPECIALIZAÇÃO

Outrora para se dar bem na vida (ganhar dinheiro) era necessário muito esforço e dedicação em trabalhar. Era preciso acordar cedo, trabalhar bastante, economizar o que desse e somar resultados para ampliar saldos positivos na conta bancária.
Hoje o panorama mudou um pouco em relação a este passado que é recente. Ainda é preciso acordar cedo, trabalhar e economizar, mas, juntou-se a estas condições a necessidade de especialização. Com a modernidade dos tempos, o hoje, ser especialista em determinada atividade é o caminho mais fácil para se dar bem na vida.
Certamente esta mudança no perfil é em função da especialização que enfrentamos. A evolução tecnológica exige a presença de profissionais individualizados no mercado, os quais, vão tirar proveito financeiros pelos seus conhecimentos. Com isso, talvez, nem precisarão mais acordar tão cedo, trabalhar tanto e deixar de gastar o que ganham.
Vejamos no mundo de hoje as pessoas que mais crescem financeiramente. Existem algumas que conseguem em função de seus investimentos financeiros, mas, exemplos mais seguros são daqueles jovens que se especializaram e criaram novas conjunturas mundiais. Começaram nos tempos de faculdade a desenvolver seus projetos pessoais, especializaram-se e hoje são pessoas muito bem postadas na vida.
Há vagas, há disponibilidades, e para todos. Mas, para quem quer ganhar dinheiro há vagas só para especialistas. Não importa se coisas simples ou complexas, exige-se especialistas.
Por isso, seja especialista naquilo que você faz. Aprofunde-se, estude, busque mais conhecimentos na tua própria área. Dedique-se, esforce-se, procure fazer o melhor possível. Você vai ver que o horizonte vai se abrir, que melhores dias virão.


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.