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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

LEMBRAR


Para que tudo aconteça dentro de uma harmonia necessária existem leis e normas que devemos cumprir. Os países possuem as suas Constituições, onde estão estabelecidas as leis que os cidadãos devem cumprir; os mandamentos de Deus são 10 regras, apresentadas já a milhares de anos como conduta para os que almejam participar do reino; nos clubes e entidades existem regimentos internos, que norteiam o que os sócios podem ou não fazer; tudo claro e que cada um deve conhecer para não constituir-se num infrator.
Mas, muito do que existe e que conhecemos preferimos ignorar ou passar por cima. Talvez almejamos criar as nossas próprias leis, constituir os decretos que sejam interessantes para nós, só fazer aquilo que nos agrada. E cada regra que estabelecermos deveria ser adaptada a nossa situação, e se no futuro acharmos que deva ser mudado pela nossa própria vontade isto deva acontecer. Todavia, regras não são escolhidas exclusivamente por ou para nós, há a necessidade de que elas sejam feitas para todos, que de igual forma deva-se respeitar o estabelecido e usufruir dos benefícios que se propõe.
Na maioria das vezes tudo está muito claro, basta seguir o que está proposto. É lembrar o que se conhece, fazer valer o que foi apresentado de forma igualitária para todos. Sem discriminação deste ou daquele, sem benefícios diferentes entre pessoas. Tudo tem que ser igual, os deveres e os direitos, não há como mudar, fazer exclusivamente para nós, exigirmos mais benefícios do que responsabilidades. 
No mundo existem regras, delas não podemos fugir. E são exatamente estas que ditam as responsabilidades que temos e os direitos que haveremos de usufruir por cumprirmos com o estabelecido. E a ordem das coisas não se altera, a harmonia prevalecerá entre todos e entre tudo. Basta lembrar e praticar o estabelecido.

Confira este e mais textos do autor no blog www.joaoflivi.blogspot.com
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

VÍNCULOS


Para que haja a harmonia entre duas partes é preciso a existência de algum vínculo que faça a respectiva união. Para atravessarmos um rio precisamos de uma ponte ou de uma embarcação, para chegar a outra cidade precisamos de estradas ou de aviões, para constituirmos família precisamos nos unir a pessoa do sexo oposto, para ganharmos sabedoria e inteligência precisamos estudar e ter professores para o nosso aprendizado. Todos estes e tantos outros meios constitui-se em vínculos que nos favorecem para alcançar a determinada causa que almejamos.
Há tantas formas de vínculos existentes entre as pessoas, das mais importantes é a amizade e o grau de parentesco. São vínculos afetivos, que levam os interessados a tratar as causas de uma forma diferente, sempre mais favorável ao seu chegado. O amigo aconchega o outro, os primos se abrem as portas, o pai acolhe sempre seu filho não importa como ele esteja etc; são vínculos que a natureza criou e que os laços uniram.
A existência de vínculos é que faz a união entre as partes, ligando um ponto a outro, estabelecendo o nó necessário. E se temos a possibilidade de estar vinculados a determinada situação que possa nos favorecer é claro que devemos fazer parte dela, na busca dos benefícios que possamos alcançar, logicamente, com o devido respeito à coletividade. Fazer parte do que seja a nosso favor é trabalhar por uma causa que nos complete e que possa trazer frutos, tanto para nós quanto para o contexto em que estamos inseridos. Apenas haverá melhorias sentidas se o entorno for favorecido, não unicamente esta ou aquela pessoa.
Podemos e devemos usar os nossos vínculos para alcançar o que almejamos. Os amigos de verdade se abraçam, os parentes se respeitam. E cada qual quer o melhor para este seu, pois, sente a responsabilidade de que estes são os seus verdadeiros entornos. 
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

