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segunda-feira, 2 de abril de 2012

TRONO


Dizer que é pelo trono que se conhece o rei não é uma afirmação adequada. Há muitas pessoas que ocupam o lugar de destaque na realeza, entretanto, suas ações não combinam com o cargo que esteja exercendo. Apesar de o trono ser o mesmo, quem o ocupa vai fazer a diferença, seja para melhor ou para pior
Uma pequena sala e uma simples cadeira pode abrigar um rei de grandes repercussões. Todavia, um grande ambiente, refinado com os melhores móveis existentes no mundo, pode se tornar insignificante pela pequenez de seu ocupante. Efetivamente não é o lugar que transforma a pessoa, mas, sim, são as pessoas que o qualificam. Há tantos que chegaram ao cargo de líder de organização, mas, lá, pouco souberam fazer. Para fazer acontecer é preciso mais do que inteligência, é necessário, também, humildade e disposição de cativar os seus súditos.
Um rei que investe na sua gente haverá de receber o apoio e a compreensão de seu povo. Seu trono estará protegido, sua qualidade haverá de ser reconhecida. Suas ações serão bem aceitas, possuindo uma gama considerável de seguidores e súditos. Da maneira que ele cativa sua gente é que alcançará resultado de suas investidas. De grande ou pequeno valor, o trono se for ocupado por alguém envolvente muitos frutos e riqueza alcançará.
Não é diferente o que passa por nossas entidades e empresas. Ser líder, ocupar o lugar de maior destaque na organização, exige da pessoa saber envolver seus colegas nas missões necessárias. E, muito pode acontecer se este líder realmente souber cativar os seus, não apenas pelas ações que estará capitaneando, mas, também, por tudo o que receberá de ajuda da parte dos seus e dos próximos. Esta ajuda será facilmente percebida quando o líder for humilde, envolver de maneira perspicaz o seu grupo, inteligente o suficiente para deixar acontecer.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 29 de março de 2012

PRIVILEGIAR

Dá-se a condição de privilégio a algo ou alguém que consideramos ser merecedor do posto. É colocar este digno num lugar de maior destaque, favorecendo que esteja realmente numa condição privilegiada em relação ao que se está fazendo.
Notadamente autoridades e pessoas homenageadas são conduzidas exatamente aos lugares mais destacados da plateia. Em nossas casas certamente ocupam os melhores lugares aquelas peças que consideramos ser as mais valiosas e bonitas. São privilégios que concedemos, por consideração, afeição ou respeito.
Mas, entre tudo e entre todos, quem mais deve receber o nosso próprio privilégio? Por maior ufanismo que possa ser, o lugar mais privilegiado de nossas vidas deve ser ocupado por nós mesmos. Pois, não há pessoa mais importante, não há quem seja maior; nada deverá ocupar maior destaque em nossas vidas do que nós mesmos. 
Afinal, vivemos para nós e se trabalhamos é porque queremos um algo melhor para nós, também. É claro que ao nosso lado devam existir outras pessoas, que igualmente deverão ocupar um lugar privilegiado, como família e amigos, mas, estes ficarão a nossa direita. E da mesma maneira que eles respeitam os nossos privilégios, nós devemos respeitar os deles.
Privilegiar significa beneficiar, favorecer. Então, que isto seja para o nosso próprio bem, para o nosso regozijo e consideração. Cada qual, no seu próprio favorecimento, deve se considerar alguém importante, digno de ocupar o melhor lugar da sua própria vida.

