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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

OPÇÕES

Ter um leque de opções a escolher tende a trazer mais dificuldades para quem compra. Por mais que seja bom poder comparar produtos, se houver vários opções será necessário mais tempo para que cada um seja avaliado adequadamente.
Ao nos deparar numa gôndola com várias marcas de um mesmo produto que queremos comprar poderemos analisar embalagem, marca, informações e até o preço de todos os que estão expostos. E se não for por uma questão de valor, o produto a ser comprado vai acabar sendo o mesmo de sempre, mesmo que avaliamos os demais.
Se menos produtos houverem ali - dois, por exemplo - o tempo a despender haverá de ser menor. Por ter menos opções a olhar e comparar, mais rapidamente passaremos pelo setor. 
O que podemos entender é que com menos opções mais rapidamente tomamos decisões. Não havendo muito o que comparar e avaliar, escolhemos o que estiver mais ao nosso gosto. Não perderemos tempo e ainda haveremos de seguir para outros setores, fazer outras coisas.
A tomada de decisões por vezes exige rapidez. É como ter várias ofertas de emprego, e não saber por qual definir; pode ser que, pela nossa demora, todas as vagas sejam preenchidas antes de escolhermos adequadamente e, o que vier a sobrar para nós talvez não seja exatamente a melhor das oportunidades.
Opções devem existir, mas devemos ter agilidade para escolher. Por mais que paciência seja necessária a roda da vida precisa se movimentar. O quanto antes definirmos corretamente por nossas escolhas mais tempo teremos para outras.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

FIM

Por muitas vezes já ouvimos falar que o fim do mundo aconteceria em determinado período. Ainda hoje se fala, seguindo alguns “profetas” ou “calendários”, que os humanos vão desaparecer, que não se sabe se ficará alguém para começar uma nova humanidade.
Pelos prognósticos havidos, o mundo poderia ter acabado quando aconteceu o dilúvio, entretanto, estamos, todos, aqui, para contar esta história de recomeço. Mais recente falou-se que na virada do milênio tudo acabaria, todavia, ou o calendário está errado ou esta foi mais uma profecia falsa. 
Agora falam em 2012, na coincidência dos 12, que neste dia a terra perderá seus habitantes mais nobres e inteligentes. Se for por coincidência, temos muitas ainda a enfrentar, como este ano, por exemplo, onde passamos, e sobrevivemos, na coincidência dos 10.
Na verdade o fim deste mundo existe mesmo. E ele acontece quando uma pessoa parte daqui para outro lugar. O fim de uma vida, é o fim desta pessoa neste mundo. Por mais que se lembre dela em logradouros ou em outra forma de homenagem, ele não estará mais presente com novas ideias para nós. Mas, o partir de alguém significa também o surgir de uma nova oportunidade, porque alguém vai ter que ocupar o lugar deste que se foi.
O fim do mundo de um pode ser o começo ou o recomeço de outro. É certo, então, que enquanto alguns pensam que tudo vai acabar amanhã, outros já estão planejando de como tirar melhor proveito do depois de amanhã. 


O texto pode ser divulgado, mas, cite o autor.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Se formos avaliar o quanto cada um de nós passa o dia sentado vamos perceber que talvez seja até mais do que permanecemos deitados. A exceção de algumas profissões que exige a permanência em pé para a execução dos trabalhos, a maioria permite de trabalhar sentado, forçando um comodismo ainda maior de nosso organismo.
Mas nosso corpo não foi concebido para permanecermos por muito tempo sentados. Efetivamente fomos criados com a necessidade de movimentação, e não para ficar parados de qualquer jeito que seja. Mesmo em pé, mas se não nos movimentarmos ao longo de um certo tempo nosso organismo vai ajeitar alguns incômodos.
Ficar sentados pode até ser cômodo, mais tranqüilo. Entretanto, não é aquilo que faz o nosso tempo girar e produzir. É o mesmo que um carro estar com o motor ligado: se não engatarmos a marcha e soltar o freio de mão ele não vai sair dali, tende a esquentar e causar danos ao motor; todavia, se acionarmos a marcha e soltar o freio o carro vai andar, sairemos do lugar, os componentes do motor haverão de funcionar normalmente e poderemos seguir nosso roteiro.
Igualmente nós não devemos ficar parados, para não comprometer nosso “motor”. Ele precisa movimentação para funcionar melhor, para ser lubrificado adequadamente. O sedentarismo provoca doenças e danos graves para nosso organismo.
Quem é daqueles que passa o dia inteiro sentado e acha isto bom, precisa compreender que é hora de pensar em movimentar o seu próprio esqueleto. Que, pelo menos, de hora em hora saia da sua cadeira e faça algum movimento diferente. E que, em algum momento do dia, tenha tempo para caminhar ou correr, fazendo com que o seu “carro” tenha a lubrificação adequada.


