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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CRÍTICA

Você já recebeu alguma crítica hoje? Alguém já questionou algo que você fez, dizendo que estava errado ou que isto era diferente do seu ponto de vista? Você está preparado para enfrentar qualquer tipo de crítica?
A crítica faz parte do cotidiano das pessoas. Há sempre alguém de prontidão para expressar sua própria opinião sobre o que os outros estão fazendo. E, principalmente aqueles que estejam envolvidos plenamente, que conhecem a realidade, são os que mais recebem críticas. Pois só receberá crítica quem estiver fazendo alguma coisa. Aquelas pessoas que não fazem nada, que não se envolvem com as atividades, que não tenham a capacidade de liderar algo, elas não serão criticadas; estas serão desprestigiadas, colocadas de canto, não haverão de ser lembradas sequer para receber críticas.
Devemos considerar que as críticas são boas, ajudam a corrigir distorções, erros etc. E, mais de tudo, são provas do fazer, do empenho e da vontade de alguém. É preferível receber uma crítica por algo feito do que perceber que não ser vistos por suas atitudes.
Por isso, se você recebeu qualquer tipo de crítica, saiba que, pelo menos você está tentando fazer algo. Pois se você não estivesse envolvido, não receberia qualquer crítica. Mas se não quer ser criticado, então não faça nada, fique no seu canto, se isole de todo e qualquer convívio, seja um ninguém.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250


O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

BOLSO

As roupas que usamos normalmente são providas de vários bolsos. Principalmente nas peças externas como as calças, são vários deles feitos especialmente para guardarmos pequenas coisas tais quais chaves, carteiras, dinheiro, documentos etc. 
Entretanto, o bolso tem um significado extremamente forte ligado a consumo. Diz-se que alguns tem bolso aberto, porque gastam demais, e em outros o bolso é fechado, isto é, não empregam nada do que ganham.
Alguns apregoam que conhecem as pessoas pelo seu bolso. Ou pelo que pagam. Pode ter um sentido isto, mas, pelas duas razões de usar o bolso. Afinal, podemos considerar como sendo correto aquele que gasta o que não tem? E aquele que mantém suas contas em dia, que compra o necessário e guarda um pouco para o dia de amanhã, está errado?
Utilizar o dinheiro que ganhamos de forma ponderada é uma necessidade e não é ser pão-duro. A grande maioria dos brasileiros tem por renda o suficiente para suas obrigações básicas e não mais do que isto. Aliás, quando tem o suficiente, porque boa parte também sequer ganha para prover suas necessidades fundamentais. 
Por a mão no bolso tem seu significado extraordinário. Muito mais importante é saber conviver com aquilo que temos dentro do bolso. Se trazemos o suficiente para nossas despesas e um algo a mais tranquilamente podemos fazer o que alcançamos adequadamente. Mas, se o bolso não comportar nossas luxúrias, então, melhor é sair do gasto e manter o bolso fechado.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

VERDADE

Casais apaixonados, pais para filhos e até amigos para amigos usam um para com o outro a expressão “eu te amo”. Até mesmo algumas pessoas a utilizam para falar para seus animais, propriedades, trabalho, time de futebol etc.
A verdade é que falar “eu te amo” é bonito, toca os corações das pessoas, a sua sentimentalidade. Mas, onde está a verdade do amor? O que realmente significa isto, quando alguém fala “eu te amo” para outra pessoa?
No dicionário encontramos o significado de amor como sendo sentimento, ligação, afetividade,  afeição etc. No cotidiano dizem que é companheirismo, amizade, fidelidade, respeito etc. Nas duas situações há verdades no que realmente é o amor.
Mas, se formos trocar a expressão “eu te amo” para “eu tenho sentimento, ligação, afeição etc para contigo, teria sentido direto? Ou ao invés de expressar “eu te amo” falarmos “eu tenho amizade, fidelidade, respeito etc para contigo”, entenderíamos como sendo uma prova de amor?
Amor é algo que está acima de tudo isto. É realmente muito mais. Amor é doação, porque quando falarmos “eu me dôo a você”, estamos oferecendo o mais supremo amor a uma pessoa, e há sentido nisto. Quem se doa a alguém, a uma causa, é porque ama verdadeiramente. E não é uma doação de corpo, mas sim, de mente, da vida.
Por isso, se conseguirmos falar à cara metade “eu me dôo a você”, ai sim, estaremos amando de verdade. Do contrário, apenas estamos satisfeitos e seguro pela convivência com aquela pessoa que dizemos “eu te amo”.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

