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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

INTERVALOS


Em atividades desportivas existem intervalos, tempos em que os atletas param para descansar ou para relaxar. É nestes que repõem suas energias, ganhando condições para enfrentar o próximo tempo de disputa. Depois eles voltam para a luta, para buscar o resultado que almejam, até que o fim seja apresentado.
Mesmo que nossas atividades diárias sejam diferentes do esforço físico exigido pelos competidores desportivos, no que fazemos também temos que fazer intervalos de tempos em tempos. Podemos ter muita energia, vontade e disposição para querer competir sempre, todavia, nosso organismo não é de ferro e exige o repouso para repor as forças e ganhar condições de continuar lutando.
Existem diferenças de pessoas para pessoas, umas conseguem ficar na ativa por mais tempo outras precisam de intervalos mais constantes. Todavia, todos devem pensar em si e encontrar o seu tempo adequado, para que não caia em pleno campo de batalha. É claro que os melhores sempre serão aqueles que produzirem com mais qualidade e competência, melhor se mais tempo ficarem lutando.
A forma como utilizamos nossos intervalos pode, também, variar de um para outro. Alguns conseguem revitalizar com mudanças de hábitos ou com alguns dias de descanso pleno; outros precisam de períodos mais demorados, talvez, até saindo de seu lugar natural e seguindo para outros diferentes. De qualquer forma, depois do intervalo é preciso estar disposto a continuar a luta. Afinal, foi apenas um necessário descanso, uma reposição de energia natural, o tempo vai seguir, a roda continuará a girar e nossas atribuições precisam ser cumpridas.

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Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade.
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor. 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

ABSORVER


Ao passar um pano sobre algo molhado o mesmo vai absorver a água ali existente, até ficar encharcada, mesmo que deixando cada vez mais seca a parte sólida. Tal como o tecido outras peças também tem a qualidade de absorver para si determinadas coisas, deixando limpo o que para outros estaria incomodando.
Com esta mesma característica existe pessoas que possuem a facilidade de absorver para si situações que estejam envolvendo terceiros. São aquelas que se envolvem na vida alheia, que querem saber de tudo o que esteja acontecendo com os outros e que absorvem para si consequências desnecessárias.
Ajudar o próximo é uma necessidade que todos temos, mas, intrometer-se na vida deles já não é uma tarefa atribuída. Quando ajudamos o próximo absorvemos energias positivas, mas, quando nos intrometemos neles estamos atraindo as energias negativas. Compete a nós escolher que tipo de forças queremos ao nosso lado. É como o pano, que se usado como proteção vai resguardar o que esteja revestindo, por vezes fazendo até escorrer o que não seja adequado.
Como pessoas não precisamos ficar protegendo a sujeira que os outros fazem. Claro que devemos estender a mão aos que precisam, mas, não é obrigação nossa limpar os resíduos de terceiros. Absorver o que seja bom, conviver com as alegrias e boas ações, isto sim é o certo. Estar ao lado de pessoas positivas, aquelas que somam e que nos ajudam a encontrar a paz, são ingredientes que acrescentarão para que também possamos viver em harmonia.
                    
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

DISPOSTO


Os pássaros e os animais em geral tem uma particularidade especial, de acordar todos os dias praticamente no mesmo horário e sem que tenham qualquer relógio mecânico por perto. E logo que acordam passam a emitir seus sons, que soam como cantos, vindos normalmente em alto e bom tom. A disposição dos mesmos é tamanha, não há dia em que deixam de apresentar a sinfonia para nós.
Acordar de manhã ouvindo os sons dos pássaros é um privilégio.  Mesmo que para alguns o levantar cedo seja um drama a atitude é necessária para poder cumprir com as tarefas do dia. Os pássaros emitem seus sons por ser sua forma particular de comunicação. Nós levantamos porque queremos ser úteis e devemos cumprir com o dever que nos chama.
Talvez o que impede algumas vezes de ser mais ousados e dinâmicos em nossas atitudes, inclusive a de levantar, é o estar disposto. Tem momentos, não apenas de manhã, que deixamos de cumprir com determinadas tarefas simplesmente porque não temos vontade de fazer nada. Momentos como calor intenso, noites mal dormidas, frio em demasia, notícias tristes etc, minam nossas energias e tiram a disposição de fazer o que precisamos. Todavia, apesar de termos algumas razões para tal não é por uma simples mudança repentina de algo que devemos deixar de acalentar o nosso necessário disposto.
Vencer os obstáculos é uma das tarefas dos nossos dias. Tudo o que deixarmos de fazer hoje ficará para amanhã, ou então, jamais será feito. Logicamente que precisamos respeitar nossos limites, cumprir dentro do que nosso organismo aceita. Mas,  ter disposição, mesmo nos momentos de fraqueza, é importante para chegarmos bem no final do dia. O estar disposto é básico, assim como o cantar dos pássaros todas as manhãs.
                    
