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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CABIDE


Guardamos nossas roupas junto com algum cabide e as colocamos dentro de um armário. Por lá permanecem por dias, por vezes até por anos, até que seu proprietário volte a querer utilizá-la. A grande maioria das nossas peças ficam mais tempo no cabide do que fora dele, chegando num momento em que passa para o descarte, ou seja, é passado para um outra pessoa ou então desprezada.
O cabide voltará a ser utilizado como amparo para alguma outra roupa, possivelmente mais nova, mais moderna. Mesmo que ele volte a ser aproveitado, sua função principal será a de sempre ficar escondido, servindo com guarida para outras peças mais importantes que ele.
Em nossas ações e atitudes muitas vezes nos comportamos como cabides, servimos apenas para guardar outros. Nos permitimos como suporte de terceiros, ficando escondidos dentro de algum armário, ocultos por algo que se torna mais importante do que nós. Por mais que nossas atitudes sejam nobres e necessárias, não é escondido que seremos reconhecidos.
Se quisermos ser cabides, apoio e suporte para outros, devemos ser grandes, fortes, viçosos, daqueles que aparecem de verdade. Ser um tipo de cabide que quando alguém o pega percebe de sua qualidade e o escolha para amparar as suas melhores roupas. Afinal, é difícil alguém pegar um cabide fraco para colocar suas roupas preferidas.
Se não podemos ser o fruto em destaque, pelo menos, podemos pensar em estar lá, como suporte do que esteja. Pode ser que este saliente se lembre do seu passado e de quem o amparou e queira levar consigo o seu bom cabide. 
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PROMISSOR


Algo que começa a se destacar e que passa a ser uma tendência constitui-se em algo promissor. É aquilo que está próximo, uma promessa ainda não cumprida, uma nova profissão ou mercado, enfim, algo que ainda não está efetivado, mas, que tende a ser interessante.
Quando ouvimos ou vemos a expressão promissor é praticamente certo que iremos pensar no futuro, em imaginar o que poderemos ser ou fazer daqui um certo tempo. Isto refere-se a nossa carreira profissional, o estar vivendo com alguém, ter filhos, constituir um certo capital, o nosso futuro. E, algo deve estar ligado em nós para que diretamente possamos estar dispostos de sermos promissores.
Por si só devemos considerar que o futuro sempre será um algo promissor. Por mais que hoje estejamos desanimados, sem um algo em mente ou presos a alguma coisa que não nos faz bem, no futuro isto tudo pode ser mudado. O amanhã depende de nós, a questão de encontrar o promissor depende de nossas atitudes.
Mesmo que algo hoje nos incomode, que estejamos vivendo o que não nos faça bem, tudo pode ser mudado. O alvo promissor pode e deve ser implantado dentro de nós, de nossas mentes. Imaginar que amanhã estaremos muito melhor que hoje é importante para conseguirmos efetivamente estar melhor.
Nosso futuro promissor existe, não importa a idade e sequer a situação pela qual estejamos passando hoje. Entretanto, para se alcançar este futuro promissor será necessário a tomada de atitude. E, para isto, acreditar que o futuro será promissor e ter atitudes é parte fundamental em cada um de nós.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