RIMANDO

A qualidade de um poeta é reconhecida pela sua habilidade em escrever versos e fazer rimas com as palavras. Para conseguir desenvolver este dom o poeta precisa conhecer a língua, as regras gramaticais e ter um vasto vocabulário. O resultado desta capacidade são poemas e obras de artes que encantam os apreciadores de uma boa escrita. Um poema com rimas é muito mais bonito do que um feito sem qualquer referência.
Fazer rimas não é uma tarefa das mais complicadas, por mais que encontrar palavras com significado parecido, que tenham uma homofonia externa, não seja das charadas menores. Mas, conjugar aquilo que está escrevendo, achando a sonoridade adequada e dando sentido ao texto, é notório que apresenta consideráveis dificuldades. Entretanto, tudo aquilo que seja uma parábola maior, haverá de dar um resultado melhor.
O contexto de nosso viver talvez não seja uma obra poética, com estrofes de versos e prosas. Nem tudo o que passamos no dia-a-dia quem sabe tenha condições de ser exaltado como um complexo poema de amor. Enfrentamos muitas situações, escrevemos inúmeras vezes no livro das nossas vidas, e nem sempre conseguimos rimar aquilo que estamos escrevendo.
Todavia, este nosso viver é também uma obra de arte, e isto precisa ser valorizado. Mesmo que não estejamos conseguindo fazer com as rimas adequadas, o simples fato de vencer a batalha de mais um dia já é motivo de publicação e de congratulações.  

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

SEMPRE

Existem certas coisas que fazemos e que não podem ser apenas de momento. A prática da fé, por exemplo, é algo que sempre precisamos manter viva em nós. A fé não vive de oportunismo, de coisas de última hora, é preciso ter uma caminhada firme e segura para manter ela acessa.
Mesmo sabendo que há oportunidade para todos, a fé não pode ser deixada para o último suspiro, para momentos derradeiros. É certo que o coração do Pai é grande, misericordioso, mas Ele vai ficar triste com aquele filho que somente o busca nos momentos de aflição. 
Muita gente não consegue freqüentar a Igreja desde cedo e vai descobrir o caminho da redenção somente depois de uma certa idade. É claro que poderá ser acolhido, mas, desde que, permaneça com sua fé. Entretanto, se relutar, fraquejar na caminhada, colocando em dúvida sua própria missão, qual será a segurança do Pai em acolher a este filho?
O oportunismo é coisa mundana, fator de momento. É como um fogo de palha, que acende rápido mas logo se esvai. Fé  é algo que precisa brotar dentro de nossos corações, de forma perene, segura e firme, para poder superar as adversidades, as intempéries que poderemos ter que passar.
Quem diz ter fé precisa ser uma pessoa perseverante, tem que saber agradecer pelos dons recebidos e não ser apenas alguém que pede. E persistência significa manter a fé, combater pelo bom combate em todos os momentos. Ela deve ser para sempre e não pelos momentos de interesseiros.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

AVALIAÇÃO

De uma maneira ou de outra estamos envolvidos em algum tipo de atividade que abrange um  grupo de pessoas. Clubes, associações, igrejas, entidades beneficentes, grupos esportivos etc, são muitos os existentes e nos quais temos alguma forma de conhecimento e envolvimento. E estas, sobrevivem pelo empenho e dedicação das pessoas que fazem parte, principalmente por seus engajamentos ativos e participativos.
Elas não realizam conosco qualquer tipo de julgamento, não nos cobram provas e sequer exercícios. Todavia, sobreviverão somente pela participação das pessoas que dela fazem parte, seja como membros de diretorias, seja como participante comum.
E se nós fôssemos fazer algum tipo de avaliação de nossa própria participação, qual a nota que ganharíamos? Nossas participações nestas entidades estão sendo como membros ativos, colaboradores ou apenas pagadores de contas, anuidades, dízimo? 
As obrigações financeiras são importantes para o bom funcionamento dos grupos, mas, a participação ativa e efetiva é fundamental. De que adianta ir a igreja e não estar envolvida com ela? Ou integrar uma entidade e ser apenas freqüentador de reuniões ou refeições?
Há muito mais do que só estar presente. É preciso integrar, envolver-se, fazer parte das atividades que o grupo encampa. Mesmo que não dê para estar em tudo, mas, pelo menos, de vez em quando é preciso dar as caras e mostrar que é membro participativo e ativo.
Quem faz parte de uma entidade sabe muito bem quem é sócio verdadeiro e quem é apenas sócio pra ter uma carteirinha. O voluntariado está no agir, no envolver-se e não apenas no demonstrar.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ENTRAR

Tem vezes que o mundo ao nosso lado gira a todo vapor e estamos totalmente desinteressado com o que esteja acontecendo, literalmente sem vontade de participar desta agitação. É como aquela festa que acontece ao lado de nossas casas, onde as pessoas presentes estão se divertindo e nós, mesmo sendo convidados, encontramo-nos deprimidos e sem vontade de ver o que está acontecendo.
Existem momentos em que queremos nos recolher, ficar no nosso canto, relaxar. Mas, isto não pode virar uma rotina. Há ocasiões em que precisamos viver a vida, curtir a festa, divertir-se; entrar na festa vizinha e aproveitar o que de bom ela está oferecendo.
Seremos jururus por quanto tempo quisermos. Se as energias negativas estiverem nos atingindo é hora de jogar elas para bem longe e deixar a festa acontecer. Dar esta oportunidade a nós mesmos, agitarmos, pois isto merecemos com toda a certeza; devemos aproveitar para curtir a alegria dos amigos e ganhar energia positiva.
De que adianta ficar escondido em nosso canto, deslocado de companhias e de diversão? Melhor é poder curtir bons momento que se apresentem e, sabemos, um boa diversão está no encontrar os amigos e familiares, ter boas conversas, ouvir suas estórias. 
E se estivermos sozinhos numa festa dá até para achar alguém para conversar. Pode até ser que não seja exatamente do tipo que gostaríamos, mas, certamente será bem melhor do que aquela solidão triste que poderia nos sufocar no canto de nosso habitat.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PLANTAR