COLORAÇÃO


Os que viveram a década de 60/70 devem lembrar como era assistir televisão com imagem exclusivamente em preto e branco. A modernidade da época permitia que se pudesse ver somente o que era transmitido em imagens que chegavam nestas duas cores, na verdade, até um luxo que poucos lugares podiam contar. 
Hoje, quando se fala em preto e branco, diz-se de um trabalho artístico feito, de algo que algum profissional trabalhou para que ficasse assim, do que restou do passado. E que custa um bom valor, afinal, torna-se um trabalho, usou-se da criatividade de alguém para que fosse feito.  Mas, no contexto de televisão não deve existir mais nenhuma residência que possua uma receptora com apenas imagem preto e branco.
A partir da década de 70 o mundo passou a ver as televisões com imagens coloridas, muito mais nítidas e reais. E a cada ano novos equipamentos são colocados no mercado, dando mais fidelidade ainda entre o real e o que está sendo transmitido. O que pode levar a esta paridade foi a coloração, a presença de cores nos vídeos.
A vida real exige a presença de cores para que se torne mais nítida e perfeita. Cabe a nós exatamente darmos esta a coloração necessária aos atos, para que tudo o que vermos e fazermos tenha nitidez e perfeição do mundo moderno. Levar uma vida em preto e branco é sujeitar-se ao passado, prender-se a algo que já se foi, o que deve ocupar apenas um lugar no porta-retrato. Tudo o que é presente exige as muitas cores do momento, o estar ao vivo apreciando a vida real. É levar a vida nas cores existentes e saber aproveitar de cada nova oportunidade que se apresenta de muitas e infinitas maneiras para nós.  
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
Especialista em Marketing e Vendas.
Executivo em Vendas, Propaganda e Publicidade. 
O texto pode ser divulgado, mas, cite este autor.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

DECISIVO



O mundo deseja pessoas que tenham a capacidade de tomar decisões. São aquelas que assumem a responsabilidade de liderança, no fazendo acontecer, ajudando quando necessário ou simplesmente compartilhando seus conhecimentos com o próximo. O jeito de tomar a decisão pode variar de uma causa para a outra, mas, é fundamental para o desenvolvimento de qualquer que seja a ação.
Os que assumem o poder decisivo fazem a roda da vida girar, movimentam a engrenagem do dia, aceleram o motor da diversidade. Acalentam as energias positivas em prol do coletivo, fazendo com que haja dinamismo em tudo o que colocam as mãos. Nas suas atribuições há sempre sinais de responsabilidade e resultados a serem alcançados.
Seja no nosso lar, na escola, na sociedade ou no trabalho, precisamos assumir a responsabilidade decisiva. Isto significa participar, ajudar, estender a mão, o fazer o acontecer. Não esperar que tudo venha de mão beijada, de presente, ganho sem esforço ou dedicação. O comprometimento em buscar e assumir o que precisa ser feito são importantes para o universo que usualmente habitamos.
É sim importante participar das causas da comunidade em que estamos inseridos, assumir as responsabilidades de cidadão, comprometer-se com a coletividade. E, tudo isto fazer sem esperar a troca de favores, apenas, almejando a própria realização pessoal de que está fazendo algo para o bem de todos. E estas pessoas, com o poder decisivo, é que farão a diferença no espaço em que estamos.
                     
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CAUSALIDADE


Se chegamos num lugar em que queremos entrar e nos depararmos com as portas fechadas uma certa sensação de tristeza haverá de nos atingir. Por vezes foram andados quilômetros, esforços foram feitos para se chegar até este local, e agora não há ninguém para acolher e atender. Alguns motivos podem justificar o estar fechado, como o final do expediente ou aqueles que deveriam estar ali foram cumprir outros compromissos.
De nada adianta querer arrombar a porta, invadir via janelas ou outros acessos, pois, isto se constituiria num ato de vandalismo, num crime que poderia criar uma situação constrangedora. Se tudo estiver fechado não há muito por fazer, a não ser, esperar alguém chegar ou voltar em outra oportunidade mais adequada.
Em nossas vidas nos deparamos com situações assim, de encontrar certos momentos que as portas estão fechadas para nós. Talvez porque chegamos atrasados, ou então, por aquela não ser uma ocasião oportuna. Todavia, precisamos entender que as portas não ficarão fechadas para sempre, que haverá o período certo para ser aberta. Calma, paciência e perseverança serão fundamentais nesta espera, para poder entrar onde queremos.
As portas podem estar fechadas hoje, este é um direito de quem as controla. Mas, lembrando que na vida há muito de passageiro, também as portas haverão de ser novamente abertas. E se não der para esperar o momento natural, então, vá-se atrás de quem pode abri-las, talvez, ela não esteja fechada por uma causalidade, mas, sim, porque ninguém esperava que outro alguém viesse a querer passar por ela.