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

quarta-feira, 28 de março de 2012

ARRANJOS


Uma mesa limpa, sem conter nada sobre ela, demonstra ser um vazio, como algo que não foi preparado adequadamente. Por mais que a mesa seja bonita e tenha o seu valor, algo que seja colocado sobre ela vai realçar ainda mais a sua beleza e qualidade. Tal como a colocação de arranjos, que trazem para ela uma imagem diferente, o  contraste com a própria robustez de como é feita.
Os arranjos são normalmente de forma delicada, utilizando-se flores ou peças de artesanatos. Não importa a pomposidade pela qual a mesa foi concebida, serão os pequenos detalhes dos arranjos que darão vida a ela. Pequenos no tamanho, mas, grande na percepção que demonstram.
O que leva os arranjos a terem tamanha apercetibilidade é a diferença de como são concebidos, a sutileza de detalhes que transformam. Diferenças sempre serão mais percebíveis, não importa o tamanho dela, pois, o contraste é que chama mais a atenção.
E, tal qual os arranjos podemos definir nossas ações. Mesmo na robustez que enfrentamos o dia-a-dia, existem momentos em que devemos nos postar como arranjos, quebrar o impacto e proporcionar um algo terno para os acontecimentos. Um ambiente que tenha harmonia é mais saudável. São princípios da coerência e do bem estar, que somam a favor de todos que ali estão. Qualidade de vida se traz, também, com belos arranjos.
Certamente que são melhores os ambientes harmoniosos se comparado com os lugares frios e desleixados. Mesmo a mais belas das cores perder-se-á no universo se apenas ela estiver querendo aparecer, sem que tenha qualquer outro arranjo por perto que lhe dê o contraste necessário.

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 27 de março de 2012

OPORTUNÍSTICO


Alguém que esteja ocupando qualquer cargo e tira proveito acima de que suas remunerações específicas permitem age pelo oportunismo de seu posto. Quem recebe qualquer valor de forma desviada não é digno do bem público que esteja ocupando e sequer da condição de ser chamado de concidadão.
Não há diferença nenhuma de quem se apropria do dinheiro de um grupo ou instituição com qualquer tipo de desfalque praticado entre pessoas ou contra empresas. Apropriar-se de algum valor que não tenha sido ganho pela remuneração de seu cargo é roubo, e como tal, seu praticamente deve ser julgado.
Pode o fato não vir a ser de conhecimento público, mas, o ato em si terá suas conseqüências, ainda nesta vida. Pois, todo o dinheiro ganho de forma injusta será, também, tirado de quem o subtrai do justo. Nenhum bandido consegue ficar com o que roubou por muito tempo, vai perder ou gastar em pouco tempo, provando que o mal não compensa. Mas, para manter sua ganância vai ter que fazer outros roubos, tirar mais ainda do justo.
Afinal, um valor desviado em qualquer esfera é parte do dinheiro que nós, cidadãos, pagamos aos governos ou as empresas, seja através dos impostos ou pela compra de produtos. E não podemos aceitar que valores que nos são descontados do imposto de renda, por exemplo, seja apropriado para alguma ação ilícita. Não devemos concordar que algum oportunístico subtraia do nosso suor para o gozo de suas satisfações pessoais. Pois, qualquer dinheiro desviado é fruto de algum tipo de roubo, ou seja, alguém se apropriou do que nós produzimos, do nosso suor, do que é fruto do nosso cansaço, esforço e trabalho. É como recebermos nossos salários e dividir com quem nada fez parte daquilo que ganhamos com tanta dedicação e empenho.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 26 de março de 2012

RENÚNCIA


O preço que pagamos pelo bem que compramos nem sempre é aquele que está posto na etiqueta. Existem vezes em que conseguimos pechinchar e ganhar desconto, pagando um preço ainda menor ao produto que desejamos. Pois, o preço da etiqueta é uma referência, que pode ser modificada caso ambas as partes envolvidas considerarem interessante o procedimento.
É assim como o apego que procedemos para tudo o que existe na vida. Podemos, como muitos fazem, nos prender integralmente às coisas mundanas, ficar escravos dos bens e das pessoas. É como pagar o preço da etiqueta e não pedir nada a mais para nós. 
Se o preço da etiqueta pode sofrer alterações, muito mais desapego nós devemos ter com o que prende nossas vidas,  com a nossa liberdade de viver e com o nossa própria importância. Valemos muito mais que qualquer bem existente na face da terra. Individualmente cada um tem seu valor, ninguém pode ser desmerecido em relação a outrem.
Mesmo que alguém seja craque de futebol, um presidente de uma república ou um recolhedor de papeis reciclados, não há maior ou menor. Perante a vida todos possuem um mesmo valor, um mesmo peso. Pode ser que um seja mais inteligente que o outro, que este sobressaia em  determinada atividade, mas, para o contexto da vida, todos possuem igual medida.  
E é exatamente na renúncia que cada um mantém em relação aos predadores da liberdade e da vida que poderemos definir o quanto vale. Afinal, não é aquilo que ajuntamos que nos dará a chave da liberdade, mas sim, a forma como nos desprendermos do que nos cerca ou ao que nos prende nas prisões mundanas.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