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Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

AJUDAR


As formigas nos dão um bom exemplo de companheirismo e ajuda ao próximo. Se olharmos o movimento de alguma delas carregando qualquer tipo de alimento logo perceberemos outras a seguindo, para abastecerem em conjunto o seu formigueiro. Não é apenas uma ou duas que farão o trabalho, mas sim, centenas delas juntar-se-ão na tarefa.
Viver em harmonia significa cada qual fazer sua parte para que todos possam também saborear em conjunto os sucessos alcançados. Em nenhum lugar está escrito que um tenha que fazer tudo pelo outro. Todavia, pode, sim, um ajudar ao outro, amparando no que seja necessário, estendendo sua mão a quem precisa. Mas, que isto não seja uma superproteção, tal qual a mãe que faz tudo por seu filho enquanto ele não sai de frente da TV ou computador.
Há uma diferença considerável entre aqueles que sejam preguiçosos e aqueles que precisam de uma mão ou de um abraço amigo. Os primeiros devem ser conclamados a aprenderem a viver em grupo e trabalhar com o próximo; os necessitados precisam de uma mão que lhes seja estendida, para levantarem e também integrar o grupo.
O ajudar não faz mal para ninguém, ao contrário, evita que alguns fiquem a toa enquanto outros não possuem tempo para nada. Seja nas tarefas domésticas, nas atribuições de trabalho, na vida social ou em qualquer outra forma de atividades coletivas, bom é seguir o exemplo das formigas. Certamente que todas trabalham no período adequado para que depois, conjuntamente, possam saborear a convivência e os frutos das tarefas realizadas.

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

AMARRAR


Em muitos lugares se vê animais que ficam amarrados a determinado ponto, para que não saiam daquele lugar. Cachorros, cavalos e outros que têm a capacidade de movimentação são presos por alguma corda ou corrente, impedidos de fazer um deslocamento maior, especialmente o de fugir. Pelo tempo ficar amarrado, vai ter dificuldades de conseguir sair do lugar.
Cordas e correntes prendem animais e até outros seres que tem esta qualidade de movimentação. Mas, atitudes acabam também conquistando este poder, o de amarrar. No contexto podemos dizer que nos leva a isto parte do que fazemos e até aquilo que deixamos de fazer. Afinal, os animais não são presos a toa, mas sim, por agir em desacordo do que quer seu dono.
Para que qualquer não fique preso a um ponto específico torna-se necessário que se saiba aproveitar adequadamente os espaços ocupáveis. Dentro do mundo que estamos inseridos há muito por onde andar, mas, nem todos os lugares nos pertencem. E o que não nos pertence é o que nos amarra. Se agirmos inadequadamente onde não temos o poder, logicamente corremos o risco de ficar presos pelo que lá impera.
A possibilidade de andar por qualquer canto é plausível, mas, que se respeite os espaços, ter o cuidado para não ficar amarrado e daí encontrar dificuldades para sair. Com um mundo tão vasto e majestoso deve-se ter a atenção de não agir inadequadamente, afinal, há muito que percorrer, muito por fazer. Quem fica amarrado num determinado ponto perde toda a chance de aproveitar a majestade que é o mundo.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