MUDANÇAS


Não é preciso de muito tempo para as pessoas substituírem aquilo que antes tanto tinham gosto, ou então, para esquecer o que anteriormente era tão importante. O tempo, a ocasião, as oportunidades motivam mudanças, a velocidade do mundo faz com que o que era bom no passado fique ultrapassado no presente.
Se formos perguntar quem era o presidente do Brasil antes do nosso presidente anterior, quantos vão lembrar imediatamente? Alguns, talvez, tenham que pensar qual o cargo maior ocupado por Fernando Henrique Cardoso, apesar de não ter se passado sequer dez anos desde que deixou o posto.
O que dizer por aquelas paixões mirabolantes que outrora já tivemos, como o gosto pela moda, o carro então desejado, e até as afinidades políticas e sociais? Quanta coisa já mudamos, em quanto melhoramos, sobrevivemos, buscamos novas estradas, novos rumos. As casas que já moramos, as coisas que já fizemos e que não queremos sequer relembrar.
Analisando casos que enfrentamos, dá para dizer sim tivemos mudanças e muitas em nossas vidas. Por mais que muitas coisas acontecidas foram importantes e cruciais, tem muito também que passamos e que não queremos mais enfrentar. 
Nas mudanças deixamos para trás saudades,tristezas e alegrias, mas, carregamos conosco sonhos e ideais. E é exatamente com esta carga positiva que haveremos de viver o presente, com a certeza, também, que no nosso futuro tudo o que vivemos hoje será parte de um passado e que novas mudanças acontecerão em nossas vidas. De parte vamos lembrar, mas, muito será esquecido no baú chamado passado.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

JUSTOS


O trabalho realizado pelas formigas se constituem num belo exemplo para nós. Elas constroem suas casas de forma conjunta e buscam o alimento que será repartido entre todos que fazem parte do bando. Mesmo que uma somente consiga encontrar algo, que ela faça o esforço de carregar até a casa, isto será compartilhado entre todos. Se formos falar em esforço, é sabido que as formigas utilizam energia para carregar peso muito superior ao seu próprio corpo.
Formigas vivem em grupo, se for para abandonar o local elas farão uma correição e todas vão procurar um novo local. Até mesmo se formos falar em amparo, as formigas carregam as que estão machucadas até suas casas.
Seres humanos preferem viver isolados, cada um por si, buscando sua sobrevivência individual, o melhor para o seu eu. Muitos não se preocupam com os semelhantes, sequer sabem o que está acontecendo ao seu entorno. Talvez, somente em casos de catástrofes e por exatamente perderem tudo o que possuíam é que acabam por abrir os olhos.
Num contexto geral, a quem podemos chamar de justos? As formigas, sim, potencializam suas ações de forma coletiva, o que podemos considerar como sendo justas. Mas, os humanos, que vivem o individualismo exagerado, podem ser considerados como seres justos?
O justo é aquele que ampara seu irmão, que dá atenção ao seu colega, que respeita o seu próximo. E tais atitudes não são feitas de forma premeditada, mas, sim, do jeito que sequer ele mesmo percebe a boa ação. E como é bom quando o bando vive em harmonia, bons sentimentos e cordialidade. Ou seja, como é bom viver entre os justos.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

TOLERÂNCIA


Quem esteja investido em função de liderança precisa em muito praticar o exercício cotidiano da tolerância. Lidar com pessoas não é uma tarefa fácil, mesmo que sempre existirão aqueles que facilitarão o entrosamento, mas, há também aqueles que se tornam difíceis de serem motivados a seguirem regras.
Isto, significa, que quem é um líder deve ter humildade e muita tolerância. Lidar com os seus parece ser algo tão simples, entretanto, na prática isto se torna extremamente complexo. Na verdade, pessoas pensam, reagem, discordam etc, enfim, cada qual possui sua própria personalidade, o que, por conseqüência, o torna difícil de ser comandado.
Vem exatamente da humildade e da tolerância a conquista dos resultados mais expressivos. Grandes líderes são conhecidos por sua paciência em lidar com os seus, por saberem ouvir e ditar as regras de forma convincente e práticas. Mesmo que em uma batalha seja necessário tomar atitudes bruscas, ainda assim, a tolerância deve ser mantida em todos os aspectos.
Manter a tolerância nos momentos ríspidos será importante para o que vem depois. Afinal, a glória pode ser passageira (aliás, ela é), mas, as amizades, o viver, a família, os colegas, os chefes, os subalternos etc, estes haverão de continuar em nossas vidas. Por isso, se não mantermos a calma quando estamos em batalha, no seguinte poderemos encontrar resistências e intolerâncias às nossas ações. 
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