                   
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Adm. João Frederico Livi
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MANDO


Diz-se que este ou aquele possui o mando sobre determinado lugar, que determinada pessoa por ser proprietária deve exercer o poder sobre o que lhe pertence. No contexto público ou particular haverá sempre aqueles que despontam na causa e que conseguem realmente exercer determinado mando, ou então, que ditam as regras para que os subalternos lhe obedeçam.
Sobre o que é particular não há o que discutir, realmente quem é proprietário tem a autoridade para mandar e desmandar, ditar as normas necessárias para o andamento de acordo com o seu pensamento. E o juízo prevê que os comandados façam de acordo com o que determina seu contratante.
Muito realmente tem esta condição de dono, de alguém ter o poder sobre determinado. E, como tal, deve e precisar exercer o mando, para que suas coisas funcionem de acordo com o que planeja e espera.
É como a nós mesmos, que somos frutos de uma concepção, portanto, filhos, propriedades únicas de nossos pais. A eles que concederemos o mando sobre nós, nossas atitudes e ações, e a nós mesmos que recebemos o dom da vida e que devemos prestar contar exclusivamente ao criador. O mando sobre nós é algo particular, devemos ter o poder de decidir o que queremos e não deixar que as influências façam isto por nós.
Nesta situação poderemos nos adaptar as condições, aceitar caminhar por lugares que satisfaçam nossas necessidades, mas, sobretudo, isto terá que ser feito com o respeito a autoridade particular que existe dentro de cada um de nós. Cada qual deve mandar sobre si, sem o pode ser  e muito menos sob a ingerência de terceiros.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

ERRANTES


Quem viaja centenas de quilômetros já num único dia percebe como acontece as mudanças climáticas e de paisagens. Sair de uma região e chegar a outra já é o suficiente para sentir a alteração do clima, seja em termos de temperatura ou no próprio comportamento do tempo e ver que a geografia é diferente entre os lugares. Quando viajamos temos a condição de sentir que aquilo que é de um jeito num lugar em outro poderá ser bem diferente.
Talvez por isso que o viajar é tão tentador para muitas pessoas, longe do seu habitat ele encontrará um clima diferente, muitas coisas que não sejam iguais ao seu dia-a-dia. Apesar de o cansaço de uma viagem prevalecer, o simples fato de estar num lugar diferente, numa situação que não seja igual ao seu habitual, já lhe favorece para o bem, para o seu relax, fugindo de sua rotina.
Mesmo que seja bom viajar, há quem persista em seguir a mesma rotina todos os dias, não saindo do seu pequeno mundo um momento sequer. Não usa sequer da força de seu pensamento para buscar novos ares, conhecer outras regiões, sentir que o ar que se respira aqui é diferente daquele de lá. Não dá a oportunidade para que sua mente conhecer pessoalmente lugares que só viu por cartão postal ou pelo ouvir falar.
No trivial do viver devemos lembrar que somos seres que por vezes merecemos ser errantes. Andar pelo mundo, sentindo que existe um algo diferente por vezes ali próximo já nos serve de motivação para o retorno e para repor as energias. Afinal, se vivemos apenas no trivial, por este cansaremos muito mais do que se buscarmos conhecer o diferente que existe em todos os lugares. E entender que somos não firmes, que podemos vacilar, pois, sempre teremos um lugar para voltar.

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

FUNIL



No começo tudo o que fazemos parece ser tão fácil de ser vencido. Os primeiros anos de vida, uma nova jornada de trabalho, um novo amor, o carro adquirido e até mesmo a casa onde passamos a morar, tudo em sua fase inicial parece comportar-se tão bem, nos trazendo uma certa prévia confiança de que isto é para sempre. É como um funil, que na parte superior apresenta uma boca bem larga onde com facilidade jogamos aquilo que queremos fazer entrar em recipiente com boca mais fina, mas, que será o lugar onde vai ser guardado algo.