ITINERANTE


A qualidade que nosso pensamento possui, de poder andar pelos mais diversos lugares e de criar fatos nem sempre presentes em nossa realidade, mostra quanta qualidade nós temos. Muito do que ora imaginamos pode vir a se tornar realidade um dia, temos provas próprias daqueles desejos que outrora havíamos pensado e que num futuro veio a se concretizar. Sonhos de jovens ou de adultos, não importa a idade, são factíveis de acontecerem se bem sonhados.
Talvez não tiramos tempo para analisar aquilo que exatamente pensamos, nas muitas coisas que passam em nossas cabeças durante um único dia. É uma ebulição de idéias, sonhos e projetos, coisas simples ou mais complicadas, que gostaríamos de fazer ou de ter. Infelizmente para nós mesmos a maioria disto não colocamos em prática, não transformamos em realidade porque, talvez, nos julgamos incapazes de fazer. Todavia, outras pessoas, quem sabe até menos qualificadas que nós, acabam fazendo isto acontecer por suas forças de vontade.
Isto tudo acontece porque temos uma mente muito itinerante, que não pára de andar um segundo sequer. Hora estamos num lugar, em pouco já nos deslocamos para outro e assim vai se seguindo o dia todo. Até mesmo o desconhecido passa a fazer parte de nossas viagens, de nossos pensamentos itinerantes.
Possivelmente se tivéssemos uma concentração mais localizada, com a dedicação de esforços em menos lugares, mais fácil alcançaremos sonhos. Pois, quando estamos envolvidos com o muito, deixamos de fazer o pouco que nos satisfaz e que está mais próximo de nós. Vivendo um lugar específico, fazendo o que esteja em foco, será possível fazer acontecer, realizar nossas imaginações.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

SEDUÇÃO


A proliferação das espécies passa pelo necessário acasalamento entre os que são concebidos para tal fim. Machos e fêmeas do mundo animal, ou seja, o que possui algum tipo de vida, unem-se em algum tempo para dar seguimento à sua linhagem.
Tal acasalamento poderia ser algo simples, de fácil entrosamento, considerando que este ocorre entre espécies do mesmo tipo. Todavia, a questão é passível de grande complexidade, a medida em que nem sempre machos e fêmeas convivem no mesmo espaço. Surge, ai, a necessidade do jogo da sedução, que visa atrair o parceiro para que o contato necessário aconteça, que as partes se unam e gerem a descendência.
Na proliferação da vida animal, e nós estamos incluídos nela, a sedução tem um papel de grande importância. Mesmo que muitas vezes não percebemos o que está acontecendo, em algum ponto, algo ou alguém está sendo seduzido. E, notadamente, é o lado fêmea que investe qualitativamente neste jogo da sedução e que, também, quase sempre alcança os melhores resultados.
Neste  jogo da sedução, que visa a continuidade das espécies, não há nada de errado, é a natureza agindo a seu próprio favor. Cada qual, dentro de sua competência, seduz o que lhe provier, investe dentro de sua generalidade. A conquista não é o ato em si, mas, o resultado que ela proporciona, na ordem natural das coisas, dentro dos princípios de cada sorte. Não devemos complicar mais a natureza, criando novos termos, casos ou barreiras que não favoreçam sua composição original, mas, sim, respeitar a ordem apropriada, promovendo o devido respeito que exige-se nete tal jogo da sedução. 
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 21 de março de 2012

ENTRELINHAS

A maioria das pessoas provavelmente não dá atenção ao que está escrito nas estrelinhas dos textos. Talvez porque esteja em letras menores, quase imperceptíveis, ou quem sabe devido a não fazerem parte direta do documento, e o que está nas entrelinhas é despercebido, sem muito valor ofertado.

Entretanto, é exatamente nas entrelinhas que estão as respostas de muitos dos enigmas, de muita coisa que não fazemos questão de saber. Até mesmo num diálogo existem entrelinhas, mais imperceptíveis ainda, colocadas por gestos os expressões diferenciadas.

