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terça-feira, 23 de novembro de 2010

RIMANDO

A qualidade de um poeta é reconhecida pela sua habilidade em escrever versos e fazer rimas com as palavras. Para conseguir desenvolver este dom o poeta precisa conhecer a língua, as regras gramaticais e ter um vasto vocabulário. O resultado desta capacidade são poemas e obras de artes que encantam os apreciadores de uma boa escrita. Um poema com rimas é muito mais bonito do que um feito sem qualquer referência.
Fazer rimas não é uma tarefa das mais complicadas, por mais que encontrar palavras com significado parecido, que tenham uma homofonia externa, não seja das charadas menores. Mas, conjugar aquilo que está escrevendo, achando a sonoridade adequada e dando sentido ao texto, é notório que apresenta consideráveis dificuldades. Entretanto, tudo aquilo que seja uma parábola maior, haverá de dar um resultado melhor.
O contexto de nosso viver talvez não seja uma obra poética, com estrofes de versos e prosas. Nem tudo o que passamos no dia-a-dia quem sabe tenha condições de ser exaltado como um complexo poema de amor. Enfrentamos muitas situações, escrevemos inúmeras vezes no livro das nossas vidas, e nem sempre conseguimos rimar aquilo que estamos escrevendo.
Todavia, este nosso viver é também uma obra de arte, e isto precisa ser valorizado. Mesmo que não estejamos conseguindo fazer com as rimas adequadas, o simples fato de vencer a batalha de mais um dia já é motivo de publicação e de congratulações.  

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

SEMPRE

Existem certas coisas que fazemos e que não podem ser apenas de momento. A prática da fé, por exemplo, é algo que sempre precisamos manter viva em nós. A fé não vive de oportunismo, de coisas de última hora, é preciso ter uma caminhada firme e segura para manter ela acessa.
Mesmo sabendo que há oportunidade para todos, a fé não pode ser deixada para o último suspiro, para momentos derradeiros. É certo que o coração do Pai é grande, misericordioso, mas Ele vai ficar triste com aquele filho que somente o busca nos momentos de aflição. 
Muita gente não consegue freqüentar a Igreja desde cedo e vai descobrir o caminho da redenção somente depois de uma certa idade. É claro que poderá ser acolhido, mas, desde que, permaneça com sua fé. Entretanto, se relutar, fraquejar na caminhada, colocando em dúvida sua própria missão, qual será a segurança do Pai em acolher a este filho?
O oportunismo é coisa mundana, fator de momento. É como um fogo de palha, que acende rápido mas logo se esvai. Fé  é algo que precisa brotar dentro de nossos corações, de forma perene, segura e firme, para poder superar as adversidades, as intempéries que poderemos ter que passar.
Quem diz ter fé precisa ser uma pessoa perseverante, tem que saber agradecer pelos dons recebidos e não ser apenas alguém que pede. E persistência significa manter a fé, combater pelo bom combate em todos os momentos. Ela deve ser para sempre e não pelos momentos de interesseiros.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

AVALIAÇÃO

De uma maneira ou de outra estamos envolvidos em algum tipo de atividade que abrange um  grupo de pessoas. Clubes, associações, igrejas, entidades beneficentes, grupos esportivos etc, são muitos os existentes e nos quais temos alguma forma de conhecimento e envolvimento. E estas, sobrevivem pelo empenho e dedicação das pessoas que fazem parte, principalmente por seus engajamentos ativos e participativos.
Elas não realizam conosco qualquer tipo de julgamento, não nos cobram provas e sequer exercícios. Todavia, sobreviverão somente pela participação das pessoas que dela fazem parte, seja como membros de diretorias, seja como participante comum.
E se nós fôssemos fazer algum tipo de avaliação de nossa própria participação, qual a nota que ganharíamos? Nossas participações nestas entidades estão sendo como membros ativos, colaboradores ou apenas pagadores de contas, anuidades, dízimo? 
As obrigações financeiras são importantes para o bom funcionamento dos grupos, mas, a participação ativa e efetiva é fundamental. De que adianta ir a igreja e não estar envolvida com ela? Ou integrar uma entidade e ser apenas freqüentador de reuniões ou refeições?
Há muito mais do que só estar presente. É preciso integrar, envolver-se, fazer parte das atividades que o grupo encampa. Mesmo que não dê para estar em tudo, mas, pelo menos, de vez em quando é preciso dar as caras e mostrar que é membro participativo e ativo.
Quem faz parte de uma entidade sabe muito bem quem é sócio verdadeiro e quem é apenas sócio pra ter uma carteirinha. O voluntariado está no agir, no envolver-se e não apenas no demonstrar.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ENTRAR