Os anos constituem-se no recipiente que haverá de acolher tudo aquilo que fazemos nos nossos dias. Para que ele seja abastecido, precisamos exatamente de um funil para não perdermos nada do que nos pertence. Se fôssemos querer colocar de forma aleatória, muito perderíamos no momento em que tentamos encher nossa embalagem.
Tal qual o funil também devemos nos comportar, para que o entendimento prevaleça por muito mais tempo. Isto significa ter os ouvidos largos para ouvir tudo o que seja necessário e forçar a compressão ou, a nossa necessária compreensão dos que estejam conosco. Agindo pela força da compreensão evitaremos perdas e o desgaste desnecessário.
O funil junta as partes e desloca o conteúdo para o local adequado, sem perdas, sem derramar, sem discriminar. Quem escuta adequadamente, guarda tudo em seu coração, sem espalhar, sem questionar, sem contrapor aquela pessoa que esteja lhe falando. Afinal, ela pode simplesmente estar ali para desabafar, para contar algo, querendo apenas ser ouvida e nada mais. 

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

ALTITUDE


Tudo o que esteja consideravelmente afastado e isolados do chão em que pisamos passa a ser algo fora do alcance dos nossos pés. E quanto mais distante estivermos desta firmeza, menos seguros haveremos de nos sentir. O chão é ainda o lugar mais próprio para ficarmos, entretanto, é somente correndo os riscos das alturas que conseguiremos ver a imensidão, apreciar com maior oportunidade a beleza que é a terra.
A altitude pode representar insegurança, consideráveis momentos de medo. Todavia, ao mesmo tempo em que ela demonstra tais lados, também, é a adrenalina que vale a pena ser extraída. Quem não ousa subir não terá a oportunidade de ver tamanha beleza que a altura pode proporcionar.
Também na vida não devemos ter medo das altitudes. É preciso subir, galgar postos, crescer profissionalmente, ousar sair do chão seguro em que estamos acomodados. Se quisermos sair da mesmice, do mundinho em que estamos encravados e que nada de novo nos proporciona devemos encarrar o balão que está cheio de gás e aproveitar o momento de subir para o mais alto possível. Pois, lá do alto, poderemos apreciar o quão belo é este mundo, vencer e ter a coragem de colocar tudo aos nossos próprios pés. 
Não devemos ter medos de desafios, nem de encarar o que esteja mais alto que nós. Se for o medo de morrer, de uma certeza todos nós temos que é, de qualquer maneira padeceremos um dia. Então, que seja pelo menos com o prazer de ter vencido, de ter encarado a altitude e apreciado o amplo esplendor da imensidão da vida. 

Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
CRA/PR 21250
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

DESCENDÊNCIA



Para tudo o que existe sempre haverá uma origem. Por mais que anos se passam, coube a alguém o começo, e outros darão o prosseguimento. É como pais e filhos, a origem e a descendência, algo que teve um começo e que não terá fim.

Tudo o que já existe pode ser melhorado, aperfeiçoado. Assim, também, pais dão origem a muitas coisas e os filhos podem melhorar o que já foi iniciado. Seguindo o caminho traçado pelos seus ancestrais, os filhos hão de alcançar frutos que seus pais não tiveram tempo para conquista-los na plenitude.
Mas, para que isto aconteça é preciso que os filhos realmente assumam a responsabilidade deixada pelos seus pais. O legado não é algo que se recebe como herança monetária, mas, sim, pela vontade de aprender e dar sequência ao que já foi iniciado. Pais hão de muito contribuir com os seus filhos, passando a eles a experiência já vivida; filhos, por sua vez, terão o tempo pela frente para fazer acontecer.
Fica muito mais fácil quando os filhos aceitam e seguem os conselhos de seus pais, encontrarão assim um caminho mais curto para a realização. Há muitas provas de filhos que alcançaram instâncias maiores que seus pais, exatamente por terem dado sequência ao que receberam. Diferente daqueles que somente se preocuparam em usar o que os pais construíram; estes, mesmo usufruindo de favores, tiveram que fazer o seu próprio começo, quem sabe, até mais difícil do que os próprios pais tiveram.
Acredite em você! Seja feliz!

Autor:
Adm. João Frederico Livi
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