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segunda-feira, 28 de março de 2011

SEDE


SEDE
Confira este e mais textos do autor no blog www.joaoflivi.blogspot.com

Quando passamos muito tempo sem tomar água nosso organismo passa a ter sede, começa a sentir a falta deste mineral. Ainda se existe o líquido por perto sabemos que poderemos matar a sede a qualquer momento, facultando, até, retardar um pouco mais o momento de bebê-la. Mas, se alguém estiver andando em algum deserto, numa região que não tenha água, o desespero começa a tomar conta da pessoa. A cada passo andado aumenta a sede, inclusive com a aparição de miragens. E somente voltará a ficar tranqüila no momento em que encontrar água ou quando alguém lhe estender um cantil com ela.
A água é um exemplo prático da carência que podemos encontrar se andarmos pelo deserto ou se ficarmos tempo sem tomá-la. Entretanto, também em nossas vidas conseguimos atravessar verdadeiros desertos, onde há momentos em que certa água nos faz muita falta. Este deserto está exatamente no campo das nossas realizações, do nosso próprio viver, daquilo que já fizemos. É quando sentimos sede de algo que não esteja facilmente a nossa frente, carência esta que haverá de nos importunar.
Há pessoas que passam tempo sem amar, sem fazer algo pelas outras pessoas, sem entender seus semelhantes, sem ter fé. Estas, em algum momento futuro poderão entrar no deserto da vida,  haverão de sentir sede por aquilo que deixaram de fazer e por atitudes que deixaram de tomar. Ainda assim para estas pessoas pode acontecer de alguém, mesmo desconhecido, lhe estender um cantil com a água da vida. E bastará tomar um pouco desta água para recuperar suas energias. Mas, melhor será se ela realmente se abastecer adequadamente para conseguir vencer  todo o resto de seu roteiro e chegar tranqüilo ao seu destino final.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 25 de março de 2011

COMPARAÇÃO


O querer fazer comparações de uma pessoa com a outra pode trazer surpresas bem diferentes daquela esperada. Eu não posso me considerar melhor que meu vizinho, colega de trabalho ou qualquer um que seja. Existem particularidades diferentes, algo pode se sobressair neste em relação aquele, tornando a pessoa diferente, mas, certamente, não melhor em tudo.
Quando me coloco acima de outros vejo isto com os meus olhos e não pelo da coletividade. Posso me imagino superior por aquilo que penso e faço, mas não tenho a capacidade de saber exatamente aquilo que se passa no interior da outra pessoa, então, como se considerar maior? 
Antes de fazer qualquer comparação preciso entender o que se passa com outro, o que ele pensa, do porque de suas atitudes e reações. Quem sabe existe uma boa justificativa para aquilo que ele esteja fazendo ou deixando de fazer, entretanto, isto não pode ser motivo para desqualificá-lo e nos colocar num pedestal.
Já vi muitas partidas esportivas em que a técnica e a qualidade individual foram superadas pela garra e determinação. Ou seja, considerar-se o melhor não é o suficiente para vencer, há outras situações que precisam andar juntas. E no resultado final do jogo, o que foi mais importante, a presença de alguém qualificado ou de quem realmente construiu o resultado positivo?
Podemos até buscar comparações, medir nossas forças, mas jamais expor isto e ter orgulho por tal, apenas, que seja para nossa motivação e conceito pessoal. Elogios devem nos servir para buscar melhorar ainda mais, mas a soberba há de nos derrubar perante a humildade alheia. 

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 24 de março de 2011

MENSURÁVEL


Tudo aquilo que se faz tem alguma medida, algum valor. Seja nossos atos, até mesmo as ideias ainda não colocadas em prática, tudo é mensurável, portanto, dá para fazer uma avaliação do que fizemos ou então daquilo que queremos.
Ter a medida do que desejamos é fundamental para que aquilo que for feito seja coroado de êxito. Isto significa ter planejamento, ser organizado, pautar cada ação que precisamos ter por algo realmente mensurável, poder comparar com um outro algo. Quando estamos alicerçados, com as medidas corretas, certamente o resultado vai ser muito mais fácil de ser alcançado.
É como uma roupa que mandamos fazer numa alfaiataria. Se ela for feita com as medidas corretas de nosso corpo com certeza poderemos a vestir adequadamente, sem ter sobras ou então sem apertar nosso corpo. A roupa mensurada corretamente veste melhor. 