SENSATEZ


Uma pedra que cair de um alto penhasco tende a ficar despedaçada ao tocar chão duro. No próprio ar ela já pode ter atrito com a parede existente e soltar algumas partes, mas, será quando bater no chão rígido que sofrerá o maior impacto. A pedra, mesmo com toda a sua dureza, não é páreo para o conjunto do seu próprio peso, a velocidade empreendida e o obstáculo que tenha pela frente.
Em nossos dias por vezes acabamos nos comportando como pedras e somos atirados de penhascos extremamente altos. Neste vôo encontramos rochas que vão danificando nossa compostura, até que o solo árduo faça com que fiquemos totalmente despedaçados. Quebrados, deixamos de ser uma pedra maior e nos transformamos em pequenos pedaços, por vezes quase imperceptíveis.
Para que isto não aconteça é preciso exercitar nossa sensatez, que é a qualidade da prudência. Os atos precisam ser comedidos de tal forma que se for cair de algum penhasco tenhamos um pouso seguro e em condições de chegar intactos e do melhor jeito possível. Quem sabe ao cair já nos deparamos com uma barreira protetora das próprias pedras, que não nos deixe precipitar mais.
É claro que para alcançar lugares mais altos é preciso realizar voos ousados, que risco vamos correr. Mas, isto não significa que precisamos esborrachar-se, sequer ser jogados num precipício sem fim. Devemos, sim, subir o mais alto que puder. E quando resolver pular que haja uma proteção adequada para chegar seguros no sensato chão duro da vida.
                  
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

LASTRO


Na academia as pessoas fazem movimentos diversos no sentido de exercitar os seus músculos. Praticam uma série de exercícios, trocam para outro, aumentam o peso em cada aparelho, para fortificar e tonificar o seu corpo. Para a maioria dos que praticam alguma academia o objetivo é sua própria saúde e ter um pouco mais de resistência no dia-a-dia.
Carregar ou puxar peso não é uma característica exclusiva de quem é praticamente de exercícios ou de academias. Mesmo que não vemos a nossa frente, possuímos um fardo que carregamos conosco e que a cada novo dia vamos colocando novas coisas. Nele juntamos pesos, que aos poucos vão fazendo gravidade pelo que precisamos carregar.
Carregamos tudo aquilo que falam de nós e o que falamos de terceiros, as ações que cometemos e o que deixamos de fazer e que era importante, a carga de trabalho, os estresses e incômodos, os atos de crueldade praticados contra outros ou contra nós mesmos. Tudo isto acabamos tendo como uma carga invisível e que transportamos conosco. Não há como chamar qualquer pessoa para puxar nossos próprios atos.
A grande maioria das pessoas possui certo lastro, ou seja, têm determinada força para aguentar o que colocam em seus fardos. E vão levando a vida assim, por um tempo, enquanto suas forças aguentarem. Mas, chegará em que já não terá mais tanta energia, e seu lastro negará forças.
Na academia, quando os exercícios começam a ficar pesados demais, o praticamente exercita para conseguir aumentar a sua massa muscular, ou então, retrai as atividades e mantém o que foi feito anteriormente. Na jornada da vida igualmente podemos nos exercitar para aguentar o fardo que transportamos, ou então, retraímos nossas ações, para conseguir levar somente o que podemos. É neste momento que precisamos olhar nossas atitudes, tentar tornar mais leve o fardo que queremos transportar.  Afinal, mais vale uma condição de ter energia para suportar o peso do que ficar aleijado e nada mais poder fazer.
                     
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Adm. João Frederico Livi
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

ESPUMANTE


Existem mais diversos compêndios versando sobre o que é ser feliz. Há relatos de que este sentimento esteja associado ao momento em que a pessoa esteja vivendo ou a sua condição social. No contexto geral, felicidade está ligada ao estado das pessoas de estar bem ou, do borbulhar de emoções favoráveis. 
O vinho espumante é algo parecido com a condição de estar feliz. No momento em que a rolha é tirada da garrafa formam-se bolinhas, oferecendo um paladar inigualável à bebida, condição esta provocada pelo duplo processo de fermentação que o vinho passa. É como alcançar o estágio pleno da felicidade, borbulhas de sorte, ventura e bom êxito em nossas vidas.
Na condição de empresários, profissionais liberais e pessoas de conduta social, tratamos muitas vezes nossos negócios como sendo a parte principal de nossas vidas. Não é utopia dizer que para muitos a empresa ou a profissão tem mais valor do que outras coisas que existam. Assim, quem recebe uma comenda de reconhecimento popular pelos seus esforços, obtém, também, o seu nível pleno de felicidade, por entender que está alcançando o bom êxito em seus investimentos. Borbulha harmonia no ar da graça e do resultado obtido.
O comemorar é apenas um ato conseguinte, é o resultante da qualidade que se alcança. Tal qual o espumante, o vinho da dupla fermentação, provém duas ações: a de acreditar em si e ter o que é seu valorizado. Este é o momento certo da felicidade, promovendo o estouro de alegria.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