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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CRIANÇAS

Quando vejo uma criança brincando alegro-me pela sua espontaneidade e comprometimento com o seu brincar. Não importa o que tenha na mão elas conseguem, mesmo uma simples caixinha, transformar o objetivo em parte de sua brincadeira.
Até na hora em que “brigam” com seus coleguinhas elas nos dão uma lição de amor. “Brigam” e num instante estão lá, brincando novamente juntas. O seu perdão, mesmo que não seja feito com palavras, é com o coração. Nelas não há remorsos e nem ódio.
Quanta humildade e pureza têm nos corações das crianças. Elas são o máximo de ensinamento para nós. Porque nós  queremos sempre ter o melhor brinquedo que os outros, ambicionamos nos mostrar muito mais do que somos. E quando acontece de brigarmos com alguém, o rancor destrói tudo de bom que existe de bom entre nós.

Quando se fala que os adultos precisam ter o coração de criança é exatamente neste sentido, de pureza e de amor. Que não precisamos abraçar o mundo para ser feliz, porque um simples e pequeno monte de terra pode  virar um parque de diversões.
A felicidade está nas coisas que conseguimos abraçar e nos sentimentos que conseguimos transferir para nossos irmãos. E isto, as crianças têm de sobra.

By:
João Frederico Livi
CRA/PR  21.250

 O texto pode ser divulgado, mas, por gentileza, cite o autor.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

DISTINGUIR

Passamos os nossos dias na maioria das vezes correndo e com muitas coisas por fazer. Fazemos muito, mas existem outros que muito fazem por nós, que nos ajudam a cumprir as tarefas que temos pela frente.
Nesta correria encontramos pessoas que colaboram conosco, mas talvez, pouco nos apercebemos do quão elas são importantes. Está certo de que muitas delas compramos seus serviços, que fazendo isto em troca de algum salário. Todavia, elas são importantes para nós.
Começamos em casa, onde alguém a deixa arrumada, prepara nossa roupa, a comida e muitas outras coisas que talvez sequer percebemos por estar sempre em ordem. Ao seguir para o trabalho encontramos pedestres que não nos incomodam, motoristas disciplinados, todos também correndo, mas que não são incômodos para nós. No trabalho temos colegas que arrumam nosso ambiente e até colaboram para que nosso dia seja mais cômodo. Há muita gente ao nosso redor fazendo algo por nós, entretanto, muitas vezes não reconhecemos suas importâncias.
Distinguir estas pessoas em nossas vidas é o mínimo que podemos fazer. Ser gratos a elas, oferecer nosso carinho e respeito, cumprimentá-las e ouvi-las, é a reciprocidade que muitos esperam de nós, mas não os vemos. Não voltamos a eles para agradecer, dizer um muito obrigado, talvez, porque, pensamos que eles fazem isto por obrigação. Mas que obrigação eles tem para conosco?
E não somente aos nossos que devemos agradecer. Precisamos lembrar sempre que existe uma força superior a nós, que gere o universo e que muita energia nos proporciona. Mas, não agradecemos a este nosso Deus por tudo aquilo que Ele nos faz. Deus também merece nossa distinção, da mesma maneira que Ele certamente distingue a cada um de nós, mesmo que não se apercebamos disto.