Tem vezes que o mundo ao nosso lado gira a todo vapor e estamos totalmente desinteressado com o que esteja acontecendo, literalmente sem vontade de participar desta agitação. É como aquela festa que acontece ao lado de nossas casas, onde as pessoas presentes estão se divertindo e nós, mesmo sendo convidados, encontramo-nos deprimidos e sem vontade de ver o que está acontecendo.
Existem momentos em que queremos nos recolher, ficar no nosso canto, relaxar. Mas, isto não pode virar uma rotina. Há ocasiões em que precisamos viver a vida, curtir a festa, divertir-se; entrar na festa vizinha e aproveitar o que de bom ela está oferecendo.
Seremos jururus por quanto tempo quisermos. Se as energias negativas estiverem nos atingindo é hora de jogar elas para bem longe e deixar a festa acontecer. Dar esta oportunidade a nós mesmos, agitarmos, pois isto merecemos com toda a certeza; devemos aproveitar para curtir a alegria dos amigos e ganhar energia positiva.
De que adianta ficar escondido em nosso canto, deslocado de companhias e de diversão? Melhor é poder curtir bons momento que se apresentem e, sabemos, um boa diversão está no encontrar os amigos e familiares, ter boas conversas, ouvir suas estórias. 
E se estivermos sozinhos numa festa dá até para achar alguém para conversar. Pode até ser que não seja exatamente do tipo que gostaríamos, mas, certamente será bem melhor do que aquela solidão triste que poderia nos sufocar no canto de nosso habitat.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PLANTAR

Desde cedo precisamos começar a praticar nossas habilidades pessoais, para que quando chegar a idade produtiva estejamos em condições de aperfeiçoar nossos dons. As brincadeiras de crianças, os trabalhos técnicos feitos na escola, os brinquedos por nós criados etc serão um indício do que podemos fazer no futuro.
Pequenas coisas que criamos quando crianças ou adolescentes hão de nortear nossas vidas. Os grandes inventores passaram por este estágio, de fazerem coisas para si quando eram jovens. Depois, na idade madura, desenvolveram suas qualidades e se tornaram grandes empreendedores, donos de verdadeiras fortunas.

E não é preciso de dinheiro para que o jovem desenvolva suas habilidades. Na verdade, o fato de não ter com o que comprar lhes obriga a desenvolver o espírito criador para que tenha um brinquedo. E esta obrigatoriedade lhe favorecerá no sentido de virar um inventor, um empreendedor.

Começar cedo é fundamental. Mesmo que a vida nos dê muitas oportunidades ao longo dela, quem começa cedo chegará ao topo antes. Quem cedo madruga colhe antes as riquezas do seu plantar.
Destarte, aproveite os seus momentos, não se contente com as coisas “enlatadas”. Crie seus próprios brinquedos, tenha sonhos, invente alguma coisa mesmo que seja algo simples e básico. A criatividade passa pelo desenvolvimento, pelo começar a fazer. Acredite em você, não importa sua idade. Há consumimos em todas as idades, na minha, na sua. E se você souber aproveitar o seu momento vai plantar uma boa safra de sucesso.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

SUSTENTO

Das necessidades básicas que possuímos uma das principais e fundamentais é a alimentação. Para algumas pessoas a necessidade é de uma quantia maior de alimentos, para outros, apenas saciar-se já está bom sem ser preciso exagerar no que come.