Ao planejar algo é preciso medir, calcular, pensar, analisar, avaliar etc, comparar para que o agir se torne muito mais fácil. Quando tivermos a contrapartida, toda estrutura adequadamente mensurada, ir para a tarefa fica extremamente fácil para cumpri-la.

Por isso, antes de fazer algo, ao pensar um projeto, mensure as ideais, faça os cálculos necessário, trace os roteiros adequados, compare o que já foi feito. Pode até ser que a medida que a missão for sendo executada algo tenha que ser feito de forma diferente do planejado, mas, mesmo assim, ter uma base ainda é o melhor caminho.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 23 de março de 2011

SIMPLESMENTE


Certamente aquilo que é mais difícil deve ser prezado com muito mais valor. As conquistas auferidas com o suor e muito empenho, as longas e tortuosas jornadas para se chegar a um lugar desejado, enfim, tarefas efetuadas que exigiram o máximo de nós, devem ser valorizadas com um sentimento muito maior do que aquilo que nos vem de forma fácil e praticamente de mão beijada.
Por mais que o difícil tenha que ter um valor mais acentuado, nem tudo o que fazemos deve ser buscado pelo seu lado difícil. Pois andar sempre por caminhos tortuosos, cumprir na maioria das vezes atribuições penosas, hão de nos levar para o cansaço e ao esgotamento antes do tempo necessário.
É preciso, também, dar chance para o fácil, cumprir tarefas pelo seu lado mais simples, sem nos esgotar e fugir do estresse. Esta certo que numa partida de futebol o belíssimo gol se sobressai, entretanto, todas as bolas que chegarem simplesmente na rede terão a mesma importância e valor.  
O empenho para cumprir as tarefas é fundamental para que vitórias sejam alcançadas, e este, muitas vezes independe do jeito como a iremos cumprir, se de forma simples ou contornando por caminhos mais difíceis. Mas, o cansaço que teremos ao final da jornada vai dizer o que mais valeu a pena. E ai, poderemos compreender que se torna mais fácil fazer tudo pelo lado do simplesmente, que o resultado será o mesmo e sem a angústia, estresse e sobressaltos.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 22 de março de 2011

ANÔNIMO


Tudo aquilo que é feito sem que outras pessoas saibam o que está acontecendo é algo anônimo. Pois trata-se de algo obscuro, sem divulgação aparente daquilo que está se sucedendo, sem o conhecimento prévio por vezes até das próprias pessoas envolvidas. Por vezes, até, o que quer permanecer anônimo usa de pseudônimos, ou seja, se esconde por trás de outros nomes.

Mas não podemos considerar por anônimo somente aquilo que fazem e que nós não ficamos sabendo, ou mesmo, de algum bilhete que não contenha uma assinatura verdadeira. Há muitas outras coisas que se tornam anônimas, que outros fazem e nós ficamos sem saber.

Num trabalho, por exemplo, quando alguém resolve tudo sozinho e outros vêm de carona na tarefa, podemos dizer que os que não se esforçaram são anônimos a missão. Pode até seus nomes estarem na lista, mas no quesito saber fazer e no aprender não estão. Para uma questão de nota ter o nome na lista ajuda, mas para o aprender não servirá para nada, ou seja, será um anônimo em termos de educação.
Ser um anônimo é estar no obscuro, ficar sem denominação e não assinar em favor de si próprio. Pois para quem está fazendo não existe o anônimo, ele sabe exatamente o que está acontecendo e onde quer chegar, está aprendendo. E, sabemos, o essencial em tudo não é exatamente a nota, mas sim, o saber fazer.
Por isso, busque seu espaço, aprenda a fazer e cumpra com sua parte, agregue valor para a sua vida. Pois se em algum momento, em alguma circunstância necessária você for interpelado ou questionado saberá exatamente o que fazer e não será um anônimo perdido no meio da multidão. 