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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

CONSCIENTIZAR



Em algumas partes do Brasil já começam a surgir as obras que serão palco da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Estádios serão reformados, vias urbanas estarão sendo melhoradas, benfeitorias passam a ser construídas visando esta importante competição mundial e que muito tem haver com nós, brasileiros. E não somente com vistas a Copa do Mundo de Futebol de Campo que consideráveis valores financeiros serão aplicados no Brasil neste próximos anos, mas, também haverão de ser investidos recursos para que o Brasil seja sede das Olimpíadas, em 2016, desta feita, somente no Rio de Janeiro, para que hajam palcos adequados para a realização dos muitos esportes que fazem parte de uma olimpíada.
Obras físicas estão acontecendo e ajudarão no desenvolvimento do país. Todavia, elas não serão o suficiente para que o Brasil seja considerado apto a receber turistas do mundo todo. Existem alguns tipos de obras também de grande importância que precisam ser desenvolvida, que é no campo da conscientização.
O povo brasileiro precisa se conscientizar de muitas coisas antes que tais competições aconteçam. Precisa saber conviver que trânsito é lugar de carros, motos, bicicletas, pedestres etc, que todos precisam ter seu lugar e cada qual ser respeitado; faixa de pedestre, por exemplo, é local para o pedestre passar, ou seja, ele é que tem preferência sobre ela, e não os veículos.
Além do trânsito, precisamos construir relacionamentos, fazer amizades reais, respeitar o próximo, saber como acolher quem nos visita. O brasileiro também deve ter o devido respeito para com seus vizinhos, vivendo na legalidade e na formalidade. Guerra entre comunidades, corrupção de qualquer âmbito etc, são ações que necessitam ser eliminadas. 
Poderíamos também dizer do respeito às vias públicas, de não se jogar lixo nas ruas, que é necessário para que as nossas cidades sejam vistas como limpas e organizadas. Assim que conseguir obras de conscientizar, aí sim, o Brasil estará preparado para sediar competições de grande vulto e receber milhares de turistas do mundo todo.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CEDO

Quanto mais cedo os jovens começarem a participar de grêmios estudantis, clubes de serviços, associações e grupos de jovens, melhor para sua própria formação. Estar nestes grupos significa desenvolver a liderança de forma sadia, tendo por mentores adultos comprometidos com sua formação.

Em entidades assim os jovens podem encontrar um ambiente saudável para expor suas boas ideias, encontrar um grupo que venha lhe dar valor em ações de caráter social. Além disso, noções de oratória e de lideranças são desenvolvidas, principalmente para aqueles que já cedo assumem a posição de líderes destes grupos.

É importante também que nos grupos de voluntariado os jovens se engajam em trabalhos coletivos, por vezes até para ajudar outras pessoas de menor condição financeira. Ali passam a conhecer a outra realidade da sociedade, por vezes, bem diferente da deles próprias.
Seja numa simples campanha de conscientização ou na defesa de interesses coletivos de um grêmio estudantil, fazer parte deles significa ser alguém da multidão. É preocupar-se com os demais, e não recolher-se apenas no seu mundo individual.
Se você faz parte de alguma entidade assim procure mesmo ser alguém dentro dela. Ocupe de forma natural os espaços, exerça a liderança quando surgir a oportunidade. Não tenha medo da responsabilidade e nem de apresentar ideias para seus amigos e colegas. Isto tudo servirá para a formação do teu caráter e do teu futuro profissional.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

BULLYING

Fazer brincadeiras é uma coisa boa. Envolver amigos e colegas em atos que sejam legais, que promovam o crescimento conjunto e o fortalecimento das amizades, é algo que se deve incentivar e estimular.
Mas quando estas brincadeiras passam do limite e se transformam em atos de humilhação, pejorativas ou desagradáveis, já não é algo bom. O “bulling” precisa ser completamente condenado e excluído das escolas, lares e ambientes de trabalho. Não importa onde quer que seja, qualquer prática que seja de “bulling” deve ser tratada com rigor contra aqueles que a estejam praticando.


Talvez alguém venha dizer que o praticante de “bulling” esteja se tornando um líder, uma pessoa de destaque entre os seus. Diria que isto é ledo engano, porque, apesar de tomar a frente, esta pessoa está se tornando um avesso as leis, normas e bons costumes. Pode ser que hoje ele ainda seja obediente, mas amanhã talvez se torne difícil de controlar em outras situações mais graves.