Mas para todos uma regra é igual: o alimento que consumimos deve ser fruto de nosso próprio trabalho. Isto significa que devemos buscar com labor o alimento que nos sustentará, e não esperar de mãos estendidas. Prover nossas próprias necessidades, saciar a fome que temos, é fundamental para que possamos continuar fortes, mas que isto seja feito com afazeres e honestidade.

As pessoas que alimentam-se com o resultado de seus esforços certamente vivem tranqüilas. Podem sentar a mesa e desfrutar do alimento com justiça e a tranqüilidade de que estão alimentando-se com o que lhes pertence e o que lhes é de direito.
E como podemos considerar o alimento como fruto de nosso trabalho? Logicamente tudo aquilo que conquistamos com nossos esforços é resultado de algum trabalho. Mesmo os que não tenham dinheiro para comprar o seu alimento necessário, mas que fizeram algo correto para conquistá-lo, podem desfrutá-lo. Mas aquele que fica a toa, sem nada fazer e sem fazer qualquer  esforço, apenas esperando que os outros façam tudo por ele, não sei se é digno do alimento que consome.
O trabalho dignifica a pessoa e faz dela um ser responsável. E é exatamente a responsabilidade que possuímos que nos tornará dignos do que haveremos de consumir, de ter o nosso próprio sustento.

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

MODA

A roupa que hoje vestimos, os acessórios que usados, imaginamos que sejam de um estilo somente nosso. Quando compramos estas peças, além de que elas sirvam bem em nós, a preocupação normalmente é de que não nos deparemos em público com outras pessoas vestindo o mesmo modelo.
Tem gente que não consegue conceber que alguém esteja usando o mesmo tipo de roupa que a sua. De tão desapontado chega até a ir trocar a vestimenta. Pode até desprezar este traje.
Roupas que sejam fabricadas em escala industrial não são feitas de forma individualizada. Para que dê lucro aos criadores fabrica-se milhares de peças idênticas. Por uma questão de logística elas até são distribuídas nos mais diversos lugares, mas pode a acontecer de modelos idênticos ficarem na mesma cidade. Daí, encontrar duas pessoas com o mesmo padrão não é tão difícil assim.
A preocupação com a veste que usamos, a grife estampada, é apenas uma questão de status. Calças, camisas, vestidos, calçados, acessórios etc, tudo são criados por estilistas que passaram anos se especializando e desenhando até chegar nos produtos colocados nas araras e gôndolas. 
O nome da peça e a grife pode até variar, mas o objetivo será igual para todas: vestir e enfeitar nossos corpos. Uma pessoa bem vestida realmente chama a atenção, uma roupa bem desenhada dá pontos para quem a estiver usando, mas o fundamental em tudo isto é: quem estiver usando esteja se sentindo bem, que de fato seja um complemento ao seu bem estar. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

IMAGINÁRIOS

Quanto crianças, aproximadamente até os nossos 7 anos de idade, tínhamos amigos imaginários em nossas mentes. Eram com eles que brincávamos, conversávamos, passávamos os nossos dias e promovíamos o nosso próprio desenvolvimento com suas companhias.
Os amigos imaginários eram tudo de diferente que podia existir. Eles nos ouviam e até conversavam conosco. Serviam para nos dar apoio e até para receber nossos xingamentos. Enfim, eram quase que amigos de verdade, tão participantes estavam em nosso crescimento.
O tempo foi passando e os amigos imaginários passaram a ser substituídos pelos amigos de verdade. Amigos que verdadeiramente passaram a nos ouvir, dar aquele conselho adequado e ainda oferecer o ombro necessário para nossos momentos de angústia.
Aprendemos ao longo de nossas vidas que jamais devemos deixar de ter um coração puro como o de criança. Talvez, também teríamos que ter os nossos amigos imaginários, como quando pequeno. Assim poderíamos ouvir a nós mesmos, dar atenção ao nosso próprio interior, aos nossos desejos e vontades.
Viver no imaginário pode ser uma ilusão, uma fuga da realidade da vida. Mas quantas vezes realmente teríamos mesmo que fugir, se esconder em algum canto, somente para tentar nos encontrar ou nos afastar de algo que esteja nos machucando?
Amigos imaginários, amigos que realmente nos entendam, que nos compreendam. E quem melhor que nós mesmos para melhor se identificarem conosco mesmo? 
Ter amigos imaginários pode ser bom em alguns momentos, mas, jamais podemos nos afastar e  esquecer dos amigos verdadeiros. Pois estes é que são a sustentação real de companheirismo e amizade.