EUFORIA


Divertir-se, fazer algo agradável, sorrir, são atitudes que constantemente devemos praticar, para o nosso próprio bem. Manter momentos positivos hão de nos motivar a viver dias mais serenos, com qualidade de vida e menos traumas.
Por mais que nossos dias sejam corridos, que tenhamos muito o que fazer, que o jugo que carregamos seja pesado e difícil, não dá para deixar de buscar momentos de euforia. É com esta qualidade que iremos suportar o que de ruim tenha pela frente, as mazelas que por ventura queiram nos incomodar.
Viver momentos de euforia significa dar um tempo para nós, de curtir e apreciar as coisas boas que vida tenha a nos oferecer. Podem até não serem muitos e nem constantes, entretanto, quando surgirem devemos aproveitá-los da melhor maneira possível. A euforia realmente não bate a nossa porta a todo instante, entretanto, somos nós que podemos e que devemos saber o quanto tempo queremos que ela permaneça conosco.
Estar compromissado com as coisas do mundo, viver a carreira profissional de forma séria e adequada, são atitudes que também devemos considerar como sendo necessárias. Entretanto, mesmo os profissionais mais enérgicos e rudes precisam ter seus momentos de euforia, para aliviar o semblante que carregam. De tudo o que existe em termos de tratamento contra os males e na busca pela qualidade de vida, o melhor e mais eficaz tratamento ainda é ter euforia.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

FORTUNA


Se alguém lhe perguntasse hoje qual a fortuna que você conquistou ao longo de sua vida, o que daria por resposta? Será que seria capaz de apontar exatamente o que acumulou e se efetivamente conseguiu ajuntar alguma coisa ao longo de todos os seus anos de vida?
Talvez você pense fácil que seja fácil apontar o valor de tua própria fortuna, que isto seja apenas somar o valor de teus bens imóveis e móveis, os valores aplicados em instituições financeiras ou empréstimos pessoais. Dentro desta matemática acredita que seria somente somar o capital e descontar o que possui de débitos para se chegar no valor real de sua fortuna.
Mas, antes de somar, precisamos entender o que seja realmente a fortuna de uma pessoa, onde é que precisamos fazer as somas, como será a nossa contabilidade da vida. Devemos saber que por fortuna constitui a tendência para acontecimentos positivos ou favoráveis, ou felicidade, sorte, ventura. Se isto nos mostra a raiz da questão, então, podemos, também, entender que fortuna é tudo aquilo que fazemos para o próximo e ao não tão próximo assim, e que, tais ações reverterão em resultados positivos para nós.
Entendendo o que é fortuna, agora sim, podemos fazer a soma de nosso próprio capital. Vamos somar as nossas ações positivas, o que fazemos de bem para o próximo, quais as boas ações que já realizamos ao longo de nossas vidas. De tudo isto podemos subtrair o que não foi bom, as dívidas que tivemos. Colocando cada saldo dentro da respectiva conta, aí sim é que teremos o valor real de nossa fortuna. 
Você sabe o valor real da tua própria fortuna?
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

HABILIDADES


É conceito público que pessoas possuem habilidade diferentes uma da outra, que algumas possuem dons mais acentuados e que isto são características genéticas que herdam de seus familiares. Na música, nos esportes, na administração ou em qualquer profissão, fala-se que sempre há alguém que seja melhor do que os outros. 
Pode-se avaliar que isto são realmente habilidades das pessoas, que algumas terão mais facilidades de desenvolverem este ou aquele dom. Mas, dons, não são somente aquilo que herdamos de nossos familiares, mas, sim, aquilo que ousamos aprender e os conhecimentos que colocamos em prática.
Todos, indistintamente, possuem a mesma condição de aprender. As possibilidades estão abertas, disponíveis para quem quiser aproveitar. São muitas escolas, inúmeras opções de ensino até mesmo pelos meios eletrônicos ou escritos. Para aprender será necessário estudar, conhecer e praticar. O resto vem com o tempo: habilidade se adquire pela prática do exercício, com muito empenho e dedicação. Mesmo que uma pessoa tenha uma propensão genética, se não praticar, não será bom.
Os dons não podem ser enterrados, precisam ser investidos, aplicados para que dêem retorno. Deixar eles guardados ou escondidos não servirão para nada, não mostrarão qualquer talento. Mesmo que para alguns os lucros sejam maiores, também aqueles que conseguem obter menores resultados hão de ter sua valorização.  
Valorize dons, aprenda alguma coisa, mesmo que não seja algo não habitual em sua família. Pode ser que este algo diferente lhe dê bons frutos. Não fique parado, sequer pense que isto não é de sua procedência familiar. Você só vencerá se aprender e praticar os seus conhecimentos.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