Também a pessoa que sofre o “bulling” passa a carregar por sua vida o desprezo e humilhação que passou. E não pensem que esta prática é apenas exclusiva de escolas e seus arredores, pois também, pode acontecer de um pai, ao dar um “castigo” pro seu filho, acaba mandando fazer alguma tarefa desagradável. Uma criança acometida por estes atos, mesmo que sejam provocadas por seus próprios pais, haverá de levar isto consigo, criando barreiras e até impedindo seu desenvolvimento natural.
Diretores de colégios, professores e pais, todos devem conter esta prática sem futuro algum. Não apenas para evitar o desprezo para alguns, mas também, para conter que novos tiranos ou marginais surjam no seio da nossa própria sociedade.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

PIRA

A pira quando acesa tem um significado muito forte. Ela representa, por exemplo, o período de realização de jogos, ou então, para servir de alerta em algum lugar que precisa receber uma atenção especial. Quando vemos uma pira acesa notadamente procuramos respeitar aquilo para o que ela se propõe.
Há duas formas principais de manter a pira acesa: mantendo querosene no seu recipiente ou então alimentando-a com gás. Se o seu combustível vier a falta ela vai se apagar, sua função estará comprometida. E para manter acesa a pira vai ser preciso vigiar constantemente para que o seu combustível não venha a faltar.
Se esta simbologia funciona de forma tão simples, muito mais pode funcionar para cada nós. Não que precisamos ter uma pira ao nosso lado, acesa e alimentada o tempo todo. Mas, a pira interna do nosso viver, a chama que alimenta nossa motivação e a força de vontade. 
Quando conseguimos manter aceso dentro de nós esta pira emocional alcançaremos a chama da vontade e da busca pela conquista. São estas que nos manterão firmes na caminhada, longe da depressão e das tristezas. 
Somos tão frágeis quando não repomos o combustível adequado para nos manter acesos. Todavia, dentro de nós mesmos existem muitas reservas, por vezes escondidas em algum canto, talvez onde não ousamos procurar. Há momentos em que é preciso deixar com que o próprio organismo faça sua parte e encontre o que achamos que nos faz falta. Buscar fora de nós nem sempre será a solução adequada para nosso pleno funcionamento. Quem sabe, esta solução esteja exatamente bem dentro de nós, no nosso coração, na nossa mente.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

INÚTEIS

Há pessoas que necessitam muito de aplausos. Anseiam por serem aclamadas em ambientes públicos, que seus nomes sejam os mais bem falados. Precisam constantemente de um pedestal para proclamar de seus atos e ações. Estas pessoas se sentem as mais importantes entre aquelas do seu grupo. Procuram fazer o mundo girar a sua volta e aqueles que ali se encontram lhe devem toda a atenção possível. Discordam quando outro vira o centro das atenções, quando os louros são concedidos a um terceiro.
E há aquelas pessoas que trabalham na surdina, fazem tudo pelos seus e até por aqueles que não conhecem. Sua missão é servir, fazer o bem ao próximo. Por vezes fazem até mais do que podem, sem, todavia, esperar condecoração alguma. Estes abnegados trabalham em grupo, por vezes até seguem a um outro líder. Ajudam a empurrar o que seja necessário, sem medir esforços ou tempo. E ainda comemoram junto quando alguém dos seus consegue algum feito.
Na avaliação destes dois tipos de pessoas, qual delas podemos considerar inútil? Certamente que necessitamos de líderes, mas, mais do que estes, precisamos de pessoas comprometidas. Alguém comprometido com uma causa vai dar tudo de si para que o resultado daquilo que se está buscando seja alcançado. 
No mundo das artes vemos que existem muitos atores, que cumprem adequadamente os seus papeis irreais.  No astro real, no público que vivemos, também existem pessoas que procuram  representar muito bem, e até conseguem, por um certo tempo, serem os centros das atenções. Mas aqueles que usam a sua própria roupa, mesmo que seja uma roupa velha e muito usada, para sempre serão fundamentais para o todo. Melhor, então, é unir este espírito de liderança e a abnegação em fazer o bem ao próximo sem esperar condecoração.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

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