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

ALTO


Em toda e qualquer atividade sempre haverá de ter pessoas que se destacam, tornando-se os líderes e os responsáveis em manter a harmonia e a ordem entre os seus. E a composição de lideranças vai se alterando pelo tipo de causa adotada, como se fosse uma espécie de bolo, sendo a base maior e espessa formada de massa, e acima um pouco de doce que vai dar o sabor especial do pão.
Mesmo entre os líderes também este princípio é característico. Neste grupo há líderes que se destacam e que vão pra parte superior, mas a grande maioria passa ali a integrar a massa de apoio aos líderes principais.
Podemos dizer que tudo na vida é segmentado, que existe uma certa hierarquia, onde alguns alçam vôos mais altos e outros acabam se satisfazendo no lugar onde estão. Existem líderes que jamais sairão do seu próprio reservado, enquanto que outros, mais empenhados, hão de conquistar novos e maiores horizontes.
E a medida que mais alto os líderes vão subindo, outras dificuldades encontrarão e menos espaços terão. É uma pirâmide, que afunila quanto mais alto estiver. Se lá na estrutura as oportunidades eram imensas, a medida que vai subindo o funil começa a ficar menor e vai pressionando tudo e a todos. 
Há muitos líderes que surgem na base, mas no topo de tudo poucos chegarão. E somente certamente alcançarão a glória aqueles que souberem ocupar seus espaços, que demonstrarem qualidade, competência  e carisma por onde passarem, não se acomodando  com o lugar onde estejam, mas sim, sempre procurando subir mais alto.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 18 de março de 2011

ÚNICO

O planeta em que habitamos é constituído por mais de duzentos países, todos com suas culturas e particularidades específicas. Cada nação tem sua língua, seu governo e são regidos por leis e decretos, muitas até diferentes de um país para outro.
Esta organização leva cada país a ter sua aparente independência, pelo menos no sentido de decidir o que fazer. E até de entrar em guerra com outros países, caso não concorde com algo que lhes esteja acontecendo. Aliás, guerras entre povos é uma coisa muito antiga, desde os primórdios temos histórias delas. Não apenas entre países, mas até entre moradores de suas próprias áreas. Porque as populações podem se rebelar contra seus governos, se não concordarem com o que está acontecendo. E que ruim elas, pois guerras destroem, causam enormes prejuízos tanto no caráter financeiro quanto no psicológico das pessoas.
Será que  um planeta constituído com um único país seria a solução para as desavenças que existem entre os humanos, para acabar com as guerras, as desigualdades sociais e a fome? Onde todos os habitantes falassem a mesma língua, teriam a mesma cultura, compartilhariam dos mesmos gostos e desejos, enfim, seriam todos iguais em termos de nação, será que este não teria guerras?
Talvez nem mesmo um país único seria a solução. Pois, basta olhar ao nosso redor, no nosso bairro e em nosso local de trabalho que dá para ver situações parecidas: desigualdades sociais, intrigas, algumas pessoas com mais e outras com menos. Nem mesmo aqui onde teoricamente temos a mesma cultura praticamos os ideais da igualdade, fraternidade e amor.
E onde existam mais desavenças que semelhanças é um local propício para a formação de discórdia e intrigas. Mas, compete exatamente a nós evitar entrar nestes enredos, fazendo a nossa parte na nossa própria comunidade para que todos possam viver em paz e igualdade, longe de discórdias e guerras. 