RETROVISOR


Pelo retrovisor é possível ver o que vem atrás, analisar o comportamento e até o modo de andar de quem lá esteja. E é pelo próprio retrovisor que poderemos definir nossas ações e reações, pautando o ritmo que acharmos conveniente.
Nos dando esta possibilidade de acompanhar o que vem atrás, o retrovisor, também, funciona como um pré-acelerador. Muitos que estão a frente ao perceberem que alguém vem atrás e está se aproximando acabam acelerando mais tentando impedir que logo seja podado. Por vezes é uma atitude contestável, tomada não para impedir a passagem, mas, para não ficar atrás.
Existem casos em que realmente deve-se travar a passagem de quem venha alucinadamente atrás, até, para que este compreenda e passe a respeitar os limites das estradas. Mas, se nós estamos andando a uma velocidade abaixo da média, porque reagir bruscamente e tentar impedir a manobra alheia? Se não estamos nos comportando adequadamente, também, não devemos prejudicar quem está andando corretamente e que talvez tenha algo urgente a fazer lá na frente.
Devemos usar o retrovisor como um meio que ajuda a se defender e projetar o modo de seguir em frente, e não como algo que servirá para brecar quem esteja melhor que nós. Se há alguém mais rápido é porque talvez conheça melhor a estrada, e, neste caso, bom é deixá-lo passar e acompanhar depois o seu ritmo. Pois, quem conhece melhor o caminho sempre consegue chegar mais rápido, e quem não o sabe, deve seguir a quem sabe para chegar mais rápido ao seu objetivo.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MOBILIDADE


O universo da incapacidade física nos mostra que superar obstáculos é coisa realmente para os guerreiros e os obstinados. Pessoas com mobilidade normais as vezes possuem menos disposição e qualidade de fazer além do que enxergam, por muitas vezes sequer conseguem alcançar aquilo que esteja ali bem a sua frente.
Quem anda em uma cadeira de rodas sabe o quão difícil é andar pela maioria das ruas das cidades, ou então, entrar em um carro, seguir para uma repartição. Na maior parte das vezes eles precisam superar verdadeiros obstáculos para conseguir ter o direito de ir e vir, deslocar-se de um lugar para outro. Para os cadeirantes que ainda possuem as mãos, usam uma mobilidade extra, que é a força de seus braços, e que certamente terão para alcançar seus objetivos, mas, aqueles que estão desprovidos destes meios, somente a força de vontade é que permitirá a sua mobilidade.
Mas, reclamam vezes mais e sem tanta razão os que possuem os órgãos perfeitos, aqueles que possuem condições plenas de ir e vir, que podem superar com facilidade os obstáculos existentes. Estes, ao existir qualquer coisa mais difícil pela frente, reclamam, esbravejam, querem que os outros façam por eles. Os bem dotados vivem de lamúrias, de choros etc, tentando buscar compaixão alheia com suas falsas lágrimas. 
Mesmo que nossa mobilidade não esteja perfeita, que degraus existam a nossa frente e que obstáculos estejam colocados em nosso caminho, temos que ter a própria força de vontade de superá-los. Não existe o impossível, apenas alguns percalços, que precisamos encarar como desafios a serem vencidos. E passá-los significa superar a nós mesmos, exercer nossa plena capacidade de mobilidade.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.