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terça-feira, 2 de julho de 2013

PRISÃO

Pelo mundo inteiro e em praticamente todas as cidades existem construções que são designadas como prisões, em cujo local são recolhidas pessoas que tenham cometido crimes. Considerado como um local de segurança, o ambiente isola do cotidiano social os infratores, protegendo da sociedade os maus elementos. Por esta questão de isolamento, teoricamente as prisões deveriam surtir efeito de reflexão e reeducação de quem esteja preso.

Entretanto, o prisioneiro na grande maioria das vezes, não se sente isolado em suas celas. Há muito convívio que pode acontecer, especialmente de pessoas que, como ele, também foram presas por cometerem algum delito e passam a conviver juntos por muitas preciosas horas. Há estórias parecidas, muito tempo de sobra e trocas de informações.

Como por delitos, tem certos momentos em que apresamos atitudes que consideramos impróprias. Ideais, sonhos, projetos etc, enfim, aquilo que imaginamos um dia, podem ter sidos aprisionadas dentro de nós, como se fosse um criminoso, naquele estágio de nossas vidas. Todavia, mesmo o infrator mais perigoso terá o seu momento de ganhar a liberdade e poder a voltar a ter convívio social. É assim que devemos agir com nosso passado, com os sonhos que ficaram para trás; eles podem ser desprendidos e encontrar momento adequado para serem socializados. Quem sabe um estágio na prisão da mente seja adequado para entendermos melhor o que se passa, para, em novo convívio social agir da maneira mais eficaz e proveitosa possível.

   
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.

O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

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