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

QUARESMA


O período compreendido entre a quarta-feira de cinzas até a quinta-feira santa, denominado de Quaresma, é um momentos dos mais especiais na vida dos Cristãos, ou pelo menos, deveria ser. É um tempo que careceria ser destinado para a reflexão, conversão espiritual, de preparação para a ceia, morte e ressurreição do Salvador. Marca em que Jesus Cristo passou 40 dias e 40 noites orando e jejuando no deserto, antes de seu momento derradeiro da sexta-feira santa e do domingo da ressurreição.
Dentro do que pregam as Igrejas seguidoras de Jesus Cristo, ou seja, todas as Igrejas Cristãs, o sofrimento de seu Rei é mais do que uma justificativa para que seus seguidores guardem este período e meditem as suas ações. Portanto, deve e precisa ser uma temporada de recolhimento, jejum, doação etc, tudo em honra ao Senhor Salvador.
Na cultura dos Cristãos, a Quaresma sempre foi um momento das pessoas evitarem festas, regozijos e tudo o mais que significa grandes comemorações. Pois, devem aproveitar para pensar em si, nas suas ações e no que Jesus Cristo fez por cada um de nós.
Certamente que para os ateus o tempo da Quaresma não significa nada de especial, portanto, acabam fazendo tudo o que desejam, não se importando com o momento que se esteja vivendo. Mas os Cristãos precisam ter consciência do que Jesus Cristo representa, devem dedicar um tempo de seus dias e do ano para Ele. Isto significa abster-se de algumas coisas mundanas, de jejuar não apenas com comida, mas, também, de festas e outras estripulias costumeiras. Senão, como poder ser seguidor D´Ele?
Quaresma é tempo de conversão, para os Cristãos e todos os que pensam em si. É melhor a obediência do que ter que se sacrificar depois.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 16 de março de 2011

INTERVENTOR


Conhecemos como sendo um interventor aquela pessoa que é designada por um comando maior para atuar e intervir em favor de uma causa, de uma comunidade e até de empresas. Existem muitos interventores atuando em empresas privadas e entidades, mas já houveram nos comandos de municípios, estado e nação.
O interventor assume o lugar de outra pessoa que foi impedida de administrar por algum motivo específico. Ele assume com a função de corrigir os problemas existentes, ser o mediador na busca de soluções. E só depois que tudo estiver sanado ele poderá retirar-se da missão.
Na iniciativa privada e nos órgãos públicos é passível a figura do interventor, do mediador. Porque, problemas aconteceram, correções adequadas não foram feitas, então o interventor pode entrar em cena. Mas, problemas também acontecem com pessoas e correções deixam de ser feitas por estas, mas entre nós não existe o intervencionismo.
Intervir em pessoas é realmente difícil, pois a maioria das pessoas não aceita que alguém dê palpite sobre sua vida e seu modo de agir. Poucos que erram concordam que alguém lhes corrija e indique o bom caminho a seguir. 
Realmente não dá para indicar um interventor externo para as pessoas, entretanto, se fosse possível isto até poderia ser bom. Se cada um de nós tiver consciência e aceitar que alguém de fora possa expressar opiniões sobre nós - e acatá-las quando adequadas - , possivelmente menos erros cometeríamos. Quem sabe uma pessoa de fora, sem nos conhecer profundamente, possa ser um bom interventor para nós.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 15 de março de 2011

ALTRUISTA


No mundo todo acontecem quase que constantemente acidentes ou catástrofes, destruindo propriedades, desalojando famílias e trazendo consideráveis prejuízos financeiros aos Estados e para as pessoas. Mesmo que nos países existam as forças tarefas responsáveis para fazer o socorro e atendimento às vítimas, pessoas com plenas condições acabam se engajando nas atividades de dependência e salvamento.
São exatamente pessoas que deixam de seus afazeres particulares para assumir uma postura de dependência. Passam horas, por vezes dia, trabalhando em favor de pessoas que tiveram perdas materiais ou que estão desaparecidas. E não descansam, nem se preocupam com o que vão ganhar, apenas, querem o bem do seu próximo.
Estas pessoas são chamadas de altruístas, pois são dedicadas aos seus semelhantes e possuem o coração cheio de filantropia. Elas deixam suas coisas particulares e se dedicam a uma causa, uma entidade ou ao próximo.
Talvez muitos não entendam o porque de determinadas pessoas se dedicarem tanto às causas dos outros, de tal maneira que chegam até, em alguns, a perder seus próprios familiares. Fazem questionamentos contra a atitude de doação, lamuriando, até, que querem aparecer.
Os lamuriadores não entendem mesmo o sentido de doação. Pois, realmente o altruísta ocupa os espaços e vai fazer o que precisa ser feito. E ainda ele tem que cumprir com aquilo que os próprios reclamantes deixam de fazer, de ajudar o próximo. Porque ele não mede resultados pessoais, nem busca a glória por suas ações, mas sim, sabe que o seu próprio bem estar está na felicidade do semelhante.

Acredite em você!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250


O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.