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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

BIOGRAFIA

Escrever um livro, sobre qualquer assunto que seja, não é uma tarefa fácil. Primeiramente, porque, isto demanda muito tempo e conhecimento específico sobre o tema que o autor deseja abordar, e depois, a publicação do mesmo requer dinheiro ou a busca de incentivos. Por estas e muitas outras razões a maioria das pessoas sequer pensa na possibilidade de escrever um livro.
Mesmo que não tenhamos a vontade de virar um autor, pelo menos uma parte de um livro todos nós deveríamos fazer. É a nossa própria biografia. Esta deveria já estar pronta, escrito em algum lugar, sobre quem nós somos.
A nossa biografia contemplaria o que já fizemos, dos feitos e realizações, destacando os pontos positivos e alegrias já vividas. Até mesmo os negativos poderiam ser citados, pois elas igualmente fizeram parte de nosso viver.
Descrever um pouco de nós,  o que desejamos, quais são nossos sonhos e desejos e até onde queremos de chegar. Colocar isto escrito em algum lugar, para que nós mesmo possamos ler e recordar. E rever quais foram nossas atitudes e quais eram nossos pensamentos de outrora, para corrigirmos caminhos e atitudes.
A nossa biografia é importante para nós mesmos. Não que devemos mostrar isto para outras pessoas, mas sim, que seja um manual para nosso próprio dia-a-dia. Conscientes do que nós somos e do que nós podemos, talvez tenhamos mais forças para vencer os desafios e encontrar o caminho exato onde queremos chegar.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ACORDADO

Por tantas vezes já ouvimos falar de que é preciso sonhar, de que precisamos de um ideal na vida. É verdade, precisamos sonhar sim, mas não somente dormindo. É importante sonhar acordado, saber exatamente qual é o sonho que temos. 

Muitas pessoas sonham, desejam algo, buscam um ideal. Mas deixam esta fantasia dormindo, talvez por toda sua vida. Não buscam reviver o sonho acordado, planejando para que o mesmo aconteça. 

O sonho pode ser uma fantasia, mas também, pode ser algo que queiramos ter no futuro. Se isto for feito de forma consciente, acordado, certamente teremos grandes chances de alcançá-lo. Não existe o impossível, mesmo que as coisas não sejam fáceis de serem alcançadas. Basicamente é necessário muito empenho, dedicação e, por vezes, abnegação para alcançar o que almejamos. 
E jamais podemos abortar nossos sonhos, ideais e, principalmente, nosso viver. Não dá para ficar dormindo o tempo todo, ou fingir de estar dormindo. Mas sonhar, isto sim, é importante, principalmente, bem acordados.
Qual é o teu sonho? Acorde para ele!

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CONDICIONAL

A forma como os presos são mantidos no Brasil e em praticamente todos os lugares no mundo pouco têm para que os infratores tenham uma correção de seus atos. O sistema atual praticamente prevê apenas a reclusão dos transgressores da lei, amontoando pessoas em presídios e cadeias, colocando num mesmo ambiente aqueles que cometem pequenos crimes com os que fazem grandes delitos.
Vemos uma superlotação de praticamente todos estes lugares, sejam nas cadeias das cidades de menor porte ou nos presídios das grandes cidades. O que se faz hoje é prender o infrator, afastando-o do convívio com a sociedade livre, mas colocando-o ao lado de pessoas que tem na bagagem crimes dos mais diversos possíveis, criando, ali, uma certa amizade ou pelo menos um coleguismo.
Apenas enjaular alguém que comete um crime não será a solução para o problema. É preciso criar um sistema que vise a correção do infrator. E, talvez, a melhor maneira de recuperar alguém é mantendo-o ocupado, fazendo-o trabalhar. Algumas atitudes neste sentido já estão sendo tomadas, mas, basicamente para alguns detentos que estejam sentenciados. 
Mas, isto precisa, também, ser praticado nas cidades menores, onde aqueles que ficam presos enquanto esperam seu julgamento tenham algo de útil por fazer. Que estas cadeias não sejam um hotel, mas sim, um lugar para que os infratores de menor grau já reconheçam cedo de que o crime não compensa.
É preciso um sistema condicional que exige do infrator ter um trabalho, uma ocupação durante o dia. Assim, quem sabe, diminuiria a superlotação de cadeias e ainda haveria uma chance real de recuperação dos infratores.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