Desde cedo precisamos começar a praticar nossas habilidades pessoais, para que quando chegar a idade produtiva estejamos em condições de aperfeiçoar nossos dons. As brincadeiras de crianças, os trabalhos técnicos feitos na escola, os brinquedos por nós criados etc serão um indício do que podemos fazer no futuro.
Pequenas coisas que criamos quando crianças ou adolescentes hão de nortear nossas vidas. Os grandes inventores passaram por este estágio, de fazerem coisas para si quando eram jovens. Depois, na idade madura, desenvolveram suas qualidades e se tornaram grandes empreendedores, donos de verdadeiras fortunas.

E não é preciso de dinheiro para que o jovem desenvolva suas habilidades. Na verdade, o fato de não ter com o que comprar lhes obriga a desenvolver o espírito criador para que tenha um brinquedo. E esta obrigatoriedade lhe favorecerá no sentido de virar um inventor, um empreendedor.

Começar cedo é fundamental. Mesmo que a vida nos dê muitas oportunidades ao longo dela, quem começa cedo chegará ao topo antes. Quem cedo madruga colhe antes as riquezas do seu plantar.
Destarte, aproveite os seus momentos, não se contente com as coisas “enlatadas”. Crie seus próprios brinquedos, tenha sonhos, invente alguma coisa mesmo que seja algo simples e básico. A criatividade passa pelo desenvolvimento, pelo começar a fazer. Acredite em você, não importa sua idade. Há consumimos em todas as idades, na minha, na sua. E se você souber aproveitar o seu momento vai plantar uma boa safra de sucesso.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

SUSTENTO

Das necessidades básicas que possuímos uma das principais e fundamentais é a alimentação. Para algumas pessoas a necessidade é de uma quantia maior de alimentos, para outros, apenas saciar-se já está bom sem ser preciso exagerar no que come.

Mas para todos uma regra é igual: o alimento que consumimos deve ser fruto de nosso próprio trabalho. Isto significa que devemos buscar com labor o alimento que nos sustentará, e não esperar de mãos estendidas. Prover nossas próprias necessidades, saciar a fome que temos, é fundamental para que possamos continuar fortes, mas que isto seja feito com afazeres e honestidade.

As pessoas que alimentam-se com o resultado de seus esforços certamente vivem tranqüilas. Podem sentar a mesa e desfrutar do alimento com justiça e a tranqüilidade de que estão alimentando-se com o que lhes pertence e o que lhes é de direito.
E como podemos considerar o alimento como fruto de nosso trabalho? Logicamente tudo aquilo que conquistamos com nossos esforços é resultado de algum trabalho. Mesmo os que não tenham dinheiro para comprar o seu alimento necessário, mas que fizeram algo correto para conquistá-lo, podem desfrutá-lo. Mas aquele que fica a toa, sem nada fazer e sem fazer qualquer  esforço, apenas esperando que os outros façam tudo por ele, não sei se é digno do alimento que consome.
O trabalho dignifica a pessoa e faz dela um ser responsável. E é exatamente a responsabilidade que possuímos que nos tornará dignos do que haveremos de consumir, de ter o nosso próprio sustento.

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

MODA

A roupa que hoje vestimos, os acessórios que usados, imaginamos que sejam de um estilo somente nosso. Quando compramos estas peças, além de que elas sirvam bem em nós, a preocupação normalmente é de que não nos deparemos em público com outras pessoas vestindo o mesmo modelo.
Tem gente que não consegue conceber que alguém esteja usando o mesmo tipo de roupa que a sua. De tão desapontado chega até a ir trocar a vestimenta. Pode até desprezar este traje.
Roupas que sejam fabricadas em escala industrial não são feitas de forma individualizada. Para que dê lucro aos criadores fabrica-se milhares de peças idênticas. Por uma questão de logística elas até são distribuídas nos mais diversos lugares, mas pode a acontecer de modelos idênticos ficarem na mesma cidade. Daí, encontrar duas pessoas com o mesmo padrão não é tão difícil assim.
A preocupação com a veste que usamos, a grife estampada, é apenas uma questão de status. Calças, camisas, vestidos, calçados, acessórios etc, tudo são criados por estilistas que passaram anos se especializando e desenhando até chegar nos produtos colocados nas araras e gôndolas. 
O nome da peça e a grife pode até variar, mas o objetivo será igual para todas: vestir e enfeitar nossos corpos. Uma pessoa bem vestida realmente chama a atenção, uma roupa bem desenhada dá pontos para quem a estiver usando, mas o fundamental em tudo isto é: quem estiver usando esteja se sentindo bem, que de fato seja um complemento ao seu bem estar. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

Acredite em você, creia estar cada vez melhor!