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DEUSES

Acreditar numa força superior, em algo que faça algo por nós, é acreditar num Deus. Quando estamos em dificuldades e buscamos uma ajuda superior para que elas sejam solucionadas é porque confiamos no poder de um Deus, que pode fazer algo por nós. Deus é uma força superior, uma divindade, o ídolo que adotamos, aquilo que cultuamos. 
Mas onde está este Deus, e quantos deles existem? 
Certamente que a quantidade de deuses existentes dependerá do número deles que criamos em nosso cotidiano. Se o Deus é a força superior e exterior a nós, ao qual confiamos nossos problemas e até, por algumas vezes, nossas alegrias, dá para considerar que muitos deles existem por aí. Mas dos que tenham realmente poder, um é o maior, o soberano.
Há muitos deuses inventados pelas nossas mentes. Deuses de areia ou de qualquer outra substância que sozinha não tenha liga e sustentação. São deuses que não estarão conosco por todos os momentos, possivelmente nas maiores tribulações se afastarão de nós. São deuses oportunistas ou de momento, tal qual o do dinheiro, que somente estará conosco quando tivermos dinheiro na mão; ou o do casamento, que permanecerá apenas e enquanto existir paixão entre o casal.
Mas um Deus é superior a tudo, persiste conosco em todos os momentos, sejam os de alegria ou de tristeza. É o Deus do amor, o criador de tudo, o Pai Divino. Acreditar e se entregar a Este é confiar que Ele tudo pode e que nos acolherá como seus filhos amados. 
Podemos acreditar em força superior. Porque se dependermos de nosso próprio eu, somos muito fracos, precisamos de eus, de Deus. E, se tivermos o Deus verdadeiro conosco, tudo poderemos, haveremos de superar até o impossível. Acredite e confie neste Deus do amor.


Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

RESPOSTAS


Poderíamos nos contentar com o fato de termos vida, de acordar para um novo dia, do buscar o sermos alguém. Talvez haveríamos de nos contentar com o fato de podermos apreciar o múltiplos cheiros, os muitos sons que ouvimos, as imagens que vemos e até as fantasias que brotam em nossas mentes. Tudo poderia ser maravilhoso, perfeito, agradável para todas as pessoas, um desabrochar para a vida a cada novo instante que vivemos.
Mas, talvez, nem tudo seja tão perfeito assim. Quem sabe tenhamos muitas perguntas por fazer, e a grande maioria delas sem respostas. Sim, quantas perguntas temos em nossa mente e não há quem possa respondê-las. A da nossa própria existência, se realmente somos algo ou apenas uma energia, paira em nossas mentes em busca de respostas.
Se as perguntas existem e as respostas não estejam apresentadas de forma tão fácil assim é porque não estamos sabendo perguntar e nem estamos preparados para absorver as réplicas. Pois toda resposta adequada precisa estar na substância, em algo palpável, no real; senão são apenas fantasias.
A dúvida da existência sanamos em nós mesmos, afinal, podemos nos tocar, nos apreciar e nos compreender. Somos matérias, existimos, prova disto é que vejo adiante pessoas passando; posso tocá-las e admirá-las. 
Já no contexto mental, tudo são apenas ilusões, onde pensamos, imaginamos, criamos. Os grilos de nossas cabeças, os pensamentos positivos e até os negativos podem ser apenas fantasias; somente se tornarão reais se formos  exteriorizá-los, ou seja, se os tirarmos de dentro de nós e dermos vida para eles. 
Certamente são muitas as respostas que buscamos, mas muitas delas estão em nós mesmos. Para encontrá-las precisamos abrir nossa própria guarda e adentrar ao nosso interior, encontrando a perfeição que é a vida.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250