INTERESSE


O interesse que demonstramos para participar de determinada causa será demonstrado pelo empenho que a ela dedicamos. Podemos até ficar afastados do centro das atenções, mas, se fizermos algum esforço do lugar que estivermos já demonstraremos que queremos tomar parte. É diferente daquele que está na frente, mais próximo das atenções, mas que não se manifesta para nada.
É o interesse que vai nortear o nosso próprio crescimento e até o nosso futuro. E se quisermos realmente ser alguém será preciso que nos esforcemos para estar num lugar pelo menos visível para que sejamos vistos por quem precisa.
Demonstrar interesse é o que devemos fazer quando queremos entrar numa causa. Se não fizermos isto, como nos descobrirão? E a mesma vontade será preciso ter depois que estivermos dentro dela, para que não sejamos excluídos do sistema, trocados por outros que demonstrem mais vontade do que nós em ajudar. 
Não adianta dizer que integra este ou aquele grupo, mas está sempre de braços cruzados. Estar numa causa não significa necessariamente que ali progrediremos. O progresso vem pelo empenho e pela dedicação que oferecemos. Espaços sempre existirão, basta serem ocupados. E melhor se dará aquele que mais interesse demonstrar, que ocupar de maneira mais significativa os espaços disponíveis.
Nós podemos estar num grupo ou fazer parte dele. Destes, o mais importante é fazer parte, pois, estes, ajudarão na causa,  e quando chamados somarão esforços, dando segurança a quem dele fazem parte.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DITADOR

São poucos os países que tenham como comandante um líder com perfil de ditador. Com a predominância da democracia o que vemos é a liberdade de ações sendo espalhada por todos os cantos, permitindo que os povos vivam mais tranqüilos e tendo oportunidade de usufruir melhor daquilo que o próprio país lhes oferece.
O sistema ditatorial não faz bem para ninguém, nem mesmo em nossas casas, locais de trabalho e na sociedade. Ter que conviver com pessoas que tenham o perfil de ditador é retrógrado, anti-social e preconceituoso. 
Considero que normas precisam existir, que as leis devem ser cumpridas, que nas empresas haja a consideração para com os empregadores e que nas famílias haja dignidade. Mas isto precisa ser conquistado com diálogo, bom senso e respeito. É na maturidade de cada um de nós que construiremos uma sociedade sólida e bem calçada.
Trocar o diálogo por imposições não ajudará em nada. Ao contrário, fará com que aquele obediente de agora um dia venha a se revoltar contra os jugos enfrentados. As pessoas até podem reverenciar seu líder por um tempo, mas, um dia, quando perceberem o quanto estão sendo manipuladas hão de querer se soltar das amarras, e daí, sua força pode vir reforçada pelo ódio e o desejo de vingança.
Ser ditador está fora de moda. Mas procurar entender a pessoa que vive ao nosso lado é um conceito que está acima de todos os parâmetros. E o dia que isto acontecer em sua plenitude, mais harmonia, felicidade e paz encontraremos no coração das pessoas. 