REALEZA


No universo de contos de fadas e estórias em quadrinhos sobressaem contos onde exista algum rei e súditos que o seguem. Dos mais diversos são criados, desde aqueles que herdam espaços na corte real até os que são elevados pela massa à condição real. Nas estórias os reis são mais uma figura decorativa do que ocupam propriamente uma função social de maior relevância e seus seguidores muitas vezes não passam de casos de folclore.
No mundo verdadeiro tantas vezes esquecemo-nos de trazer presente a figura do rei, daquele que tem o poder maior sobre o que vivemos. Nesta realidade, há o universo de nossas vidas e das ações que desencadeamos, ou seja, é o nosso governo que está em jogo. Se for algo nosso, então, compete a nós mesmos definirmos a quem queremos como rei.
A quem devemos dar a condição de nosso rei, senão, a nós mesmos? Se no mundo da fantasia pode ser assim, criando-se reis imaginários, mais ainda em nosso próprio mundo é que devemos assumir a condição de realeza. Somos um astro, temos a vida, podemos e devemos tomar conta do que é nosso. Mesmo que os súditos não sejam assim aparentes, ainda assim, a condição de pessoal de rei é a nós mesmos que devemos confiar. 
Cada qual no universo em que vive constrói o seu próprio espaço. Somos reis mesmo que os súditos não estejam a nossa frente, os encontramos dentro de nós mesmos. E muitos realmente são os nossos seguidores, que tanto trabalham para nós, percebemos suas forças quando confiarmos plenamente em nossas capacidades e energias. Os resultados serão alcançados pela nossa própria realeza, quando assumirmos a nossa condição plena de reis de nós mesmos.
                     
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Adm. João Frederico Livi
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

REDUZIDA


Existem momentos na estrada em que o caminhoneiro precisa colocar uma marcha reduzida para poder seguir adiante com segurança. Tal situação acontece principalmente em descidas com grande declive, onde uma marcha inferior é acionada e terá a função de segurar o caminhão para que ele não desça de maneira brusca. Seguindo no ritmo adequado, com a marcha reduzida, ele vencerá o obstáculo e depois encontrará um caminho plaino e tranquilo para prosseguir sua viagem.
Nem todas as estradas são retas, nem todos os caminhos são ausentes de subidas e descidas. Ao contrário, há muito do subir e descer, obstáculos naturais que a própria natureza criou. É claro que alguns podem até trafegar apenas por trechos plainos, mas, estes são trechos curtos.
Se analisarmos o contexto de nossas vidas, perceberemos que também somos passíveis de encontrar obstáculos, destes do tipo sobe e desce. Hoje tudo pode estar perfeito, seguindo numa condição plaina, sem dificuldades e arrochos; mas, em outro momento curvas poderão aparecer e pedindo cuidados redobrados,  subidas exigirão um arrocho da força e as descidas podem complicar nossa resistência. Talvez estejamos preparados para muito, menos para o descer. Por mais que, dizem, pra descer todo Santo ajuda, se não tivermos a marcha de segurança e freios adequados a chance de estropear existe.
Para subir até parece ser mais fácil, pois, podemos estar seguros com a força que temos. Mas, quem desce sabe o quanto que o tombo dói. Para que não aconteça algo mais desastroso, melhor é aplainar o caminho por onde andamos, deixando sempre uma marcha reduzida de segurança a disposição. Isto significa que ao seguirmos adiante não podemos esquecer quem conosco caminha, sequer, de fazer corriqueiramente a nossa revisão de conduta e disposição. E, se percebermos algo feito de forma errada, onde estivermos é preciso corrigir e arrumar o necessário, para poder subir e descer tranquilamente nestes sobe e desce da vida.
                    
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Adm. João Frederico Livi
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