Usa-se das entrelinhas exatamente para se esclarecer fatos, apontar algo que seja concernente ao contexto mas que não fora explicado adequadamente para seu interlocutor. Poder-se-ia dizer que é um rabisco, uma justificativa necessária para aquilo que esteja sendo debatido ou apresentado tenha uma ideia mais clara.
Acontece o mesmo em relacionamentos entre pessoas, onde fatos pontuais passam imperceptíveis, mas, podem alterar animosidades entre as partes. Se as pessoas entendessem melhor das entrelinhas dos fatos, muitas incoerências, desavenças  e desentendimentos deixariam de acontecer.
Questões que não deveriam ser tão valorizadas em função do que existia antes, mas, que se tornam estopim de explosivo e inadequado para o futuro dos envolvidos, podem estar explicadas em pequenos textos. Certamente ler melhor as entrelinhas é um procedimento adequado e tão singular pode ser o que lá está escrito. Talvez tenha sido apenas um apontamento, alguém  achou interessante mostrar algo, o seu ponto de vista, e isto, nem sempre é algo que mereça todas as atenções do mundo, todavia, muitas respostas também podem estar exatamente ali, nos pequenos detalhes.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

ILUMINADO



Um ambiente bem iluminado, com luzes em todos os cantos, proporciona mais segurança e tranqüilidade para quem tem que passar ou estar nele. A luz é importante a quem seja do bem, àquelas pessoas que não tem o que esconder e que podem mostrar suas caras livremente em qualquer lugar.
E como é realmente bom e tranqüilo poder passar por um lugar que esteja bem iluminado, onde possamos enxergar tudo o que esteja a nossa volta. Andar onde há luz é poder ver tudo o que acontece ao redor, olhar o que de bonito existe, tirar proveito bom das boas coisas que lá estejam.
Mas, quem não é do bem, aquele que pratica o mal opta em andar por lugares que estejam escuros. Preferem as ruas tenebrosas, os becos sem saída, as calçadas perigosas, pois, nestes lugares se sentem em seus cantos. O que leva este tipo de pessoa a ficar nestas parte é exatamente a escuridão, a ampla possibilidade de se esconderem para praticarem seus delitos.
Ao que seja do mal a luz ofusca, incomoda, é uma forma de delatar a presença. Em todos os sentidos, a luz não é bem vinda para estes que vivem na obscuridade. Afinal, um ambiente iluminado mostra tudo, até mesmo aquilo que alguém não deseja que seja visto. 
Entre todos os ambientes possíveis, ainda aquele onde há luz é o mais bem aconchegante. Pois, devemos praticar o bem, sempre, em todos os lugares, para todas as pessoas, sem fazer ou ficar com medo. O que podemos fazer pelo lado mais iluminado certamente será feito com mais disposição e confiança.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

ENTRADA


Para tudo o que existe há uma entrada, vezes mais pequena ou então num grande vão. Elas diferem de tamanho exatamente para que a entrada de pessoas seja de acordo com suas necessidade ou potencialidades. 
Em quase tudo as entradas são até grandes, permitem que muitas pessoas passem e procurem algum lugar adequado. Mas, da mesma maneira que ingressam, muitos também saem de lá, até pelo mesmo lugar por onde adentraram. Por não se identificar com nada que há lá dentro, acabam se dispersando e saindo.
Há casos em que a entrada seja viçosa, entretanto, a saída é difícil de achar. São mundos difíceis de serem controlados, ou melhor, é aquele mundo interno que controla tudo o que ele quer. Este mundo não se importa com quem entra, todavia, com certeza vai tomar conta do indivíduo que nele embarcou. E não precisamos andar muito para nos deparar com estes tipos de portas, elas podem estar muito próxima de nós, quem sabe, pedindo para nós passarmos por ela.
Compete a nós, pessoas de livre arbítrio, verificar bem antes de entrar em algo que não conhecemos. De que adianta um punhado de novos amigos desconhecidos se vamos perder aqueles que antes eram tão importantes para nós, e que enfrentaram as alegrias e tristezas de nossos momentos anteriores? Entradas precisamos controlar, avaliar se vale a pena mesmo embrenhar-se no desconhecido, o trocar o que temos por algo que não vemos nada além de uma entrada incógnita. Mas, se nestas entradas tivermos como levar os amigos verdadeiros, ai sim, estaremos seguros de que vale a pena ingressar, pois, teremos o nosso próprio exército para nos defender, qual seja, o exército dos nossos verdadeiros amigos.

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.