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

CONVICÇÃO

A grande maioria dos jovens que ainda não estão ingressos em faculdades, mas que tenham idade para se preparar para tal, tem dificuldades em escolher qual o curso que irão escolher. Por mais que ainda boa parte da população não tenha acesso as universidades de qualidade, mesmo assim, aqueles que tem condições encontram dúvidas sobre qual será a sua profissão.
Com um leque de opções pela frente, os jovens normalmente imaginam uma carreira, prestam o vestibular, e se passarem vão para o curso escolhido. Mas, durante o período de estudo acabam encontrando barreiras, o que é natural, e que para alguns vira desapontamento pela graduação que estão fazendo.
A falta de uma certeza quanto a profissão escolhida, aliada as dificuldades naturais de qualquer curso, levam muitos jovens a mudar de rumo, desistindo daquele curso e indo em busca de vagas em outras faculdades, perdendo assim, tempos preciosos em sua formação. Mas são duas situações que somadas hão de ser fortes justificativas para que haja realmente a mudança de rumo.
Talvez isto aconteça porque nossos jovens não vão convictos prestar o vestibular. Na verdade eles passam de 12 a 15 anos freqüentando os bancos escolares e na grande maioria das vezes sequer têm uma vivência mínima com profissionais da área que escolheram. Talvez porque viram os profissionais de saúde com suas vestimentas brancas e limpas, os jornalistas bem postados nos meios de comunicação etc, optam em fazer o vestibular por impressão.
Uma carreira profissional precisa ser construída com uma base de conhecimento prévio, e a principal delas, é saber o que fazem. Depois disto é poderiam ir em busca do curso se seus sonhos, da faculdade que pretendem cursar.
Se for para fazer por fazer, que seja então no quintal de casa. Pelo menos, assim, os pais poderão acompanhar o que os filhos estão fazendo.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

AUTOMEDICAÇÃO

Uma dor aqui, um desarranjo lá, um mal estar acolá; até mesmo depois de uma bebedeira quando o andar não está nos conformes, é motivo para se ir até a farmacinha básica que se tem em casa e tomar alguma medicação para aliviar ou acabar com aquele desconforto que o cidadão esteja enfrentando. Normalmente este tomar é feito sem uma pré-avaliação do que realmente esteja acontecendo, apenas, se avalia que precisa eliminar a dor que esteja enfrentando.
É o que chamamos de automedicação, ou seja, quando a pessoa por conta própria toma um remédio para acalmar com algum desconforto no corpo. Normalmente esta pessoa sequer lê o que está escrito na bula, vai tomando o que acha que vai resolver o seu problema.  E tem também aqueles que recomendam remédios pros amigos, outros que vão direto pro balcão da farmácia e abastecem de produtos como se fosse fazer compras em mercado.
Apesar dos remédios terem uma ação rápida em muitos casos, ainda assim, tomar remédios por conta própria pode causar danos futuros. Isto, porque, ao se medicar o cidadão não sabe ao certo o motivo do desconforto que está enfrentando. Melhor é se os sintomas forem constantes procurar uma avaliação médica, fazer os exames necessários e somente depois da consulta passar a tomar os medicamentos recomendados pelo profissional.
O que colocarmos em nosso organismo hoje pode trazer complicações no amanhã. Ao tomarmos algum medicamente errado ele haverá de agir em nosso corpo, que por vezes cria defesas contra o próprio remédio. Aí no momento necessário a ação esperada pode não ser aquela ensejada.
Ter uma farmacinha em casa até é prudente. Mas que ela seja realmente para aquelas coisas básicas, para dores não contínuas. E, muito importante é fazer regularmente o check-up de nosso corpo, com os profissionais de saúde, a fim de verificar como está o nosso funcionamento.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

terça-feira, 26 de outubro de 2010

DEGRAU

Para subirmos qualquer elevação existente a nossa frente o mais adequado é que utilizemos cada degrau que haver, para não forçar nosso organismo. Em alguns casos até será possível dar alguns pulos e vencer barreiras maiores, entretanto, na maioria das vezes a utilização dos degraus será a maneira mais prática e segura para chegar ao topo das promoções.
Subir adequadamente também significa ir preparado para o que poderemos enfrentar no caminho. Existem lugares para descansar, noutros condições de acelerar o passo. E quanto mais alto for o cume que queremos vencer, se melhor estivermos preparados mais chance de sucesso teremos e alcançar nosso intento, podendo daí saborear a vista que lá nos proporcionará.
Tal qual a destreza de subir uma montanha também devemos ter no exercício da vida. Cada momento deve ter seu lugar, seu degrau. Não podemos pular fases do viver, precisamos aproveitar todas elas para que tenhamos força e energia de chegar ao final de cada jornada com a segurança e energia necessária para superá-la. 
Podemos exemplificar o casamento, cujos degraus são o namoro, o conhecimento, o noivado, a preparação, o casamento, os filhos e a cumplicidade; na escola consideramos cada ano estudado como um degrau por vez; no trabalho, para se chegar a qualquer cargo de chefia e bem exercê-lo, será preciso passar por outras funções de menor destaque e ainda preparar-se adequadamente com conhecimentos específicos para a função.
Enfim, tudo na vida precisa de seus degraus. Eles são importantes porque servem de barreiras para impedir que algo impróprio invada algo superior, e também, para nos dar energia e força a fim de chegarmos ao topo da realização e da vida.

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Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

RECONCILIADOR

Palavras ásperas pronunciadas, olhares tortos de uma para outra pessoa, são motivos para criar climas ruins. Dívidas não saldadas, acordos não cumpridos, atitudes contrárias aos interesses de alguns, geram discórdias e animosidade que por vezes podem chegar a inimizade.
O desentendimento pode acontecer quando alguém contraria o outro. Isto, porque, somos seres de condição independente ou o queremos ser. Assim, se alguém fizer algo que não seja do interesse de um pode acontecer de estremecer o relacionamento.
E como as coisas ruins tendem a atrair energias ruins logo os fofoqueiros de plantão se encarregam de criar mais dificuldades ainda. Posicionam-se de um lado ou de outro para fazer fogo, complicar ainda mais a situação.
Os fofoqueiros alastram a maldade, fazem prosperar o que é ruim. Não se preocupam em saber o que realmente está acontecendo, apenas, vão no embalo da discórdia, plantando coisas que nem sempre sejam a fiel realidade.
Melhor seria que estes se tornassem pessoas reconciliadores. Que ao verem algum amigo ou parente fazendo algo de errado procurem escutar, conversar e apontar realmente as melhores soluções. Quem sabe a pequena intriga possa ser instigada a ser acabada logo, por um bom conselho, pela serenidade de alguém que queira semear o amor.
Ser reconciliador é muito melhor do que ser destruidor. O reconciliador é generoso, tem amor em seu coração e leva isto ao deparar-se com amigos ou familiares que não estejam se entendo bem. Ele semeia a unidade, o bom entendimento e a compreensão; e colhe sorrisos, perdão, amor, diálogo e boas energias.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PAÍS

Hoje, vamos imaginar um faz de conta e criar um país. Sim, um novo país, sem regras, leis, instituições e tudo o mais que exista nos demais países.
Visto estarmos criando um novo país este terá de ser totalmente diferente de todos os outros 192 ou mais que já existem na face da terra. Seremos inovadores, queremos fugir do trivial, dos vícios e de todo o ruim que exista nos demais.
Primeiramente, nosso país não terá impostos, sequer um centavo será recolhido por guias ou outras formas de contribuição. Nossos parlamentos atuarão sem remuneração, apenas, por amor à nossa pátria. O governo não será responsável pela saúde, aposentadoria, educação, transporte etc, pois tudo isto terá que ser gerido pela iniciativa privada, afinal, não temos impostos para isto. 
Para fins de manutenção da causa presidencial, que será o único sistema público organizado, os recursos advirão de contribuições. É como uma caixinha, uma esmola, e tudo o que for arrecadado ficará para o presidente administrar, da maneira como ele achar melhor.
Muito bem: criamos um país de faz de conta, sem impostos, sem regras. O que podemos imaginar de um país assim? Será que ele teria vida longa? Ou ele seria vulnerável a qualquer ataque externo, ou mesmo, de ações internas?
Efetivamente para uma causa funcionar adequadamente precisará ter regras, senão, vira anarquia. Há coisas que precisarão ser impostas, do contrário, a massa não acatará. Uma democracia vive de leis, do respeito a elas. 
Tal qual um país somos nós. Para crescermos precisamos estar organizamos, ter disciplina, obedecer leis, inclusive as nossas próprias. Devemos ter impostos, obrigações, enfim, regras que estabelecemos e cumpriremos. Nosso próprio país pode ser um sucesso; e depende só de nós.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250